<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386</id><updated>2011-11-28T17:29:52.614-03:00</updated><title type='text'>Duddu</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>52</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-9165253086959839738</id><published>2011-10-15T09:56:00.005-03:00</published><updated>2011-10-15T14:09:40.554-03:00</updated><title type='text'>O Climb e o Planche no Universo Feminino</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_kSsuUYVez7c/Sd52KyJuA-I/AAAAAAAAAXM/Poe5CzveKL0/s400/igualdade+de+genero.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 340px; height: 384px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_kSsuUYVez7c/Sd52KyJuA-I/AAAAAAAAAXM/Poe5CzveKL0/s400/igualdade+de+genero.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A natureza é sábia e possui um processo de seleção natural incrível. Anos de evolução e de adequação ao meio fizeram de nós, seres humanos, estruturas complexas e com características únicas. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O homem, em qualquer momento de nossa história, sempre foi incutido das tarefas mais árduas, da proteção do território, da caça e da competição pela sobrevivência. Já a mulher, preparada para a maternidade, a manutenção do lar, a estruturação das famílias e o sexto sentido para tudo que somos incapazes de perceber. De geração a geração, a natureza distribuiu e lapidou os papéis, os hormônios e as características de cada gênero.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas se existe um aprendizado no Parkour&lt;/span&gt; que modifica por completo as nossas vidas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;é a descoberta&lt;/span&gt; de que não é porque as coisas foram pré-determinadas para um devido fim que elas sirvam somente para isso. E eis então que as mulheres ganharam força. E aqui me refiro a um sentido específico da palavra ”força”: o abandono à metáfora do salto alto e a luta pela igualdade de representação.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para chegar à conclusão que almejo preciso apresentar dois personagens fundamentais em nossa história: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Senhor Testosterona e a Dona Estrógeno&lt;/span&gt;. O primeiro é o cara responsável pela virilidade masculina, a brabeza, a força, o crescimento muscular e o grito de energia. O segundo provoca o alargamento do quadril, aumento nos seios, definição das curvas e regula a ovulação e o sistema reprodutor feminino.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Analisando de forma um tanto fria, a dicotomia dos hormônios sexuais desfavoreceu o homem quanto à variedade de funções. Pois, embora a mulher possa se vestir de persistência, garra e determinação para tornar-se forte, não existe treinamento algum que conceda ao homem a capacidade de gerar vida.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;E onde entram o climb e o planche na parada?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em meu primeiro treino, eu climbei.&lt;br /&gt;Em meu primeiro treino, eu planchei.&lt;br /&gt;Quantas meninas você conhece que podem dizer o mesmo?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A diferença entre os universos é determinada por nossas valências físicas: Não sou desequilibrado por seios. Não mênstruo. Não sou curvilíneo. E culote pra mim é algo que inexiste!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O climb e o planche foram as grandes modas do universo masculino de 2007/2008. &lt;/span&gt;Isso porque ao desembarcarem em nosso mundo automaticamente foram utilizados como ferramenta de separação entre meninos e homens. Você podia não saber correr (que seria o fundamental no Parkour), poderia não saber absorver impactos (que seria fundamental na sua vida), mas se você fosse capaz de climbar reto ou planchar... meu caro... formariam-se filas para bater foto com você e te marcar no facebook depois!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Até hoje os dois são observados em encontros e treinos como cartões de visita. Algumas pessoas insistem ainda em acreditar que os anos de treino que possuem se condensam nessas duas habilidades.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não acho errado esse pensamento, como um todo. Afinal de contas, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;todo treino é válido &lt;/span&gt;e os dois são catalisadores de potência física brutal. Mas considero prejudicial&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;esse culto à forma, ao definido e ao requisito técnico em detrimento da real força que a movimentação do Parkour pode proporcionar. Conheço pessoas que acham melhor atrasar o percurso para conseguir climbar reto (com direito a pausa para ajeitar o pé e o braço) do que ligar o “foda-se a estética” e seguir o caminho traçado.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Muros e barras deixam de ser obstáculos para se tornarem palco. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao mérito do planche, acho tão igual ou pior. Acredito que a intenção dele de início era se tornar uma maneira rápida de sair de baixo da barra/marquise/oquefor e ir pro andar de cima&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt; Acho a preocupação com esse movimento algo exagerado, pois foram mínimas as vezes que precisei dele para complementar um flow. E, como normalmente encontro jeito mais fácil e mais rápido, não é algo que mereça minha atenção em tempo integral: consigo subir, sei fazer, tá bom.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Mas aí então as meninas começaram a climbar e a planchar.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O clímax dos vídeos femininos se tornou o momento em que elas grudam nos muros ou pulam pra segurar uma barra. Algumas vezes a edição tem direito a slow-motion, repetição em multi-ângulo e, se brincar, até empurram a música das olimpíadas pra comover...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nunca, nós homens, poderemos comparar o esforço de uma subida de muro feminina com a masculina.&lt;/span&gt; Não faz coerência. Elas se tornam gigantes mesmo subindo somente 2 metros. E todo mundo sabe que a disputa só é justa quando os adversários se equiparam. Porém, eu não me sinto a vontade em prostituir as explosões físicas no universo do Parkour Feminino.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Traceuses correm atrás do prejuízo todos os dias. &lt;/span&gt;A mãe natureza não teve pena em fuder com elas. Mas embora a superação dessa maldição seja sim um troféu, eu só concedo meu respeito por ele uma única vez. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Depois disso se torna obrigação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu reconheço que as meninas no Parkour têm que superar inúmeros obstáculos físicos, mentais, emocionais e biológicos. Reconheço também que sou homem e que, embora treine com meninas e acompanhe o desenvolvimento delas, jamais serei capaz de falar com propriedade sobre o assunto. Mas como espectador e praticante da mesma atividade, acho perda de tempo e desperdício de potencial quando vejo suas forças serem quase que exclusivamente focadas a somente uma parcela de todo o chão que ainda precisam correr.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-9165253086959839738?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/9165253086959839738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=9165253086959839738' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/9165253086959839738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/9165253086959839738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/10/o-climb-e-o-planche-no-universo.html' title='O Climb e o Planche no Universo Feminino'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_kSsuUYVez7c/Sd52KyJuA-I/AAAAAAAAAXM/Poe5CzveKL0/s72-c/igualdade+de+genero.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-4230309513139361349</id><published>2011-09-28T17:20:00.004-03:00</published><updated>2011-09-28T18:26:16.587-03:00</updated><title type='text'>Interferência do estado emocional nos treinos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-NLUFn6-O3pM/ToOB0CHXdJI/AAAAAAAAARA/Eifnp1DWqVc/s1600/Emocoes%2B%25281%2529.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 206px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-NLUFn6-O3pM/ToOB0CHXdJI/AAAAAAAAARA/Eifnp1DWqVc/s320/Emocoes%2B%25281%2529.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657508287828423826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desde que compreendi o quanto poderia crescer através do Parkour, meus treinos se tornaram verdadeiros laboratórios. Sempre estou testando alguma teoria maluca inventada por mim ou então explorando conceitos que li em algum artigo ou que copiei descaradamente do treino de algum amigo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como tudo nessa vida, às vezes a coisa funciona pra uns e às vezes só pra outros. O que repercute na minha movimentação é como um degrau galgado. O que não, se torna aprendizado prático e teórico de onde posso tirar grandes ensinamentos (e me preparar para auxiliar melhor os futuros iniciantes que cruzarem meu caminho).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por mais que muitas vezes eu esqueça de tomar nota e não torne público o que ando pensando ou fazendo, ser cobaia de mim mesmo já se tornou uma prática constante. E dessa vez vou relatar o que aprendi com treinos guiados essencialmente pelas emoções.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Basicamente três emoções me fazem largar tudo que eu tenha pra fazer e atender ao chamado da minha vontade. São elas: &lt;b style=""&gt;Alegria, Tristeza e Raiva!&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;PS:&lt;/b&gt; Essa série de postagens é fruto da minha vivência com os treinos diários de Parkour e de como eu reparei que eles se relacionam com o meu estado emocional. Isso não quer dizer que as coisas acontecem da mesma forma para todo mundo e muito menos que possui algum embasamento científico.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;PS2: &lt;/b&gt;Meus últimos treinos têm sido guiados essencialmente por Tristeza e Raiva (tenho treinado todos os dias, sem pausas, desde uns 10 dias atrás). Então, propositadamente, esses serão os últimos aspectos a serem tratados para que eu consiga “me ler” com um pouco de mais clareza.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;PS3: &lt;/b&gt;A vontade de escrever sobre isso veio de uma conversa com o Kalebe, de Florianópolis, a respeito de uma pesquisa que se encontra em processo de elaboração.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;b style=""&gt;ALEGRIA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando recebo uma notícia muito boa; quando meu dia é uma cadeia de acontecimentos que deram certo; ou então quando simplesmente amanheci de um jeito onde arrancar o sorriso das pessoas é a prioridade. Então eu saio pra treinar em comemoração.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Apesar de parecer um convite à felicidade&lt;/span&gt;, aprendi a duras penas que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;treinar nesse estado é extremamente perigoso.&lt;/span&gt; A sensação de que aquilo irá durar pra sempre&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;faz com que eu aumente&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;consideravelmente a velocidade de minha movimentação e a irresponsabilidade dos meus movimentos. Flows que antes fazia de forma rápida, se tornam muito mais rápidos. Na verdade eu corro tanto, e fico tão elétrico, que as distâncias parecem ser mais curtas, as alturas mais baixas e surge a impressão de que qualquer coisa que eu decida fazer é possível! Consequentemente isso já me levou a lesões sérias e alguns machucados menos graves.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Em estado normal eu não costumo me machucar.&lt;/span&gt; Mas quem se encontra comigo nos eventos já deve ter percebido a freqüência com que eu apareço machucado neles (isso quando não assiste o machucado acontecer presencialmente). &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A felicidade em estar com aquelas pessoas&lt;/span&gt;, ou a euforia em estar num local novo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ativa esse meu lado menos cuidadoso e irresponsável&lt;/span&gt;. Quando estou no meu habitat natural é mais raro eu me machucar. É tanto que pessoas que treinam localmente comigo se impressionam quando, por ventura, eu recebo um tombo um pouco mais pesado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outra coisa que pude reparar é que treinar alegre deve fazer algo estranho com meu corpo, metabolicamente falando&lt;/span&gt;. Não costumo sentir fome, não sinto sede e sou capaz de treinar por várias horas seguidas, brutalmente, migrando pra lá e pra cá sem aparentar cansaço e nem cansar. Em várias situações (por exemplo: frequentemente com o Ibyanga e em todas as viradas esportivas) já passei mais de 8 horas treinando sem parar e alimentado por apenas um pão com queijo e um copo de suco ou água.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Resolvi esse problema quando decidi carregar sempre comida e bebida na mochila&lt;/span&gt; (às vezes ela até parece um mini-supermercado). Dessa forma, se o treino durar mais que umas 3 horas, eu me obrigo a ingerir alguma coisa (mesmo sem vontade) sem perder tempo sentando numa lanchonete ou me afastando do local do treino pra comprar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Segue uma relação das cinco maiores lesões que já tive no Parkour e que foram causadas justamente por conta do meu estado de felicidade:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;# Tendinite aguda no pulso direito&lt;br /&gt;Motivo:&lt;/b&gt; Usei a mão para frear o impacto de um tic-tac com cat-leap distante.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Quando:&lt;/b&gt; Durante minha primeira visita ao Lê Parkinho no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Tempo total de cura:&lt;/b&gt; cerca de 6 meses.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;# Torção do tornozelo direito&lt;br /&gt;Motivo:&lt;/b&gt; Tentei dar uns 32534364 passos na parede para atravessar uma fenda.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Quando:&lt;/b&gt; Durante o 4º Encontro Brasileiro de Parkour em Belo Horizonte.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Tempo total de cura:&lt;/b&gt; cerca de 2 meses.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;# Tendinite aguda no pulso direito&lt;br /&gt;Motivo:&lt;/b&gt; Insistência em querer usar o pulso já machucado.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Quando:&lt;/b&gt; Treino no pentatlo militar do 4º Encontro Brasileiro em Belo Horizonte.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Tempo total de cura: &lt;/b&gt;a reincidência agravou aquela primeira lesão lá em cima.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;#Torção das articulações da região central do pé direito&lt;br /&gt;Motivo:&lt;/b&gt; Atirei meu pé com toda força numa parede para trocar a direção do flow.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Quando:&lt;/b&gt; Durante o 4º Encontro Nordestino de Parkour, aqui em Aracaju.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Tempo total de cura:&lt;/b&gt; cerca de 5 meses.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;# Tendinite aguda no pulso esquerdo&lt;br /&gt;Motivo:&lt;/b&gt; Usei a mão para evitar que minha cara batesse numa parede após a mão escorregar num kong.&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Quando:&lt;/b&gt; Durante os treinos com os amigos do Omnis e do Ibyanga, nas vésperas do 4º Encontro Carioca&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;Tempo total de cura:&lt;/b&gt; já se vão 2 meses e contando...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Treinar parkour causa uma sensação incrível. Fazer isso do lado dos amigos duplica essa felicidade. E se você anexa isso a sua sede de desbravar um local que tão cedo não poderá utilizar novamente, você têm uma bomba caseira de lesões pronta para explodir na sua mão... pé... joelho... tornozelo...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sejamos felizes, mas prudentes.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-4230309513139361349?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/4230309513139361349/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=4230309513139361349' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4230309513139361349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4230309513139361349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/09/interferencia-do-estado-emocional-nos.html' title='Interferência do estado emocional nos treinos'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NLUFn6-O3pM/ToOB0CHXdJI/AAAAAAAAARA/Eifnp1DWqVc/s72-c/Emocoes%2B%25281%2529.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-9091046115782585783</id><published>2011-08-22T10:17:00.006-03:00</published><updated>2011-08-22T14:40:00.542-03:00</updated><title type='text'>Viagem de Férias (Parte 1) - Salvador</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-S4LvEN2-nV4/TlJXBOd3KGI/AAAAAAAAAQ4/RsjsKVp265M/s1600/imagemduddu.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 162px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-S4LvEN2-nV4/TlJXBOd3KGI/AAAAAAAAAQ4/RsjsKVp265M/s320/imagemduddu.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5643668961623484514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Salvador foi o ponto de partida da minha viagem e também a cidade em que passei menos tempo. Para poder baratear os custos, optei por ir de ônibus e de lá tomar o avião até São Paulo. Na verdade essa é uma dica que dou para todos: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;procurem sempre maneiras de sair de aeroportos internacionais, pois normalmente as tarifas são bem mais em conta&lt;/span&gt;. No meu caso a viagem completa (ida + volta) custaria cerca de 800 reais saindo de Aracaju. Feito com essa escala, o preço caiu para 280 + 50 reais pro trecho de ônibus entre Aracaju-Salvador. Uma economia de 420 reais (Gente, eu viajo muito mas eu sou pobre! Tenho que contar os centavos!).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como iria fazer somente uma ponte, não tive tempo de treinar. Quer dizer, não de “treinar” no sentido pesado da palavra, mas antes de encontrar com a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ana e o Fallux &lt;/span&gt;eu cedi ao desejo de fazer um ou outro movimento isolado pra matar a saudade do Costa Azul (um dos melhores picos da cidade).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Depois de procurar a casa de Fallux por uns 20 minutos (com 28 kg de bagagem), resolvi pedir socorro e ligar pro pessoal. Meus anfitriões me resgataram de imediato (diferente do que eu fiz toda vez que eles precisaram de mim aqui em Aracaju HAHUHAHUAHUAUHAUHA Sorry guys! I am a fool, but I love yool!).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esses dois são amuletos que carrego em minha jornada no Parkour. São pessoas que eu posso conversar abertamente sobre assuntos um pouco mais sérios e que sempre possuem uma opinião bastante interessante para fornecer. Obviamente, nem sempre elas casam com a minha, mas sempre que isso acontece conseguimos dialogar bastante e achar meios termos para resolver problemas e concatenar idéias. A conversa da noite se ambientou basicamente no futuro da ABPK e no meu posicionamento pessoal a respeito do Art of Motion. Mal sabia eu que esses seriam os dois assuntos mais importantes dos meus próximos dias.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Engraçado como eles não têm pudores em vir de voadora na minha cara! UHAUHAHUAHU Às vezes tenho que sentar, respirar e queimar as pestanas para que minhas idéias saiam da minha boca de forma clara porque os dois são bastante detalhistas e críticos.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Foi um pouco tempo que me preparou para todos os longos processos de reuniões (e foram vários!) que eu tive oportunidade de participar. Fui escoltado por eles até o ponto de ônibus e cheguei ao aeroporto com folga.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Deu tempo de refletir bastante sobre como a postura de pessoas formadoras de opinião podem manipular ou modificar a forma como um determinado grupo se manifesta. Discutir sobre isso me serviu de alerta (e como um puxão de orelha) para que eu aprenda a sempre deixar meu ponto de vista bastante evidente. Nunca se sabe quando e de que forma um pensamento deixará de ser somente seu e passará a fazer efeito sob outra pessoa. Então contra o imprevisto, a precaução.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Me despedi da Ana sabendo que em duas semanas nos encontraríamos na reunião da ABPK, em São Paulo, e que em setembro veria os baianos novamente no EBAPK (Encontro Baiano de Parkour).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-9091046115782585783?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/9091046115782585783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=9091046115782585783' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/9091046115782585783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/9091046115782585783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/08/viagem-de-ferias-parte-1-salvador.html' title='Viagem de Férias (Parte 1) - Salvador'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-S4LvEN2-nV4/TlJXBOd3KGI/AAAAAAAAAQ4/RsjsKVp265M/s72-c/imagemduddu.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-5441897074852997350</id><published>2011-08-19T15:45:00.005-03:00</published><updated>2011-08-19T16:04:31.699-03:00</updated><title type='text'>Vivendo de Aprendizados</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-seCe59ZSEDw/Tk6ypJmDepI/AAAAAAAAAQg/VcFtaq74EkM/s1600/aprendendo-a-aprender.GIF"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 232px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-seCe59ZSEDw/Tk6ypJmDepI/AAAAAAAAAQg/VcFtaq74EkM/s320/aprendendo-a-aprender.GIF" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642643803161721490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meus últimos meses foram regados a muito aprendizado e em todos os aspectos possíveis da minha vida. Numa das experiências mais importantes do período, consegui sincronizar minhas férias da faculdade com as do trabalho e isso me rendeu um mês inteiro para viajar e dedicar ao meu fortalecimento físico, moral e mental.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sem perder tempo decidi que iria passar essas férias inteiras viajando (a primeira, de fato, desde que comecei a trabalhar aos 19). Minha peregrinação me levou as cidades de S&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;alvador, São Paulo, Campinas, Guarulhos e Rio de Janeiro&lt;/span&gt;, durou 27 dias e me custou de 1000 a 1500, já contabilizando as passagens de ônibus e avião.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;São Paulo foi basicamente o meu quartel general, então sempre que voltava de uma outra cidade eu passava alguns dias por lá.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para fins de recordação, e até para me readaptar a escrever frequentemente no blog, vou tentar escrever pequenos textos sobre minhas percepções e o que aprendi durante cada cidade que visitei. Foram momentos ímpares na minha vida e que com certeza agregaram muito conhecimento em minha caminhada. &lt;span&gt;Tenho muita coisa aqui pra comentar sobre as c&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;onversas com Fallux e Ana&lt;/span&gt;; o primeiro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;final de semana em São Paulo&lt;/span&gt; que mais parecia um encontro nacional; o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;churrasco na casa do Guga&lt;/span&gt; (Arua); a experiência de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ser aluno de Parkour do Zico, Alberto Brandão e dos curitibanos do GAP&lt;/span&gt;; como foi &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;dar aulas na Academia Tracer&lt;/span&gt;; o final de semana dedicado a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;primeira reunião presencial com&lt;/span&gt;  praticamente toda &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a nova diretoria da ABPK&lt;/span&gt;, o período visitando &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meu irmão, cunhada, sobrinho e tios&lt;/span&gt;; uma semana de convívio com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o incrível Raxaman&lt;/span&gt;; as impressões que ficaram d&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o encontro carioca&lt;/span&gt;; a visita não programada para &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Campinas e Guarulhos&lt;/span&gt;; a semana do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Art of Motion&lt;/span&gt; e, por último, minh&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;volta pra casa&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;a retomada do cotidiano&lt;/span&gt;.   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agradeço muito a todas as pessoas que encontrei nesse período e que colaboraram com esse meu crescimento. Espero que a reciprocidade tenha acontecido e que elas tenham conseguido extrair também algo de bom de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Aprender! Aprender! Aprender! Aprender!"&lt;/span&gt; (&lt;a href="http://www.yumebq.com/2011/05/aprenda-com-golden-boy.html"&gt;Golden Boy&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Hora de passar sebo nesses dedos magros!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Até breve.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-5441897074852997350?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/5441897074852997350/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=5441897074852997350' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5441897074852997350'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5441897074852997350'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/08/vivendo-de-aprendizados.html' title='Vivendo de Aprendizados'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-seCe59ZSEDw/Tk6ypJmDepI/AAAAAAAAAQg/VcFtaq74EkM/s72-c/aprendendo-a-aprender.GIF' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-4855704172821130442</id><published>2011-08-16T15:04:00.004-03:00</published><updated>2011-08-19T15:44:55.436-03:00</updated><title type='text'>Anarchy of Motion - Alguns Esclarecimentos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://pulodogato.parkour.com.br/wp-content/uploads/2011/08/protesto.bmp"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 502px; height: 316px;" src="http://pulodogato.parkour.com.br/wp-content/uploads/2011/08/protesto.bmp" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu já tive certezas absolutamente ridículas e ignorantes, como aceitar, por exemplo, aulas pagas ou não de Parkour. Hoje estou em cargo de uma associação estadual que ministra todas as semanas aulas e uma brasileira que vê o assunto com muitos bons olhos.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Acredito que a reflexão interior e o julgamento das atitudes é sempre o melhor caminho para o amadurecimento. E entre as opiniões divergentes a respeito da disseminação de nossa prática no país, aconteceu uma invasão dos praticantes de Parkour ao Art of Motion Brasil 2011.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Inquestionavelmente o protesto não foi realizado de uma forma inteiramente feliz.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Houve falta de mais planejamento e isso resultou na enxurrada de praticantes que invadiram o evento sem nem saber o motivo. Alguns convidados pré-selecionados estavam mascarados por ter um objetivo diferente dos muitos invasores da platéia; estes últimos que viram no ato apenas uma brecha para transgredir a norma e fazer uso da estrutura proibida.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Segregar não é o mesmo de diferenciar. Acredito que o Art of Motion é uma ferramenta ótima e que pode ajudar a concretizar a política do Freeruning. Não valeria a pena entrar mais uma vez no mérito da discussão, mas: O que é feito no Art of Motion não é a mesma coisa que eu pratico todos os dias de minha vida; e ponto.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dou os meus sinceros parabéns ao Jean Wainer por ter, exaustivamente (e em uma época bastante conturbada), fôlego pra dialogar com a Redbull a favor da comunidade brasileira de Parkour. No início do ano o pedido de apoio ao evento passou por minhas mãos e até os últimos momentos eu estava inteirado dos bastidores: o trabalho que ele fez de consultoria foi de formiga e cavalar.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em contrapartida, o Zico (um dos idealizadores da invasão) foi insistentemente convidado pela Redbull a ser um dos competidores. Ele recusou todos os convites para a competição e tomou uma postura extremamente bacana: se prontificou a ajudar em tudo que favorecesse o Parkour (e não a competição) e que a Redbull estivesse disposta a fazer.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A Associação Brasileira, da qual sou presidente, desde o mês de junho, por consenso entre seus membros, decidiu não se envolver com o projeto por fugir do campo de atuação e dos valores que ela defende. No máximo, foi feito um manifesto no mês de julho, depois de definido na reunião presencial com a grande maioria dos diretores, no qual a associação se postava contra competições de Parkour (basicamente para nos resguardarmos contra qualquer associação da ABPK com competições de Parkour e que inclusive já estava acontecendo).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sempre e em todo o momento a assessoria da Redbull se manteve absurdamente interessada em agradar a gregos e troianos. Nunca antes tinha visto uma empresa se importar tanto com o público alvo do evento. Infelizmente a falta de entendimento, de ambos os lados, levou ao que aconteceu durante o Art of Motion.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Qual a causa?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em um dos acordos com a Redbull ficou acertado que não haveria divulgação do evento como competição de Parkour. Eles se “equivocaram” e logo após publicaram a “competição de Parkour” em seu site, foram solicitados para modificar o texto para não incomodar a comunidade brasileira. Eles corrigiram sim. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas para você, honestamente, causa alguma diferença o significado das seguintes frases?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Uma grande competição de Parkour e Freerunning entre os melhores do mundo no Red Bull Arte do Movimento, no Brasil”.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;e&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Os melhores do mundo em free running e parkour virão ao Brasil para o Red Bull Arte do Movimento”.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;ou&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Maior evento internacional de freerunning e parkour faz sua estreia no Brasil no Paço das Artes (USP), no dia 13 de agosto”.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se já havia ficado claro que se tratava de atividades distintas, eu pergunto: alguém já viu uma competição automobilística divulgar que as pessoas que estão vindo para ela são praticantes de outra atividade?&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Em meu posicionamento profissional como professor de letras ficou bastante óbvia a manipulação de texto e a estratégia de marketing.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eles conseguem divulgar o evento como campeonato de Parkour da mesma forma.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;“Ah, mas eles sempre falaram que seria um EVENTO de Parkour e Freerunning e não uma competição de Parkour”.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Diga-me onde foi que o Parkour teve espaço nesse evento que eu ainda estou zonzo procurando. Ou o que justifica a presença do “Parkour” são os dois caixotes e a barra que eles esconderam debaixo daquela escada?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Possa ser que o evento de Parkour que eles se referiam tenha sido a apresentação de Parkour que foi cancelada no dia anterior. Ou talvez então o evento do Parkour tenha sido a liberação de treinos na estrutura que não ocorreu...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Engraçado que em todos os lugares constavam divulgações do campeonato de alguma-coisa-que-eles-juram-que-não-é-parkour no maior evento internacional de parkour e freerunning. Mas a programação, e o que de fato corresponde ao Parkour, ninguém nunca soube onde se informar ou ter acesso (com exceção de migalhas, divulgada as pressas em comunidades do orkut e passíveis de mudança a qualquer momento). &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Isso pra não falar do próprio evento em si. Ouvi tanto “parkour, movimentos e manobras do parkour e parkour e mais parkour” que eu duvido que qualquer pessoa leiga ali presente sequer tenha ouvido “freerunning” alguma vez.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Como já disse antes: SIM, eu separo as coisas e acredito que cada um tem seu espaço! E a Redbull foi instruída desde o início do ano a fazer o mesmo.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nos bastidores da invasão, invadiriam somente e só: Zico, eu, Edi e Marcello (com convites para mais uma ou duas pessoas). Todos com camisas brancas e com uma máscara com um X na boca. Nos colocaríamos diante da Redbull sem falas: utilizando a movimentação mais utilitária e rápida que pudéssemos realizar. Se os seguranças viessem atrás, eles seriam deixados pra trás. Se os gringos fossem ajudar, iriam ter que nos pegar primeiro. Se os gringos quisessem se aliar à causa, seriam bem vindos. Tudo terminaria tão rápido quanto começou.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Obviamente cogitamos a invasão do público, assim como cogitamos também a possibilidade de sermos presos, de sermos expulsos do evento ou de inúmeras outras variáveis de final. Infelizmente houve sim contratempos. Se era para fazer um bom protesto, podíamos ter desenvolvido a idéia, criado faixas, meios de chamar mais a atenção e mostrar que nem todos concordavam com o que acontecia naquela noite. Nossa intenção era ser a voz de muitos dos amigos presentes e não presentes.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por motivos avulsos eu não pude fazer parte das demais reuniões (se é que houve). No dia do evento, inclusive, por causa de um outro compromisso, eu havia desistido de acompanhar o AOM (nunca foi prioridade minha ir prestigiar o evento). Cheguei bem mais tarde só que ainda em tempo de ver a invasão acontecer.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pensei até que já tinham invadido e que o que estava acontecendo no show do emicida era a tal apresentação que foi cancelada no dia anterior.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não foi algo justo. Não foi algo que passou de fato a mensagem que havíamos elaborado anteriormente e eu não sei quais rumos levaram ao que aconteceu.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não sei se houve uma grande reunião com todos que entraram na arena. Mas sei que algumas pessoas (os mascarados) estavam ali por motivos justos e defendendo uma causa.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para eles eu estendo minha mão. Mais ainda pela postura de terem ficado até o final da invasão e, após a descida da enxurrada, sustentarem o protesto de forma unida. Obviamente poderia ter sido muito melhor. Se somente eles tivessem subido, muito melhor ainda.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mesmo sem ter invadido, eu assumo minha parcela de culpa na organização. E por esse motivo, em honra aos mascarados e aos idealizadores do protesto, escrevo esse texto para esclarecer o que aconteceu e enviarei uma síntese do ocorrido (e os seus motivos) para a direção da RedBull.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se por conta da confusão não ficou claro o porquê do manifesto, não vejo problema algum em fazer isso diretamente por meio das palavras.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Assino despido de qualquer autoridade. Meu posicionamento contra qualquer coisa que atrapalhe o desenvolvimento do que acredito sempre foi bastante transparente. E acredito que minha postura não seja uma voz única já que encontro os mesmos ideais refletidos em vários amigos com quem caminho junto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A vocês, meus parabéns!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eduardo Rocha&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-4855704172821130442?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/4855704172821130442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=4855704172821130442' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4855704172821130442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4855704172821130442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/08/anarqof-motion-alguns-esclarecimentos.html' title='Anarchy of Motion - Alguns Esclarecimentos'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-5590598816220169595</id><published>2011-05-06T10:53:00.004-03:00</published><updated>2011-05-06T15:54:54.519-03:00</updated><title type='text'>Na pele agora</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-RnPKdD4o-ys/TcP-Ij8ECdI/AAAAAAAAAQU/qEmxI-t0Dr4/s1600/CIMG0172.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-RnPKdD4o-ys/TcP-Ij8ECdI/AAAAAAAAAQU/qEmxI-t0Dr4/s320/CIMG0172.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603601784418601426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem diria não é? Eu realmente fiz uma tatuagem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Já há alguns anos eu cozinhava essa idéia, mas segurei o máximo de tempo até ter certeza de que não estava sendo precipitado. As conseqüências foram pesadas microscopicamente e, como previ, estou extremamente feliz com o resultado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A meu ver, fazer uma tatuagem é (ou deveria ser) uma decisão muito profunda, interna e pessoal. O corpo torna-se uma tela em branco e a pessoa decide imortalizar algo na pele utilizando sangue, dor e suor.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Rapaz... foi uma experiência no mínimo interessante. Quando foi feito o primeiro traço, por pouco, eu não disse pro cara &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Moço, pelo amor de deus, faz a metade do tamanho que eu pedi!”&lt;/span&gt;. Me considero forte pra caralho pra dor. Ela nem era insuportável assim, mas se tivesse que arriscar uma comparação, acredito que se assemelha a uma faca de serra quente desfilando por sua pele. Eu estava sentado, mas suava que nem um porco no sol!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de contorno então... pqp! Com certeza foi a pior parte porque, pelo que senti, a agulha penetra bem mais fundo do que no preenchimento. Em alguns momentos eu trincava os dentes e, quando tentava relaxar e os soltava, meu queixo dava aquelas tremidas como se eu estivesse com muito frio. Não pensei em nenhum momento em desistir, mas quase digo: “&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Véio, será que dá pra terminar o resto amanhã?”&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O treme-treme da máquina por vezes dava a sensação psicológica de anestesia, mas o alívio durava breves segundos. Eram dores lancinantes mesmo! E foi nesse contexto de sofrimento que eu percebi que estava fazendo a tatuagem pela razão certa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Grafei o feto-símbolo do Ibyanga nas costas. &lt;/span&gt;Para alguns é a representação de mais um grupo de Parkour. Para outros é uma associação de membros com interesses específicos. E tem aqueles que diz que é um bando de desocupado que não tem nada melhor pra fazer. O significado pra mim não é nenhum desses.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Por definição, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ibyanga&lt;/span&gt; vêm do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tupi-guarani&lt;/span&gt;: união de "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ibi&lt;/span&gt;" (Terra) com "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ang&lt;/span&gt;"(espírito). Em explicação criada por mim, trocamos o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"I"&lt;/span&gt; por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Y"&lt;/span&gt; porque o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"I"&lt;/span&gt; é uma reta e determina uma só direção a seguir, diferente do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Y"&lt;/span&gt; que é uma bifurcação e exemplifica a pluralidade de caminhos que o Parkour nos ensina. O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"A"&lt;/span&gt; surgiu somente para tornar a sonoridade da palavra fluente aos ouvidos. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Ibyanga: O espírito da terra"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Esse feto simboliza a divisão de minha vida antes e depois do Parkour. O chamado “turning point”. Tudo aquilo que ele me agregou de foda, todas as experiências, as mudanças sutis e bruscas de como encarar o mundo, o aprendizado, o respeito, os amigos, os treinos exaustivos, as horas sem dormir em frente a projetos... Tudo isso, que antes era somente uma marca interna de quem eu sou, encontra-se simbolizado agora, também, no meu exterior.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Minha vivência com o Ibyanga é a mesma do meu descobrimento de como o Parkour é incrível. E por isso eu cheguei à conclusão de que não consigo separar os aprendizados. Através dessa mistura entre eles eu me tornei uma pessoa melhor, um cidadão melhor e um homem melhor. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Algumas pessoas, membros do próprio Ibyanga, vieram me dizer: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Caramba, não sabia que você dava tanta importância ao grupo.”&lt;/span&gt;. Confesso que me assustei um pouco por dois motivos: Achei que já tivesse deixado bastante claro como me sinto em relação a isso tudo e porque eu tinha certeza que todos os que fazem parte do mesmo projeto se sentiam da mesma maneira. Infelizmente (ou felizmente), experiências geram valores e resultados diferentes de pessoa pra pessoa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Eu era 100% leigo no assunto de tattoos, então quando fui procurar meu tatuador perguntei se havia algum tipo de anestésico ou se eu tinha que tomar alguma coisa antes. Ele disse que alguns tatuadores utilizam inibidores locais de dor, só que ele não gostava de trabalhar com isso porque a dor faz com que a pessoa realmente dê valor ao que ela decidiu tatuar.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Filho da puta! Eu não precisava sentir tanta dor pra me mostrar o que eu já sabia faz tempo!&lt;/span&gt; Mas confesso que a colocação dele foi bastante bem-vinda. Cada furada, cada suor que escorria (e como eu suei!), me fazia lembrar de momentos chaves dos últimos 5 anos: A chegada do Bata em Aracaju. Meu primeiro encontro com o Pi e os meninos na rodoviária. O amor, o carinho e a proteção que o Pop desde sempre me passa. O período de 4 meses que treinei com o pulso direito imobilizado. O ano em que passei com tempo de treinar somente das 11 a meia-noite (que por sinal eram momentos de auto-reflexão absurdos!). As viagens sem destino, o companheirismo, os vidros do carro levantado debaixo do sol de meio-dia, os planos pra dominar o mundo, os planos para consertar o mundo, os planos de só reclamar e não fazer nada pelo mundo, a descoberta de que o sofrimento coletivo causa prazer, as conversas e discussões intermináveis, as brigas, as broncas e as mudanças de caráter. Cada agulhada era como um flash e que só me dava mais certeza de que estava ali, naquele momento, pelos motivos corretos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Além de tudo ela vem em muito boa hora. Estou passando por um processo profundo de reavaliação de valores, conceitos, amigos, responsabilidade e pessoas que foram agregadas ao meu cotidiano nos últimos 5 anos. E essa tatuagem é o símbolo de tudo e dessas pessoas que conquistei nesse período; e que representa o que pretendo manter pro resto da minha vida.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Vai ser impossível olhar pra ela e não me recordar de como eu fui e sou feliz por ter descoberto o Parkour e pessoas tão maravilhosas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Pop, Pi, Bata, esse feto é cria da gente. Se cuidem.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-5590598816220169595?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/5590598816220169595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=5590598816220169595' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5590598816220169595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5590598816220169595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/05/na-pele-agora.html' title='Na pele agora'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RnPKdD4o-ys/TcP-Ij8ECdI/AAAAAAAAAQU/qEmxI-t0Dr4/s72-c/CIMG0172.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-1581870983904363553</id><published>2011-03-04T13:53:00.004-03:00</published><updated>2011-03-04T16:54:13.877-03:00</updated><title type='text'>Ajustando-se a necessidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-0lOKWEq6kTE/TXEgEKDibCI/AAAAAAAAAP0/_Myr21aftWY/s1600/comi%2Bsua%2Bflor.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 268px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-0lOKWEq6kTE/TXEgEKDibCI/AAAAAAAAAP0/_Myr21aftWY/s320/comi%2Bsua%2Bflor.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5580276669079514146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Postagem curta somente para deixar registrada as mudanças nos meus treinos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1) Ir para o trabalho de bicicleta todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas semanas atrás eu fui furtado no ônibus e com ele foi-se embora meu cartão de vale-transporte. Desde então tenho ido pro trabalho de bicicleta para economizar a passagem. Sempre reclamo que quanto mais eu faço flow mais eu vejo o quanto minha resistência é ruim. Então nada melhor do que implementar um exercício aeróbico diário pra me ajudar. São duas viagens duplas de ida e volta; o que deve me render pouco mais de 1 hora de pedalada. É pouco, mas continuamente é muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2) Passar a usar essencialmente meu lado esquerdo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz muito tempo que venho adiando a cura pro meu problema de só usar meu lado direito e agora chegou a hora. Desde os últimos treinos tenho me mantido em alerta pra sempre dar prioridade a exigir sempre mais do meu lado esquerdo. Pra você ter idéia, apesar de conseguir climbar com as duas pernas, eu não consigo subir nem um muro de 3 metros se for batendo com a esquerda na parede. Pra mudar isso estabeleci algumas metas a serem cumpridas até o nordestino:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fazer kong já caindo direto na passada aterrisando primeiramente com a perna esquerda.&lt;br /&gt;- Subir muro de 3 metros com a perna esquerda batendo na parede.&lt;br /&gt;- Melhorar o speed e a passadinha (aquele speed rápido colocando a perna de leve no corrimão) pros dois lados.&lt;br /&gt;- Aprender a fazer tic-tac com a esquerda.&lt;br /&gt;- Perder o vício de quando bater tic-tac com a direita puxar a mesma perna direita pro muro/precisão.&lt;br /&gt;-Iniciar minhas passadas com a perna esquerda sem precisar contar passos e sem me atrapalhar.&lt;br /&gt;- Fazer cat-leaps caindo primeiro com a perna esquerda no muro (e climbar eficientemente depois).&lt;br /&gt;- Fazer precisões não paralelas virando meu corpo pro lado esquerdo sem desequilibrar.&lt;br /&gt;- Cravar precisões correndo saindo do chão com a direita (minha única movimentação em que a esquerda é prioridade por causa da flexibilidade que tenho ao levantar a perna direita).&lt;br /&gt;- Aumentar o nível de flexibilidade de minha perna esquerda pra que ela se equipare a direita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início eu vou cair um bocado e minha movimentação será toda zuada. Na verdade já estou com um calombo na lombar porque cai de costas num cat-leap chegando no muro com a esquerda. Tô reaprendendo a usar meu corpo aos pouquinhos e esse é um projeto que pretendo continuar manter por um bom tempo (afinal, eu me eduquei pra dar prioridade ao lado direito durante 25 anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparado ao que estou acostumado, espero que eu tenha muita paciência pra suportar uma movimentação feia, ineficiente e sem potência. Mas que assim seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste final de semana eu completo 5 anos de Parkour. Meu presente pra mim mesmo é esse: Um duddu iniciante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-1581870983904363553?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/1581870983904363553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=1581870983904363553' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1581870983904363553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1581870983904363553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/03/ajustando-se-necessidade.html' title='Ajustando-se a necessidade'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-0lOKWEq6kTE/TXEgEKDibCI/AAAAAAAAAP0/_Myr21aftWY/s72-c/comi%2Bsua%2Bflor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-4593609034587731432</id><published>2011-02-25T09:32:00.004-03:00</published><updated>2011-02-25T14:03:12.589-03:00</updated><title type='text'>O corpo fala</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-GbtDd7l7Dfc/TWeh-PzxstI/AAAAAAAAAPs/yIV5eYAiuxQ/s1600/Corredor.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-GbtDd7l7Dfc/TWeh-PzxstI/AAAAAAAAAPs/yIV5eYAiuxQ/s320/Corredor.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577604754289308370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Percebi que o ser humano quando gosta de algo, naturalmente desenvolve um código para identificar outras pessoas com esse mesmo padrão. Às vezes você reconhece essa paixão por símbolos óbvios e diretos: a faixa preta de uma arte marcial, o quarto pintado com a cor do time de coração, o bíceps de 42 centímetros e até mesmo aquela barriguinha que claramente veio do chopp com os amigos. Ás vezes se descobre por acaso, numa conversa de mesa de bar ou quando o assunto inesperadamente vem à tona. São sinais que disparamos (muitas vezes sem notar) e que acabam por “dar uma prévia” das características que constitui quem somos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na Grécia antiga, um guerreiro espartano era reconhecido pelo seu porte físico e pelo corpo esculpido, recorrente da alimentação controlada e do treinamento rigoroso. O regime de seleção que os bebês eram submetidos fazia com que praticamente todos eles, quando adultos, adquirissem o mesmo biótipo e comportamento (já que o sistema de ensino, treino e alimentação eram os mesmos para todos). Por esse motivo, acredito que um espartano seria capaz de reconhecer outro apenas com uma breve encarada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em se tratando de parkour, notei que existe um código de reconhecimento similar. E esse, até hoje, poucas vezes (ou nenhuma) falhou. Acontece que quando você se dedica muito tempo a subir muros, se pendurar em barras e ultrapassar blocos de cimento, ou então quando você absorve o que chamamos de “essência do parkour”, você se modifica, seu corpo se modifica e seu comportamento também. São três características que revelam muito o tipo de praticante que a pessoa é:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;1 – Os calos da mão&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não adianta. Se eu for cumprimentar alguém e no aperto de mãos eu sentir aquela pele de bebê, lisinha, automaticamente eu não dou um real pela movimentação daquela pessoa ou pelo parkour que ela pratica. Pode me jurar de pé junto que treina cinco vezes por semana e que sobe muro de 7 metros. Dificilmente engolirei alguma palavra. Até hoje não encontrei um só praticante fanático por parkour que não tivesse calos grossos ou estourados na base dos dedos e na palma da mão.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;2 – Cicatrizes e escoriações&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em algumas atividades cicatrizes são enxergadas como troféus ou resquícios de batalhas que se enfrentou. No parkour normalmente está associada ao tracer que durante uma movimentação foi idiota ou negligente. Mas não sejamos hipócritas: todo mundo que treina com afinco e scom dedicação diária acumula cicatrizes: seja na canela (precisões), seja no punho (cat-leaps) ou no joelho (kongs). Obviamente existem cicatrizes e cicatrizes. Há aquelas vindas do erro e da queda, e há aquelas vindas do treino bruto, condensado e constante (similar ao calejamento das mãos). Esse tipo de sinal, às vezes, deixa o entendimento ambíguo: ou o cara é um cara que treina já há muito tempo e passou por “n” situações dentro do parkour, ou então ele é somente um retardado que descobriu a menos de um ano e já acumulou todos os tipos de cortes, arranhões, fraturas e lesões possíveis. Normalmente a prova dos noves é o terceiro e último quesito que observo:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;3 – Comportamentos no espaço que ocupa&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Depois de um tempo, os tracers se tornam cidadãos super interessantes e bizarros. Ande lado a lado com um deles e, inevitavelmente, você o verá desviar a atenção pros corrimãos das fachadas das lojas ou pro topo dos prédios próximos uns dos outros. Como a cidade é o nosso parque de diversões, tudo nela nos chama a atenção e serve como local de treino. Isso pra não falar de quando a gente não se contém e anda na rua se equilibrando nos meio-fios, saltando as fendas das calçadas ou fazendo passadas nas riscas do chão. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando se anda em grupos, mesmo fora de horário de treino, as reações normalmente são as mesmas: &lt;b style=""&gt;“Dá pra fazer aquela precisão!”, “Êta cat-leap distante!”, “Um dia eu vou treinar aí!”&lt;/b&gt;. Se as vezes você não verbaliza, você pensa. É como um bando de tarados andando numa cidade onde todas as mulheres são absurdamente gostosas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vale lembrar que não adianta enrolar a si mesmo: o tempo de treino que uma pessoa tem não é contado a partir do momento que ela conheceu o parkour, mas sim com o quanto ela se dedica a ele e treina regularmente. Um ano treinando três vezes por semana é mais do que três anos treinando somente aos domingos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sei que preconceito é algo feio e que devemos evitar ao máximo possível. Mas, pra mim, não existe meio-tracer ou semi-praticante: Ou você é ou então você morre de inveja de quem treina de verdade e fica sorrindo de orelha a orelha tentando se enturmar.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-4593609034587731432?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/4593609034587731432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=4593609034587731432' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4593609034587731432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4593609034587731432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/02/o-corpo-fala.html' title='O corpo fala'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GbtDd7l7Dfc/TWeh-PzxstI/AAAAAAAAAPs/yIV5eYAiuxQ/s72-c/Corredor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-5592557749962813741</id><published>2011-01-20T08:59:00.003-03:00</published><updated>2011-01-20T09:59:11.156-03:00</updated><title type='text'>Desabafo de um futuro ex-míope</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TTgkfF4z_SI/AAAAAAAAAPg/8nX79ofM9sU/s1600/Oculos.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 248px; DISPLAY: block; HEIGHT: 198px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5564237456191257890" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TTgkfF4z_SI/AAAAAAAAAPg/8nX79ofM9sU/s320/Oculos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Eu sei que o final de dezembro e o início de janeiro é o momento onde todo mundo acredita que o novo ano será o ano de suas vidas. São traçadas as mais variadas (e loucas) metas e que muitas vezes, por um motivo ou outro, não são cumpridas em tempo hábil. Há ainda os casos isolados, mas freqüentes, onde a preguiça e a comodidade reinam e quando dezembro chega novamente nem sequer lembramos dos votos e promessas que fizemos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Nunca fui uma pessoa de contar tempo e nem de me empolgar com esse tipo de prática. Mas eu seria ignorante de não perceber quando a maré está pra virar. E por uma cadeia de acontecimentos recentes eu me asseguro e afirmo: Esse ano será o meu ano!&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;E o maior dos acontecimentos dele (e dos últimos 23 anos em minha vida) acontecerá agora na próxima segunda-feira, dia 24 de Janeiro: Minha cirurgia de refração!&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Contextualizando, eu sou míope desde os dois anos de idade. Não sei ao certo se já nasci com miopia ou se os inúmeros problemas que passei nos primeiros anos de vida foram os responsáveis por ela.&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;O que interessa é saber que hoje tenho 25 anos, 9 graus em de miopia e 1 grau de astigmatismo em cada olho. Pros que não entenderam nada, isso é considerado um caso tão avançado que os médicos me indicam que seja feito mapeamento ocular anual por que sou candidato a descolamento de retina (um “acidente” que pode me deixar cego ou com a visão mais comprometida ainda).&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Para ter idéia de como minha visão é sem os óculos basta imaginar que eu sou incapaz de identificar pessoas que estejam mais distantes do que meio metro. Se for com um metro, eu ainda sou capaz de te reconhecer, mas só se já tiver gravado a forma do seu corpo, do seu rosto ou a cor da roupa que está usando. Ler a distância? Nem outdoors com fontes gigantescas e nem aquele “M” gigante que fica em cima dos Mc Donalds (de qualquer distância)...&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Mas esses ainda são pormenores na vida de um míope. Para mim, o grande problema sempre foi à perda de qualidade de vida e a dependência. Quando perco meus óculos, ou eles quebram, eu me torno um ser parasita. Simplesmente não há condições de me orientar, locomover ou viver sem ter alguém que me providencie todas as referências que me faltam. Alguns de vocês que lerem esse texto convivem comigo e já devem ter passado por uma ou outra situação ao meu lado. Pois saiba que além de ser embaraçoso e incômodo, normalmente eu sinto muita vergonha.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Outro, e tão importante quanto, problema na vida de um míope, é a limitação do mundo e do espaço a sua volta. Atividades que para todos são normais e corriqueiras, para nós, não passam apenas de vontades não realizadas. Coisas muitas vezes simples como usar um óculos escuro, assistir cinema 3D, mergulhar com óculos de natação e cair cansado no sofá e dormir sem se preocupar.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Isso pra não comentar do valor estético: óculos para muitos são acessórios de aprimoramento de beleza, para mim são artefatos do enfeiuramento. Convenhamos, tem que ser mais míope que o míope para achar que um óculos onde a lente tem a espessura do seu dedo deixa o cara “bonito”. Todos os anos era uma briga sem fim com os oftalmologistas e óticos: &lt;b&gt;“Moço, pelo amor de deus faz essa lente ficar fina!”.&lt;/b&gt; Os processos para isso custavam cerca de 500 reais (só nas lentes) e ainda assim o resultado final me causava mais revolta do que alívio.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Já falei tão mal de tudo e ainda nem entrei na prática de atividades físicas, né?&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;Uma vez, durante o campeonato sergipano de ginástica, me senti extremamente humilhado porque a banca de arbitragem não me deixou executar meu salto sobre o cavalo com meus óculos. Sem eles eu literalmente entrei no cavalo e me estabaquei sem honra e sem dignidade do outro lado. O que me irritava e fazia a lágrima descer é que eu era favorito ao título nesse dia. Depois de uma confusão, meu técnico conseguiu que meu segundo salto fosse feito com óculos e, como contaria a nota do maior, consegui sair de lá com o ouro no peito. Mas como podem ver, nem ele foi capaz de apagar a “ferida” internalizada naquele dia.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Hoje no Parkour eu tento levar minha condição de míope sem estresse e na brincadeira. Desde o primeiro dia tive a idéia de ir num armarinho e comprar elásticos de roupa para prender meus óculos no rosto, e por esse motivo que tenho liberdade para correr e girar o rosto bruscamente sem que ele saia voando por aí. O que incomoda enormemente e atrapalha minha movimentação é que eu não tenho visão periférica! Só enxergo e considero os elementos ao meu redor que estão dentro do meu campo de visão (que é determinado pelo tamanho da minha lente). Ou seja: cerca de metade de minha visão continua prejudicada mesmo com os óculos. Todas as margens (superior, inferior, lateral esquerda e direita) inexistem. Pra enxergar completo, ou saber o que está acontecendo ao redor, eu preciso virar o rosto. Isso é muito ruim porque prejudica os cálculos que precisamos fazer nas precisões, nas passadas, nos laches. Prejudica até mesmo o meu correr, pois eu corro enxergando o que está à frente e detalhes laterais exigem que eu vire o pescoço pra tomar conhecimento.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;E ainda tem o problema de o óculos dar uma “tremidinha” na cara durante um salto ou uma movimentação mais pesada... hahahahahuhauhhua! Já pensou você no meio da precisão de barra pra barra e sua visão embaçar completamente e voltar milésimos de segundo depois? Pois é. Enfrento isso com certa freqüência e te digo que é horrível, assustador e frustrante (principalmente quando te faz errar a movimentação ou se machucar).&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Mas o momento de lamentar está acabando. São somente mais cinco dias até a cirurgia e pra quem já esperou 23 anos isso é fichinha de suportar.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Eu queria falar um pouco de como ela será, da minha expectativa, do pré e pós-operatório, mas essa postagem já ficou maior do que deveria. Acredito que o mais importante com ela já foi alcançado: colocar em palavras aqui o quanto estou ansioso por isso e o quanto esse passo significa pra mim. É uma das mudanças mais drásticas da minha vida e, ao mesmo tempo em que estou com medo, estou também excitado pelo que me aguarda e de como será o meu novo mundo depois dessa segunda-feira.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Espero te ver em breve depois dela. Te ver... vendo.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-5592557749962813741?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/5592557749962813741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=5592557749962813741' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5592557749962813741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5592557749962813741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2011/01/desabafo-de-um-futuro-ex-miope.html' title='Desabafo de um futuro ex-míope'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TTgkfF4z_SI/AAAAAAAAAPg/8nX79ofM9sU/s72-c/Oculos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-7007092890938538159</id><published>2010-12-30T16:12:00.004-03:00</published><updated>2010-12-30T16:31:56.770-03:00</updated><title type='text'>Medroso não, previdente!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TRzZ9sI2u8I/AAAAAAAAAPY/EPrn0pKBifo/s1600/Altura.jpeg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TRzZ9sI2u8I/AAAAAAAAAPY/EPrn0pKBifo/s320/Altura.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5556555694111898562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapedefaults ext="edit" spidmax="1026"&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;o:shapelayout ext="edit"&gt;   &lt;o:idmap ext="edit" data="1"&gt;  &lt;/o:shapelayout&gt;&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Embora não pareça eu não tenho medo de altura. Tenho sim, medo de me machucar, o que transforma tudo numa situação completamente diferente.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quem já me viu treinar alguma vez, pode facilmente ter percebido que não sou bem um tracer dominado pela adrenalina, fascinado pelo mais distante ou ansioso pra fazer o que existe de mais alto. As duas coisas que mais me fizeram apaixonar pelo Parkour foram às corridas desenfreadas e os flows ininterruptos. E pra ser bastante sincero, acredito que a alma da atividade seja essa mesmo. Então, obviamente, eu tenho sempre em mente, em cada movimentação que executo, a obrigação interna de trabalhá-la para ser mais veloz sempre e sempre.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outra característica minha que pude notar com os anos é que, embora eu faça algumas coisas muito bem, não sou bem um especialista em determinação (talvez já tenha sido um dia). Hoje eu treino de tudo, sei um pouquinho de cada tipo de técnica e por isso, nos flows, consigo sempre me virar muito bem com as armas que disponho.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas me ver nas alturas é algo muito raro. E isso acontece basicamente por ação do meu instinto de conservação. Na minha mente, não se trata de uma questão de correr riscos, mas sim de não atentar o cão com reza e não dar chance de acontecer o que eu não posso controlar! Eu faço. Eu sei. Eu consigo. Mas não faço e ainda continuo tendo a certeza que sei e que consigo. E o pior é que todas as vezes que faço algo que não ache desnecessário ao meu objetivo com o Parkour, eu fico com aquela sensação de &lt;b style=""&gt;“Tá legal, Eduardo... e provou isso pra quem? Você já sabia que conseguia... correu o risco de acontecer algo de ruim por quê?”.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Existem situações no Parkour onde qualquer deslize (seu, do material, do acaso, das pessoas a sua volta, da atmosfera ao seu redor, da bomba que explodiu ao fundo...) pode te trazer uma conseqüência drástica pro resto da sua vida. E eu amo demais viver! Demais mesmo! Meu salto pode ser perfeito, eu posso estar perfeito naquele momento, mas tudo de ruim ainda assim pode acontecer e eu gosto demais de minha vida pra colocá-la a disposição do deus-dará.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Meu parkour é rasteiro. Eu quero correr e passar tudo rápido, basicamente. Nunca senti necessidade (e nem vontade) de saltar de um telhado pro outro ou cravar aquela precisão de 6 metros de altura. Porque na verdade eu sempre tenho medo de me machucar. Eu sempre treino Parkour com muito medo. É tanto que se já treinou comigo você sabe o quanto eu testo tudo! É mMedo de que o galho esteja podre, medo de que o muro não esteja firme, medo de o que não pude testar antes se torne meu inimigo, medo de que a barra que parece segura tenha conseguido me enganar... E eu consigo facilmente continuar essa lista.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Enquanto treino minha mente avalia todo o espaço ao redor e tenta calcular todos os riscos em que me encontro exposto. Tudo aquilo que não contribua para que eu atinja o meu objetivo de ser um cara extremamente rápido, normalmente é descartado. E tudo aquilo que possa me colocar em um risco onde a falha do universo (não a minha) possa me machucar, também é descartado.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;Eu sei que não posso ser controlador total do meio em que me encontro e que isso é uma trava psicológica que eu devo romper. Mas às vezes me pergunto: Devo mesmo, e por quê? Não sou eu o cara que acha ruim quando dizem que Parkour é uma atividade arriscada?&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estou seguro em dizer que as habilidades que tenho hoje já me satisfazem. Claro que tenho muito a lapidar. Muito a compreender sobre mim mesmo e muito mesmo a me disciplinar. Meus treinos atuais têm se dedicado a isso: aumentar ainda mais minha velocidade, ficar mais forte, ter mais fôlego pra agüentar flows por mais tempo e realizar minhas movimentações de forma aceitável aos meus padrões de segurança e ego. O resto pra mim são anexos (entenda por isso: coisas não tão primordiais, mas que ainda assim fazem e farão parte dos meus treinos).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não precisa se preocupar pois embora pareça essa não é uma postagem de comodismo e sim um reconhecimento de quem eu sou no Parkour, quais os valores que me orientam e pelos quais eu vou lutar pra alcançar. Definido tudo isso: hora de trabalhar!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-7007092890938538159?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/7007092890938538159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=7007092890938538159' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7007092890938538159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7007092890938538159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/12/medroso-nao-previdente.html' title='Medroso não, previdente!'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TRzZ9sI2u8I/AAAAAAAAAPY/EPrn0pKBifo/s72-c/Altura.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-5023127544956017385</id><published>2010-12-14T16:37:00.010-03:00</published><updated>2010-12-15T11:33:53.545-03:00</updated><title type='text'>Anteriormente em... e Futuramente em...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TQfP8S3PUDI/AAAAAAAAAPE/WiA2MKu7kOw/s1600/Pooh.JPG"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 283px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TQfP8S3PUDI/AAAAAAAAAPE/WiA2MKu7kOw/s320/Pooh.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5550633700520054834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Oi. Sabe quem sou eu? Aquele cara da foto ali do canto e que costumava postar aqui de 15 em 15 dias... Mas acontece que eu comecei a ser melhor remunerado por outros blogs e só agora que eu fui lembrar que isso aqui ainda existia.Tá. Óbvio que eu tô mentindo.    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não fui contratado por nenhum outro blog e muito menos eu tinha esquecido desse daqui. E seria meio difícil isso acontecer uma vez que toda hora alguém me lembra que estou em atraso com as postagens. Muito obrigado por isso, viu? Fico muito feliz em saber que o meu aprendizado de certa forma acaba servindo para o de quem lê também. (Taci, Bjo!)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Então essa postagem não terá um tema fixo. Vou somente prestar contas pelo meu sumiço e esperar que o meu perdão venha com as novas atualizações que, por incrível que pareça, foram sendo anotadas por mim em um bloco de notas durante todo esse tempo. &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Começando pelo &lt;a href="http://www.pulodogato.parkour.com.br/"&gt;www.pulodogato.parkour.com.br&lt;/a&gt;. Para as pessoas não ligadas ao Parkour esse site e nada é a mesma coisa. Mas saibam que o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pulo do Gato&lt;/span&gt; foi o grande vilão do meu sumiço. Trata-se de uma empreitada iniciada por mim e pelo Jean Wainer e que desde fevereiro desse ano (mais ou menos quando eu sumi) trás o máximo de informação possível para praticantes de Parkour.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Falando sério, sem brincadeiras ou hipérboles: só quem está por detrás tem noção de como assumir uma responsabilidade no nível do PdG é desgastante! Já houve casos de eu correr pra atualizar o blog durante uma viagem, ou então acordar assustado por ter esquecido do prazo para entrega do Saut de Cast (podcast semanal do site). Olha... é algo que assumi de coração e por amor ao Parkour. Não me arrependo um único dia, mas reclamo e reclamarei eternamente pra caralho! Dá uma passada lá de vez em quando e reclama do que não gostar pra me fazer feliz!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Projetos dentro do Parkour é o que não faltam. Esse ano fica marcado na história do Parkour Sergipe porque em 5 anos tivemos o maior boom de organização. Levantamos aos trancos e barrancos e mediante muita conversa e pontapés a &lt;b style=""&gt;Associação Sergipana de Parkour&lt;/b&gt;. Tudo está crescendo de forma bem gradativa. Sem apressarmos nada e prefiro que seja assim para que a gente aprenda realmente a melhor forma de conduzir as variadas opiniões e tomemos os melhores rumos. O site também já está no ar (&lt;a href="http://www.aspk.org.br/"&gt;www.aspk.org.br&lt;/a&gt;), mas como puderam notar ainda o estamos deixando 100% funcional. Não sei definir quem teve mais importância pra mim em 2010 se a &lt;b style=""&gt;ASPK&lt;/b&gt; ou o &lt;b style=""&gt;PDG&lt;/b&gt;... Tenho muito orgulho de fazer parte disso.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Falando rapidamente da vida parkouriana esse ano teve &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Encontro Amiguense de Parkour &lt;/span&gt;(fodasticamente organizado pela ASPK), várias visitas sem que fossem necessários encontros (onde vieram para minha casa pessoas por quem eu devoto a parte colorida do meu coração), encontros variados (como o carioca, baiano, virada esportiva...). Vixe! Cada um com seu valor especial e que me proporcionou momentos únicos.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ultimamente estou focado em trabalhar em cima do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4º Encontro Nordestino de Parkour&lt;/span&gt;, que acontecerá aqui em Aracaju dos dias 21 a 24 de abril e que, se depender de nosso trabalho, será uma das melhores edições realizadas do evento (digo isso porque eu estava também por trás das outras três...).&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E pra fechar o assunto “Parkour”... eu perdi o Encontro Brasileiro desse ano.... pois é! P-E-R-D-I!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fico até envergonhado de conversar com os Omnis e com meus amigos que tinham minha presença nele como certa. Acontece que é um dos eventos mais esperado por todos e que nesse ano teria um gosto ainda mais especial: A reviravolta que aconteceu no Parkour do Rio de Janeiro. O encontro carioca foi uma escola de aprendizado pra mim e eu esperava aprender ainda mais no brasileiro. Os Omnis são simplesmente fodas. Os cariocas que eu não conhecia antes são fodas. E, só por ter perdido a oportunidade de estar mais uma vez com essas pessoas, eu já estou me chicoteando diariamente.&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas eis o bom motivo: Não pude ir pro evento porque tive que gastar o meu dinheiro com exames para minha&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; cirurgia de miopia&lt;/span&gt;!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Você leu certo! Vou deixar mesmo de ser semi-cego!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De última hora meu médico me solicitou dois exames em cada olho que somavam 500 reais. A quantia desfalcou meu bolso e me impediu de comprar as passagens do brasileiro (que estavam entre 800 e 1000 reais). Confessa vai! Foi um bom motivo não foi? Tenho certeza que os omnis e meus amigos irão me perdoar quando me virem pulando lindamente por aí (não... não irei fazer plásticas também... imbecil!).&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estou às vésperas da cirurgia e me cagando de medo. Vou utilizar o método PKR e pelo que já andei lendo sobre a cirurgia (não tive coragem de ver o vídeo) trata-se de uma cirurgia mesmo, com direito a tudo de ruim que uma cirurgia tem. E eu que achava que só iriam aplicar colírio no meu olho, mandar olhar pra luzinha e então já voltava pra casa com olhos de águia...&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Minha vida no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;trabalho&lt;/span&gt; está ótima. Enfim foi instaurada a normalidade e não tenho muito do que reclamar. E minhas férias serão depois de abril. Se preparem pra me ver sumir de novo nesse período, pois eu espero viajar o mês inteiro!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Minha vida na&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; faculdade&lt;/span&gt; está ótima também: perdi todas as matérias do período 2010/2. Isso significa que me formarei somente no final de 2011. Mas pudera também... eu simplesmente NÃO CONSEGUIA ficar acordado nas aulas chatas de Estágio Supervisionado, daí resolvi ficar dormindo em casa mesmo. =x&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Se tenho &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;metas para 2011&lt;/span&gt;? Várias! E dentre elas:&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Colocar em prática os projetos em andamento da ABPK.&lt;br /&gt;- Terminar toda a parte de organização da ASPK e mantê-la funcionando perfeitamente.&lt;br /&gt;- Alavancar ainda mais o GT, o Ibyanga, o Parkour Nordeste, o PdG e o Portal Parkour.&lt;br /&gt;- Me operar dos 9 graus de miopia que me perseguem desde os dois anos.&lt;br /&gt;- Começar aula de canto.&lt;br /&gt;- Passar em um concurso público.&lt;br /&gt;- Aprender a dirigir (embora eu já tenha carteira).&lt;br /&gt;- Concluir minha faculdade.&lt;br /&gt;- Ter mais paciência com gente burra.&lt;br /&gt;- Assistir o máximo de musicais em São Paulo e no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;- Melhorar meu físico ao ponto de ter vergonha do meu estado atual.&lt;br /&gt;- E escrever novamente no mês de dezembro uma postagem repleta de comemorações. &lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No mais gostaria de agradecer a todas as pessoas que fizeram parte de meu 2010. Seria impossível listar todas elas aqui, pois tem gente que me faz um bem diário e eu nem mesmo os conheço!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mãe, Pai, Rick, Cíntia, Nick, Gigi, Carol, Gabriel, Vó, Guga, Léo, Fábio Gomes, Pi, Pop, Bata, Inha, Pri, Túlio, Pipou, Jarbas, Jean, Beto, Cida, Solange, Uilian, Wallace, Lipe, Ícaro, JJ, JC, Raxaman e alguns que eu esqueci, mas que sabem que mereciam esse mesmo destaque... meu ano não seria o mesmo sem vocês!&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Que venha 2011!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;PS: E eu prometo que essa não será ainda a última postagem de 2010. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-5023127544956017385?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/5023127544956017385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=5023127544956017385' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5023127544956017385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5023127544956017385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/12/anteriormente-em-e-futuramente-em.html' title='Anteriormente em... e Futuramente em...'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TQfP8S3PUDI/AAAAAAAAAPE/WiA2MKu7kOw/s72-c/Pooh.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-5974257873374346308</id><published>2010-08-24T14:59:00.014-03:00</published><updated>2010-08-25T10:17:04.385-03:00</updated><title type='text'>Amiguense de Parkour</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/THURTHbXB-I/AAAAAAAAAOU/I3m6tU79-hg/s1600/amiguense2010.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 307px; DISPLAY: block; HEIGHT: 288px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509328739266660322" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/THURTHbXB-I/AAAAAAAAAOU/I3m6tU79-hg/s320/amiguense2010.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante a elaboração desse encontro nos fomos questionados: &lt;strong&gt;“Porque um nome tão feio e com erro de português?”&lt;/strong&gt; e ouvi ainda conselhos do tipo &lt;strong&gt;“Com um nome melhor vocês conseguem mais patrocínios.”&lt;/strong&gt;. A explicação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008 aconteceu a primeira edição. Nessa época eu fazia mais treinos fora do estado do que aqui em Sergipe. As pessoas que tinham começado a treinar comigo subitamente encontraram coisas mais importante pra fazer; e os até então “atuais” não levavam os treinos a sério e só apareciam de vez em nunca. Não havia comprometimento e por isso eu viajava quase todos os finais de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse motivo, não me lembro se o Edi ou o Bata, teve a brilhante idéia: &lt;strong&gt;“Você viaja tanto pra treinar nos nossos picos, agora é nossa vez de ir todo mundo treinar nos seus. Se vire!”.&lt;/strong&gt; Me desesperei quando esses idiotas convidaram gente de 3 estados pra vir pra vir pra Aracaju.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu era sozinho, não tinha estrutura e não fazia idéia de como me organizar. Mas a vontade de ter essas pessoas por perto e na minha cidade era superior ao medo de dar tudo errado. Corri que nem um doido e arrumei uma casinha pra alugar que serviu de abrigo pra todo mundo (no café, pão com mortadela... e no almoço, pão com mortadela). HUAUHHUAHUAAHUHUHUA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro foi inesquecível, mas até o último dia ele não tinha um nome (encontro é apenas uma desculpa para rever os amigos). Numa das muitas conversas eu soltei: &lt;strong&gt;“Isso aqui tá mais pra um encontro amiguense”&lt;/strong&gt;. O nome pegou e no ano seguinte eu já escutava a cobrança de pessoas que nem tinham vindo pro primeiro: &lt;strong&gt;“Quando terá de novo um Amiguense de Duddu?”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois anos se passaram. As pessoas amadureceram, o Parkour Aracaju e o evento também. Na terceira edição que aconteceu no último final de semana, disponibilizamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Alojamento com colchões, banheiro e ar condicionado para todos os participantes (inclusive os de Aracaju);&lt;br /&gt;- Almoços e camisas gratuitas;&lt;br /&gt;- Água acessível nos alojamentos e treinos;&lt;br /&gt;- Ônibus fretado para transporte dos tracers pro treino de madrugada;&lt;br /&gt;- Autorizações para treinos em todos os picos que precisamos;&lt;br /&gt;- E fomos buscar pessoalmente cada um na rodoviária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isso apenas pelo prazer de receber elas em nossa casa. Desde antes da organização do evento dissemos: &lt;strong&gt;“Só se preocupem com o dinheiro da passagem e com as demais alimentações.”.&lt;/strong&gt; O resto, a gente banca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sergipe é o menor estado do Brasil e ainda assim conseguimos com nossa iniciativa trazer 35 pessoas de fora pra treinar e conviver. Estatisticamente isso é muito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Amiguense não é um encontro exclusivo da panela. É um encontro que tem como objetivo tratar todos os participantes como amigos e deixar bem claro: &lt;strong&gt;“Venha! A gente faz questão de ter você aqui com a gente!”. &lt;/strong&gt;E isso não é da boca pra fora. Dos 35 visitantes eu já conhecia 30. São amigos encontrando amigos e fazendo novos amigos. E é claro que isso regado a treinos de Parkour até o seu corpo dizer que não agüenta mais (que foi justamente o que aconteceu com a maioria).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tudo isso eu não posso acabar a postagem sem tocar na ferida de muitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto de gringos-showman porque isso claramente desvia o foco dos treinos para a “estrela” e serve como catalizador de moda-cabeça-de-bosta pro evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto de mídia porque ela torna o ambiente tenso e inibe a espontaneidade dos participantes. Quando é utilizada com bom senso ela é uma mão na roda e ajuda a melhorar a condição do Parkour na cidade e no Brasil. Mas não é isso que normalmente vemos acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto de cobrar taxas porque isso claramente limita a chance de mais pessoas vir ao evento. Treino com pessoas maravilhosas e que não tem dinheiro nem pra pagar o ônibus pra sair de casa pra treinar, imagine o que falar de um amigo que mora em outra cidade e que já tem que se preocupar com a saída de seu estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom encontro de Parkour, pra mim, reside na felicidade e na descontração durante todo o evento. É você abrir as portas e um sorriso para que todas as pessoas, sem restrição de poder aquisitivo, naturalidade ou qualquer outro meio de segregação, possa participar e doar um pouco de si ao evento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferente do que muitos argumentam, é possível sim fazer um encontro de qualidade, bem organizado e com objetivo único e exclusivo de reunir praticantes, treinar pra caralho, ser feliz pra caralho e com tudo isso acontecendo gratuitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabamos de provar isso (novamente) no último final de semana. E olha que o patrocínio que arrecadamos (batendo de porta em porta e recebendo vários “nãos”) não seria suficiente pra pagar nem a ida de um gringo até o aeroporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já dito milhões de vezes nesse blog, essa é apenas a minha opinião. Não sou "o" certo. Não sou contra o que fazem os organizadores de eventos de Parkour (até porque a grande maioria eu conheço e são grandes amigos). E muito menos estou dizendo que me recuso a ir a eventos que não se enquadrem em meus termos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se prestar atenção lá em cima eu disse que “não gosto”. Apenas isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes prefiro ir pro encontro &lt;strong&gt;Pirapozinho de Parkour &lt;/strong&gt;anunciado no blogspot dos meninos, do que pro &lt;strong&gt;Brazilian-Senegal International Parkour Meeting&lt;/strong&gt;. Não diminuindo o mérito de um em função do outro, mas afirmando claramente onde eu me sentiria melhor adaptado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto puder, eu vou continuar fazendo meu 110% pelos encontros que realizar, pelo Parkour e pelos tracers. E estou muito feliz em ver que existem pessoas dispostas a fazer o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/THUXRdAuNlI/AAAAAAAAAO0/RPslA7zB5pY/s1600/Amiguense.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 146px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509335307770541650" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/THUXRdAuNlI/AAAAAAAAAO0/RPslA7zB5pY/s320/Amiguense.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Obrigado a todos por mais um Amiguense inesquecível!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-5974257873374346308?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/5974257873374346308/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=5974257873374346308' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5974257873374346308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5974257873374346308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/08/amiguense-de-parkour.html' title='Amiguense de Parkour'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/THURTHbXB-I/AAAAAAAAAOU/I3m6tU79-hg/s72-c/amiguense2010.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-7806748452162501126</id><published>2010-08-14T10:39:00.007-03:00</published><updated>2010-08-18T11:52:06.755-03:00</updated><title type='text'>Não coma do chão!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TGa3Iq38UBI/AAAAAAAAAOE/VHebRedcgKU/s1600/duddub.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 218px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TGa3Iq38UBI/AAAAAAAAAOE/VHebRedcgKU/s320/duddub.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5505288954082775058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QIOUPWIUPUEIUQIWIPOQIUPOWIPQIWUIQUIOWYQIUYWUQYUWIIUOQW Foi mau aí, mas é que não tem como começar essa postagem sem dar uma boa risada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bicho... é que eu escuto esse tipo de frase todos os treinos! &lt;strong&gt;“Não coma do chão!”&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;“Não pegue isso!”&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;“Largue de ser nojento!”&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;“Parece uma criança!”&lt;/strong&gt;. E o pior é que quem fala tem talvez um pingo de razão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dando um mergulho no passado a gente encontra um duddu miniatura, já com óculos de garrafa, estatura semi-franzina e serelepe como toda criança em seus 6 anos de idade. Reza a lenda (e a capacidade de memorização das mães é incrível!) que nessa idade era um tormento sair na rua comigo. Como a quantidade de doces que eu ingeria era rigorosamente controlada, meus pais não podiam bobear porque qualquer bolinha de cor diferente que eu visse no chão já ia pra boca. Vocês dariam risada se escutassem minha mãe dizer que eu descolava chicletes pisados no meio fio e depois os mastigava esbanjando felicidade. Muitas vezes dava até pra ouvir os “crec!” do meu dente mastigando aquela borracha cheia de areia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu cresci, né? E com noções básicas de higiene, cinturãozadas dos pais e a pressão social (a mesma que inibe a movimentação livre das crianças) o velho hábito de comer coisas estranhas desapareceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E demoraram 14 anos para que o Parkour fizesse acordar aquele ser "nojento" reprimido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calma! Calma! Não estou falando que peguei o hábito de mascar chiclete com terra! Mas sim do fato do Parkour ter me reeducado a ouvir o que eu quero fazer e aprender a ignorar o que querem que eu faça. Essa é uma ferramenta poderosa e que só deve ser colocada em prática quando se têm bom senso pra discernir até que ponto você não prejudica as pessoas a sua volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Parkour transforma a forma como você enxerga o mundo. E por mundo não estou falando da arquitetura das construções ou do senso de proteção à natureza. Estou falando da redefinição de valores. A reforma íntima que cada praticante sofre. O novo guia de &lt;strong&gt;“como devo viver em comunidade”&lt;/strong&gt; e o novo grau de tolerância às diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes minha situação no final de um treino é deplorável. Cara suja, roupa suja, mãos pretas e abertas de calo, calça rasgada na bunda e uma camelback fudida e nojenta nas costas (isso pra não falar do fedor!). É o quadro perfeito de uma criatura pronta para ser marginalizada. Mas será que preciso dar tanta atenção ao que irão pensar de mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dias de chuva eu entro em ônibus lotados e ainda assim existem cadeiras vazias porque uma janela aberta deixou a chuva molhar os acentos. Quando isso acontece meu sorriso se estende de orelha a outra. Todos ignoram o molhado, eu vou como um míssel em direção a ele. Afinal, aquilo é somente água e não ácido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando o biscoito que acabei de tirar do pacote cai no chão? Se ele não tiver caído em merda de cachorro ou em escarro de bêbado... Eu vou comer! &lt;strong&gt;“Ai que vergonha!”&lt;/strong&gt;. Porque? Vergonha é desperdiçar comida quando tantas pessoas (e eu mesmo) estão com fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em praças de alimentação é que eu faço a festa! O cara compra um lanche CARÍSSIMO porque os amigos todos fizeram o mesmo, e então não agüenta comer a metade. Ele se levanta e deixa pra trás aquele punhado de batata frita que irá diretamente para o lixo! Pelo meu kong precisão!!! O que me impede de sair do lugar e retirar gentilmente as batatinhas antes que a servente chegue primeiro? Não é nojento. É econômico! Mata a fome e diminui o desperdício. Não causei mal a ninguém e nem irei pegar uma doença terminal. Então porque não o fazer? Porque as pessoas ao meu lado irão notar? Porque pode ter um amigo meu de faculdade secretamente me observando? Eles que vão cuidar de sua própria vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Parkour trabalha esse lado mais ogro e “irracional” do ser humano. Estou acostumado a ver sangue na minha canela, lidar com cascas de ferida, com pús nos calos, lama, lodo, bosta humana nos picos e por isso não tenho tempo e nem saco pra frescuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem me viu nos últimos 6 meses deve ter reparado que meu óculos está remendado no meio. Ele abriu em dois pedaços quando eu calculei um cat errado e bati a cara numa árvore. Mas seria justo comigo mesmo (e com meu bolso) gastar 500 reais em um óculos novinho sendo que esse ainda me serve? Bastou uns toques de Magyver do meu pai e voilá! Tô enxergando de novo! Aqui no trampo essa semana até começou uma campanha &lt;strong&gt;“vamos dar um óculos novo pro duddu”&lt;/strong&gt;. OIUWUQIUWIPOQIOPWUIPOUQIUIWOIQOP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Oi mosquinha você ficou grudada no meu pudim? Caiu no meu pão? Não tem problema! Eu retiro o pedaço que você tocou e como o resto.”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Moço não vai querer mais a coca-cola de 600 ml? Eu tomo o resto pelo senhor pra que não se desperdice. Já economizo o dinheiro do meu próximo lanche.”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“Não tem copo? Olha... tem um descartável ali no chão... vamos dar uma lavada nele que ele fica novinho!”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada dia tenho mais raiva de quem tenta me obrigar a manter a etiqueta e as aparências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olha que eu sou limpo, viu? Vocês precisam escutar as estórias do Pop bebendo água empoçada da chuva como se fosse um cachorro na sarjeta... mas essa fica pra um outro dia. ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-7806748452162501126?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/7806748452162501126/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=7806748452162501126' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7806748452162501126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7806748452162501126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/08/nao-coma-do-chao.html' title='Não coma do chão!'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TGa3Iq38UBI/AAAAAAAAAOE/VHebRedcgKU/s72-c/duddub.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-468608270096601818</id><published>2010-06-15T15:43:00.008-03:00</published><updated>2010-06-15T21:09:02.004-03:00</updated><title type='text'>Do Verde ao Amarelo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TBfN_ii4BHI/AAAAAAAAANM/EXou5gtUIRI/s1600/amarelo-e-verde-5dbe3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TBfN_ii4BHI/AAAAAAAAANM/EXou5gtUIRI/s320/amarelo-e-verde-5dbe3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483077562835403890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Muro verde&lt;/span&gt;. Não gosto desse frio na barriga. A respiração começa a ficar ofegante, o coração a pulsar mais rápido e quase consigo sentir a adrenalina sendo descarregada na corrente sangüínea. Faltavam &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;poucos segundos&lt;/span&gt; pra eu sair em disparada. Basta que o skatista desça a rampa para eu poder sincronizar meus movimentos com o dele e a gente não colidir. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Poucos segundos”&lt;/span&gt; é também a minha meta do verde ao amarelo. Ele desceu! Eu corri!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira passada no chão liso me fez saltar um rio de lava imaginária. A segunda atravessou uma fenda real. Sincronia boa de braços e pernas e quando dei por mim já voava em direção ao muro. Segurei de um jeito péssimo e por isso o cimento comeu um pouco de pele dos meus dedos. Precisei ajeitar o corpo e em seguida me lancei por cima do corrimão do half.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Droga! O cara do skate começou a voltar! Se eu mantenho o percurso em linha reta bato de frente com ele. Um obstáculo móvel seria legal. Acho que consigo desviar fácil, mas seria imprudente confiar somente nisso. Não sei com quem estou lidando e nem se ele é do tipo que pensa rápido. Melhor não arriscar. Vou pelo lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desvio a corrida e consigo numa boa desmontar do half pro chão. Joguei com um pouco mais de força porque sabia que a chuva tinha feito lama com o gramado. Se sujasse o tênis teria que dobrar a atenção com a aderência. Aterrissei no cimento, bati as mãos no chão e continuei a correr. Bastaram uns 10 metros e atingi o corrimão estranho. Como ele fica no alto, passar por dentro é o caminho mais rápido. Passei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Putz! Agora só tem chão. Já que é pra ser o mais rápido então vamos correr! O campo aberto convida a aumentar a velocidade. Corri com força. 100 metros ou 200. Minha matemática não tá mais funcionando pra isso. Grama molhada! Hora de reduzir! A pisada nela sujou meu tênis, mas não importa agora... falta pouco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por cima do banco. Evito usar o pé molhado. O toque com o chão já me deixa em posição de passar a arquibancada. Uso as mãos, atiro o corpo pra frente e mais um obstáculo ficou pra trás. Ah! Vou aterrisar com um pé só! O direito. Por ele ser mais forte dá pra continuar a correr!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TUM! Um barulho abafado. O menino no muro amarelo chutou alguma coisa em minha direção. Pé torto da porra! O amigo dele tá do outro lado e ela tá vindo na minha cara! Só deu tempo de ajeitar o pé no chão e desviar a bola com a mão esquerda. Apesar da força que ela vinha eu só precisei de um toque sutil. Parecia até cena de jogo... em câmera lenta! Três passadas no chão... outra na parede... e tô no topo! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Muro amarelo.&lt;/span&gt; O outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficção não! Realidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passo a passo da minha mente durante um dos melhores flows que já fiz na minha vida. Para fins de recordação: Praça da Juventude, Bairro Augusto Franco no dia 13 de junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminei a corrida rindo muito por causa da bolada! Ah... como essa sensação de “imparabilidade” é boa! Dei a volta no muro e o menino quando me viu começou a rir junto! &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Foi mau aí, veio!”&lt;/span&gt;. Ele não fazia idéia de quanto eu estava agradecido a ele naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do verde ao amarelo em poucos segundos.&lt;br /&gt;O tempo que gastou lendo esse texto dá pra fazê-lo de novo indo e voltando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Futebol? Parkour.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-468608270096601818?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/468608270096601818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=468608270096601818' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/468608270096601818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/468608270096601818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/06/do-verde-ao-amarelo.html' title='Do Verde ao Amarelo'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/TBfN_ii4BHI/AAAAAAAAANM/EXou5gtUIRI/s72-c/amarelo-e-verde-5dbe3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-6448073534358319666</id><published>2010-05-27T15:58:00.007-03:00</published><updated>2010-05-27T17:45:55.968-03:00</updated><title type='text'>Parkour como uma fase</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S_7CCvZsjII/AAAAAAAAANE/Z-BEFHaewuE/s1600/Kid1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 217px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S_7CCvZsjII/AAAAAAAAANE/Z-BEFHaewuE/s320/Kid1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5476027549268872322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco mais de quatro anos, o Parkour me deu acesso aos mais variados tipos de pessoas. Umas duraram meses em minha vida; outras somente horas; algumas só vi uma única vez e as mais insistentes estão ainda hoje ao meu lado. Cada uma delas chegou de mansinho, vindas do seu próprio mundo particular; às vezes com objetivos bem definidos e outras vezes sem nem saber o porquê de estarem ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive o prazer de ser espectador da trajetória de várias dessas pessoas, ouvir suas histórias, conhecer um pouco da realidade em que vivem e o desprazer de me frustrar ao ver grande parte delas sumir dos treinos e da minha convivência. Nunca fui um defensor do lema &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Parkour não é para todos!”&lt;/span&gt;. Mesmo que faça todo sentido do mundo, meu positivismo (e um pouco de teimosia) sempre se recusa a aceitá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em postagens anteriores já falei o quanto me sinto culpado quando alguém decide parar de treinar. Aquele velho código de ética chato que me deixa com a sensação de que não dei o meu melhor pra fazê-lo compreender o quanto esse mundo é incrível e infindável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tim Pisteur&lt;/span&gt; (um cara que fez muito pelo Parkour mundial e que tinha mais de 10 anos de treino) anunciou que ia abandonar de vez a atividade, essa postagem estava engasgada na minha mente. Enfim resolvi tomar vergonha na cara e dar vida a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova cadeia de pensamento que estou desenvolvendo pra mim mesmo consegue me satisfazer como tracer e como ser humano. Consiste em apenas aceitar o Parkour como uma fase (opcional) do desenvolvimento humano. Nessas horas eu sinto orgulho de mim mesmo por não ter dormido as aulas de psicologia na faculdade. Pra quem não conhece &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jean Piaget&lt;/span&gt;, um mestre na arte do estudo do desenvolvimento humano, esse cara foi quem estabeleceu e estruturou as 4 fases básicas pelas quais todo ser humano passa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;01 - Desenvolvimento sensório-motor (de 0 a 2 anos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acredito que trata-se de um dos momentos mais foda de nossas vidas. É quando somos bombardeados com informações visuais, estímulos sensoriais e percebemos que existe um mundo lá fora: estranho, independente de nossa vontade e que devemos aprender a lidar com ele e suas regras. Tudo que fazemos até então é apenas existir e aprender. Um alienígena sedento por informações em um planeta desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;02 - Desenvolvimento cognitivo: pré-operatório (de 2 a 7 anos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É onde a coisa começa a ficar séria. A criança se dá conta de que tem voz ativa (começa o processo mais eficiente de educação) e aprende a selecionar as experiências de acordo com a sua vontade. Ela descobre o que é o prazer e a frustração, e então começa a usar de artifícios para ludibriar e manipular os acontecimentos a sua volta. O que importa verdadeiramente é a satisfação dos seus desejos e vontades. É basicamente nesse estágio que o ser humano começa a manifestar as características (boas e más) que irão compor sua futura personalidade e é justamente aí onde os educadores devem orientar efetivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;03 - Desenvolvimento cognitivo: operações concretas (de 9 a 11 ou 12 anos)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É a fase onde começamos a prestar atenção nas diferenças de opinião e a avaliar o que faz ou não coerência no mundo. A criança passa a defender seu ponto de vista sem necessariamente o impor. Nasce o senso crítico e com ele a capacidade de produzir e buscar informação. Nos tornamos capazes de dialogar uns com os outros, a ceder voluntariamente em situações de erro e a termos nosso valores morais melhor definidos e organizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;04 - Desenvolvimento cognitivo: operações formais (de 11 ou 12 anos em diante)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Agora que já passamos por um processo enorme de aquisição de valores, chega o momento de darmos passos por conta própria. Com todo esse aprendizado a criança é agora capaz de refletir por si mesma, estabelecer idéias que são suas e buscar meios de concretizar seus objetivos. A capacidade mental é desenvolvida ao ponto de criarmos conclusões e preconceitos sobre assuntos, baseados apenas em nossas vivências pessoais. E é por isso que o período de amadurecimento é o momento de questionamento de valores e de, muitas vezes de forma egoísta, achar que nossas idéias são capazes de transformar o mundo e fazer dele um lugar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos períodos estarem delimitados por idade, é óbvio que os números só devem ser considerados como uma base. Pessoas diferem uma das outras e cada situação biológica é diferente. Da mesma forma que há casos de crianças que começaram a andar com 7 meses, existe de crianças que só andaram com 2 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e onde o Parkour entra no meio disso tudo? Muito simples. Peço que volte os últimos parágrafos e releia os 4 enunciados novamente. Só que ao invés de pensar no desenvolvimento de uma criança, pense no seu trajeto de vida dentro do Parkour. Substitua todas as palavras referentes à “&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;criança&lt;/span&gt;” pela palavra “&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tracer&lt;/span&gt;”. E então retorne até este ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;..&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Compreendeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes passa despercebido aos olhos dos praticantes, mas o Parkour tem essa capacidade incrível de ensino, descoberta, aprendizado e nova compreensão de mundo. Da mesma forma que um feto passou 9 meses preso, limitado e no conforto de seu mundo particular, éramos nós, praticantes, antes de conhecer a atividade. O Parkour te joga em um universo novo e estranho, onde você terá outros pais, mães, irmãos, mestres e amigos. Eles irão te estender à mão, dar apoio, palavras de incentivo e ficar ao seu lado, mas em nenhum momento poderão dar os passos por você. Alguns os escutarão, outros se farão de surdos. E da mesma forma que uma educação básica ineficiente pode criar um &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ser humano “ruim”&lt;/span&gt;, a orientação, ou melhor, a falta dela nos primeiros momentos junto ao Parkour, pode criar &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tracers “ruins”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora me explica: porque ficar frustrado, com raiva ou revoltado com alguém que parou de treinar? A sensação deveria ser de vitória. Afinal de contas, aquela pessoa se propôs a uma aventura nesse novo mundo, encarou desafios, e os vencendo ou não, ela aprendeu alguma coisa. A experiência de vida não pode ser apagada e o mínimo de valores ou idéias que foram apresentados a ela, estarão presentes pelo resto de sua vida. E indo mais além, quem sou eu ou você para julgar o quanto de aprendizado já foi o suficiente? Podemos sim ter uma opinião e criticar atitudes, mas jamais obrigar alguém a ter o nosso mesmo pensamento ou menosprezar aquele que já completou uma parte de sua jornada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns, estar envolvido com o Parkour se tornou sinônimo de viver, mas vale lembrar que a vida continua a existir para milhões de outros que não fazem à mínima idéia do ele é e do que pode representar. E cá pra nós, a vida por si só já é o maior dos obstáculos e que muitas vezes flow nenhum é capaz de deixar pra trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então é isso. Da próxima vez que for lidar com um iniciante, trate-o como uma criança em seus primeiros anos de vida. E assim como fazem os bons mestres, seja um exemplo de caráter, conduta e boa informação para que ela possa um dia fazer o mesmo por alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piaget não conheceu o Parkour.&lt;br /&gt;Mas algo me diz que ele foi um excelente tracer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-6448073534358319666?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/6448073534358319666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=6448073534358319666' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6448073534358319666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6448073534358319666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/05/parkour-como-uma-fase.html' title='Parkour como uma fase'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S_7CCvZsjII/AAAAAAAAANE/Z-BEFHaewuE/s72-c/Kid1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-8199660847494533207</id><published>2010-04-24T09:58:00.005-03:00</published><updated>2010-04-24T10:42:32.187-03:00</updated><title type='text'>O Parkour e o Egoísmo - Episódio Final</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S9L1KFuGaYI/AAAAAAAAAM0/UcLqpc3dQOY/s1600/ego%C3%ADsmo.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 318px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S9L1KFuGaYI/AAAAAAAAAM0/UcLqpc3dQOY/s320/ego%C3%ADsmo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463698851636865410" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fiquei um tanto surpreso com a repercussão da última postagem e por várias pessoas terem me apresentado alguns fatos isolados que se enquadram no propósito desse assunto. Definitivamente minhas dúvidas e incertezas são mais comuns do que pensava e partilhadas por outras pessoas na mesma situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anteriormente já deixei claro o quanto estou feliz com o Parkour na minha cidade. Como uma semente que precisava de tempo para se desenvolver, parece que finalmente as pessoas pararam de enxergar a atividade como um esporte radical de final de semana e resolveram serem mais ativas. A mudança é evidente e não podia me matar mais de orgulho. Não tenho mais do que me queixar: hoje tenho excelentes parceiros de treino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, junto com esse “progresso intelectual” veio uma nova geração: recém-chegados que desembarcaram nesse novo Parkour Aracaju de melhores qualidades física e mental. E eis então que vejo o ciclo se repetir. Aprendi que essa espera é necessária para maturação e que cada pessoa tem seu próprio “tempo para despertar”. São novos praticantes cujas sementes estão sendo plantadas agora e que, se persistirem, irão se tornar meus futuros bons companheiros. Mas como devo proceder quando essas pessoas não querem esperar a árvore crescer para saborear os frutos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobrimos um pico novo. Uma imensa casa abandonada, sem boa parte do telhado e que as coisas mais legais a se fazer estão acima de 5 metros de altura. Um erro de cálculo, a desatenção no momento crítico pode custar caro a todos nós. &lt;strong&gt;Nós&lt;/strong&gt;. É essa a palavra que norteia esse texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dito na postagem passada, para existir uma boa disseminação do Parkour é necessário determinado sacrifício ou abnegação das pessoas. Não se deixe impactar com o sentido da palavra. Deixar de treinar para auxiliar alguém ou encorajar um amigo com palavras são sim pequenos atos de sacrifício. Às vezes não notamos, mas a doação ao próximo existe naquele momento e muitas vezes é preciso anular a nossa “vontade real” em beneficio da atividade ou do grupo com quem treina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “zumbido” que se encontra em minha cabeça e que atualmente perturba meus treinos está justamente quando as pessoas tornam-se egoístas e param de pensar no coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra da casa que falei lá em cima? Agora, olha pra essa foto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S9L0pXc7h5I/AAAAAAAAAMs/N1Uh_YQbYlc/s1600/OgAAAHV8862vGC4Hgw1NaDupH8rcKatWGzXLn3FxQeTQeoVPlYKrawuces3_ZrUMet7iJ6kn_yz_di_Vg214WNgR8iQAm1T1UJ-Wd1rwTvRFOygnazt40YL-B_-8.jpg"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 223px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S9L0pXc7h5I/AAAAAAAAAMs/N1Uh_YQbYlc/s320/OgAAAHV8862vGC4Hgw1NaDupH8rcKatWGzXLn3FxQeTQeoVPlYKrawuces3_ZrUMet7iJ6kn_yz_di_Vg214WNgR8iQAm1T1UJ-Wd1rwTvRFOygnazt40YL-B_-8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463698289461004178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino ”voando” tem apenas 13 anos e treina a somente 6 meses. Inclusive, eu, pessoalmente, quem me encarreguei de conversar com os pais e cultivar neles um voto de confiança para a prática. Como fazê-lo entender que deveria partir dele a compreensão de que uma queda, naquela situação, significa um possível extermínio e o “caça as bruxas” do Parkour em nossa cidade? Eu tenho algum direito de interferir em seu livre arbítrio? Afinal de contas, em caso de um acidente serão quatro anos de luta jogados fora em quatro segundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse exemplo de descaso é extremamente comum. Nesse mesmo local costuma comparecer outra criança: menos de 10 anos de idade e que treina a mais ou menos um ano. Sempre ela está acompanhada dos irmãos mais velhos (inclusive, um maior de idade). Existe alguma maneira de eu conseguir manter o foco do meu treino quando pessoas se arriscam a minha volta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendeu agora porque intimamente eu gostaria de aprender a ser um pouco mais egoísta? A solução do meu problema seria muito mais rápida se eu ignorasse minha responsabilidade, ligasse o “foda-se” e pudesse treinar normalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para poder usar o pico com tranqüilidade já cheguei ao cúmulo de ir treinar lá sozinho. A todo tempo me sentia como se estivesse fazendo algo de errado porque eu sabia que, se houvesse avisado ao grupo, eles teriam me acompanhado. Mas foi muito bom usar pela primeira vez aquele espaço como eu gostaria: com calma e sem receber de 5 em 5 minutos aquele choque na espinha quando alguém sem o devido preparo decidia se aventurar em algo com muito risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não tenho discernimento para proceder nesse tipo de situação. As soluções que passam na minha cabeça são todas muito agressivas e com certeza eu estaria ferindo o direito das pessoas que treinam comigo se as colocasse em prática (o que confirmaria egoísmo de minha parte, mesmo que bem intencionado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito obrigado por terem conversado comigo no msn sobre o assunto. Eu até adiantei o “problema” para algumas pessoas e ouvi algumas sugestões. É um assunto um tanto delicado. Não somente o meu, mas sim, ter que lidar com pessoas que ainda não compreendem que as atitudes delas durante o treino repercutem diretamente na qualidade de imagem que o Parkour tem na sua cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria tão legal e mais fácil se cada pessoa pensasse nisso antes de executar certas ações...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que agora estou um pouco apreensivo porque meus parceiros de treino recentemente descobriram a existência do meu blog. HUAUHAUHUAUHAUHAUHAUHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem Uilian, Wallace, Léo e Victors?&lt;br /&gt;Espero que ninguém se sinta demasiadamente exposto ou ofendido com algo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-8199660847494533207?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/8199660847494533207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=8199660847494533207' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8199660847494533207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8199660847494533207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/04/o-parkour-e-o-egoismo-episodio-final.html' title='O Parkour e o Egoísmo - Episódio Final'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S9L1KFuGaYI/AAAAAAAAAM0/UcLqpc3dQOY/s72-c/ego%C3%ADsmo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-7822634176718964613</id><published>2010-04-15T17:26:00.006-03:00</published><updated>2010-04-16T10:47:17.575-03:00</updated><title type='text'>O Parkour e o Egoísmo - Episódio I</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S8d7p9DAUMI/AAAAAAAAAMU/kjuriMFh724/s1600/egoismo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5460469033902035138" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S8d7p9DAUMI/AAAAAAAAAMU/kjuriMFh724/s320/egoismo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes me questiono se o egoísmo é necessariamente algo tão ruim. Há pessoas que não sentem remorso em passar por cima de tudo e de todos para atingir os seus objetivos. E há aquelas que se desprovêem e se privam de prazeres em favor do semelhante. Defesas existem para as duas correntes: filosóficas, psicológicas e até mesmo biológicas. Estou cansado de me deparar com a conclusão de que o instinto humano de auto-satisfação é soberano e que somos todos egoístas por natureza. Não tenho interesse em entrar nessa discussão, mas solucionar a pergunta que me atormenta: &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;“Como achar uma solução racional e coerente quando a falta de egoísmo direcionado prejudica minha satisfação pessoal?”&lt;/span&gt;. &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Eta bixiga deixa eu dar uma pausa.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;A pergunta é no mínimo estranha e eu espero que ela torne-se mais clara nas próximas linhas.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;O Parkour aflorou em mim um senso de coletivismo que até então inexistia. Não que eu fosse um super egoísta, mas é que sempre fui meio lobo solitário e o principal responsável pelo sucesso das coisas que me envolvia. Um bom exemplo vem dos meus dias na ginástica olímpica: era comum repassar minhas séries até a exaustão; me fuder até que ela ficasse com o mínimo de falhas. Mas embora eu jamais negasse ajuda aos meus colegas, eu sentia que não tava nem aí pro desenvolvimento deles ou da minha equipe. O que eu queria de verdade era uma nota alta e uma medalha no meu peito ao final da competição.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;Um proposito fixo e meios para executa-lo.&lt;/span&gt; Nota 10 em coerência!&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Mas então entrou na minha vida essa peste de disciplina francesa e deu um sacolejão no meu senso individualista. Além do desafio de re-educar meu corpo para um novo propósito, o Parkour fez nascer em mim algo que eu pensava que Deus tinha esquecido me dar: A responsabilidade e o comprometimento de fazer parte da construção de algo que é mais importante que o meu umbigo.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Nos primeiros meses eu parecia um camelo do Saara diante de um galão de água de 10 litros: quase me afogo sugando o máximo de Parkour que as pessoas ao meu lado podiam oferecer. As lições as vezes demoram a chegar. O passar do tempo me fez descobrir que aquela sensação de ser a pessoa mais feliz do mundo que eu vivenciava ao subir muros e pular bancos, era também reproduzida quando eu ajudava um iniciante, traduzia algum texto, legendava um vídeo ou simplesmente explicava pra alguém o que era aquela coisa que eu tanto gostava. &lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Com a compreensão de mundo que tinha na época... isso é coisa de retardado!&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Quem é que se sente feliz passando 36 horas na frente de um computador legendando um diabo de documentário que já tinha entendido de cabo a rabo? E realmente deve ser bem divertido usar as poucas horas de lazer que se tem na semana para realizar um cabrunco de treino fixo onde aparecem 1 ou 2 iniciantes e você fica que nem um retardado ensinando a criatura a &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ANDAR&lt;/span&gt; de forma coordenada. Puta merda!&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;Tem umas peças-raras que quando vai no primeiro treino não consegue nem isso! E eu lá: &lt;strong&gt;“Vai... tenta! Você consegue! Braço direito! Perna esquerda! Respira!”.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Apesar de parecer fugir a "minha lógica", isso é (e deveria ser com mais frequência) normal dentro do Parkour. Existe um monte de gente lá fora que se sente da mesma forma: se doam, se preocupam e se propõe a ajudar “estranhos”. &lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Na tentativa de compreender racionalmente o porquê da minha mudança, eu atribuí o fato à condição de &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;“não quero ser mais egoísta”&lt;/span&gt;. Não que eu esteja sendo severo demais comigo e retirando os meus méritos. Mas é que consigo lidar melhor com esse tipo de situação quando não me enxergo como um cara bonzinho, e sim alguém que esta pagando por um serviço. Criei a fantasia de que o Parkour é aquele desconhecido que fez um bem pra mim e eu tenho a obrigação de retribuir. Assim mesmo. De forma fria, crua e calculista. A paranóia chega ao ponto de eu me sentir um filho da puta mal agradecido quando só sugo coisas boas da atividade e não devolvo nada de útil pra ela. Inclusive, hoje, eu acho essa “troca de favor” essencial para o crescimento da prática. Afinal, se não fosse pelo interesse e dedicação dos que vieram antes de mim, não existiria um duddu-tracer pra digitar besteira nesse espaço.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;Acabei me estendendo mais do que pretendia e não tocando na raiz do meu problema:&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; FONT-WEIGHT: bold" class="MsoNormal"&gt;“Como achar uma solução racional e coerente quando a falta de egoísmo direcionado prejudica minha satisfação pessoal?”.&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify" class="MsoNormal"&gt;Acabou o expediente no trampo e eu tenho que ir pra casa. Ao menos consegui deixar aí em cima a contextualização do meu "problema" e espero que na segunda postagem dessa blog-novela eu consiga concluir minha idéia e mostrar o que de fato esta me incomodando.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-7822634176718964613?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/7822634176718964613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=7822634176718964613' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7822634176718964613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7822634176718964613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/04/o-parkour-e-o-egoismo-episodio-i.html' title='O Parkour e o Egoísmo - Episódio I'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S8d7p9DAUMI/AAAAAAAAAMU/kjuriMFh724/s72-c/egoismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-8689448563231649589</id><published>2010-03-10T18:32:00.026-03:00</published><updated>2010-03-10T20:54:49.299-03:00</updated><title type='text'>Eu faço parte do Parkour Aracaju.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gqNEigQ_I/AAAAAAAAALM/20YrjJ6cM78/s1600-h/Parkour+Aracaju.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447150153349743602" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 214px; text-align: center;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gqNEigQ_I/AAAAAAAAALM/20YrjJ6cM78/s320/Parkour+Aracaju.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nós conseguimos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Você não faz idéia do quanto eu esperei para fazer uma postagem desse tipo! Sobre o Parkour da minha cidade... O motivo da minha felicidade? É que aqui em Aracaju nós temos um pico chamado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Parque dos Cajueiros”&lt;/span&gt;; um parque aquático que foi abandonado a 17 anos atrás. A ação do tempo fez com que ele ficasse totalmente inutilizado pelos aracajuanos normais, mas pra gente, os anormais do Parkour, aquele lugar sempre esteve bem vivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gqh1gTwZI/AAAAAAAAALU/xbm5BVksNG4/s1600-h/01+-+Antes.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gqh1gTwZI/AAAAAAAAALU/xbm5BVksNG4/s1600-h/01+-+Antes.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447150510091256210" style="margin: 0px auto 10px; float: right; width: 320px; height: 240px;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gqh1gTwZI/AAAAAAAAALU/xbm5BVksNG4/s320/01+-+Antes.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gqh1gTwZI/AAAAAAAAALU/xbm5BVksNG4/s1600-h/01+-+Antes.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Além da vasta vegetação, o parque tem uma área de casinhas abandonadas (foda pras pessoas que querem perder medo de altura) e um labirinto coberto pelo matagal. Desde que comecei a treinar sempre tive olho gordo pra esse labirinto, mas o mato descontrolado e a presença de muitas plantas tóxicas (como urtiga) fazia a nossa relação ser praticamente platônica. O pouco que dava pra “arriscar” ficava comprometido pela má conservação do espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pausa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o começo do ano eu estava com as camisas do&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; One Giant Leap&lt;/span&gt;, mas sem querer entregar de mão beijada pra galera. É que assim... O povo daqui é que nem burro empacado! Só se mexe na base do cacete! Então minha idéia era segurar a entrega das camisas até surgir uma oportunidade de chantageá-los com algo. Sei lá... Podia ser um treino extremamente pesado onde todos tivessem que participar e suar a camisa; ou uma ação social... mas eu não conseguia me decidir pelo que fazer. Até que uns dias atrás alguém surgiu (valeu Pedra!) com a idéia de ouro: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Porque não usar a camisa para fazer o pessoal limpar aquela área do labirinto?”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bicho... Depois que ele deu a idéia, era somente nisso que eu conseguia pensar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperei todo mundo que treina em Aracaju voltar das férias e então lancei o desafio:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Quer sua camisa do OGL? VENHA BUSCAR NA LIMPEZA!”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia marcado, cheguei lá de carro carregando 3 pás, 1 facão, 1 machadinha, 1 enxada e 1 balde. É que eu sabia que muitos não teriam como carregar esses materiais num ônibus. Fiquei preocupado quando deram 3 horas (o horário marcado) e só haviam 4 pessoas no local. O trabalho era imenso. O sol estava bem quente e a preguiça parecia que ia nos vencer. Mas começamos de forma tímida e já dizendo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“se não der pra terminar a gente volta amanhã...”&lt;/span&gt;. Rapaz... Eu nem sei como pegar numa enxada direito, mas a necessidade se provou ser o melhor dos professores. Ficamos os cinco lá, lutando contra o mato e suando que nem panela de cuzcuz. E confesso que mais de uma vez eu pensei &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“O bando de preguiçosos não veio né? Só de raiva vou fazer uma fogueira com as camisas que sobrarem!!!”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gsY9g-aEI/AAAAAAAAALc/OzBlGYD7ofw/s1600-h/01+-+O+Mato.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447152556645967938" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 320px; height: 214px;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gsY9g-aEI/AAAAAAAAALc/OzBlGYD7ofw/s320/01+-+O+Mato.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso não seria preciso (e é claro que eu sou bonzinho demais pra tanto!). A cavalaria foi chegando aos poucos: Três. Um. Quatro. Cinco. Teve um momento que eu parei o trabalho para contabilizar... &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E JÁ ERAMOS DEZENOVE&lt;/span&gt;. O trabalho evoluía a passos largos e enquanto limpávamos eu escutava pelos cantos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“VELHO, VEM VER O QUE DÁ PRA FAZER AQUI!”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por vezes eu largava as ferramentas para registrar algumas fotos e não acreditava que enfim estávamos restaurando um pico fodastico e que eu sonhei durante muito tempo em treinar. Em pouco mais de 3 horas de trabalho ele estava pronto. A vontade de explorar cada canto do labirinto era tanta que marcamos o treino do dia seguinte pra lá. Antes de voltar pra casa eu passei na guarita da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Policia Ambiental&lt;/span&gt; para avisar o que fizemos. Eu sei que deveria ter feito isso antes de começar a limpeza, mas esqueci completamente. Conversei com os guardas, eles viram as ferramentas em nossas mãos e deu pra notar no rosto deles um semblante de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Porra... esses meninos existem?&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gtT3VLf0I/AAAAAAAAALk/_Uh9WqOa3cc/s1600-h/01+-+Depois.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447153568598163266" style="margin: 0px 0px 10px 10px; float: right; width: 320px; height: 214px;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gtT3VLf0I/AAAAAAAAALk/_Uh9WqOa3cc/s320/01+-+Depois.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Tem 4 anos que eu pratico Parkour aqui em Aracaju. Que eu vejo iniciante começar e iniciante desaparecer. Que eu vejo todos os amigos que criei descobrirem algo mais legal para fazer. Pra você ter uma idéia... do meu primeiro treino não restou mais ninguém. Então pra mim, essa limpeza tem um gostinho especial: É a concretização de uma responsabilidade que eu pensei que jamais iríamos alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a primeira vez que eu vi o Parkour Aracaju se empenhar ao redor de uma causa. Sempre era Duddu, Duddu, Duddu e eu que me arrombasse sozinho. Essa demonstração de "carinho" com o parkour me deu confiança para pensar em projetos maiores para minha cidade, confiante de que serei amparado por essas pessoas quando precisar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguns estavam ali somente pela camisa? Não importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra mim o que conta é que eles tiveram uma experiência em equipe e viram que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“fazer a sua parte”&lt;/span&gt; realmente faz a diferença. Cada mato que Josué (10 anos de idade) tirava do labirinto tinha o mesmo valor e importância que o que eu (22) retirava. Nosso esforço em conjunto é que fez a atitude dar certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gtjZq228I/AAAAAAAAALs/Y89yhUom4tM/s1600-h/Parkour+Aracaju.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5447153835513928642" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 214px; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gtjZq228I/AAAAAAAAALs/Y89yhUom4tM/s320/Parkour+Aracaju.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu realmente não poderia estar mais feliz ou orgulhoso.&lt;br /&gt;Brigadão meninos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;PS: A partir desse sábado, todos os sábados as 3 horas tem treino fixo marcado nesse local. Com isso a gente pretende descobrir tudo que o novo pico pode proporcionar e estabelecer um ponto de encontro para ajudar os iniciantes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-8689448563231649589?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/8689448563231649589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=8689448563231649589' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8689448563231649589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8689448563231649589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/03/eu-faco-parte-do-parkour-aracaju.html' title='Eu faço parte do Parkour Aracaju.'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S5gqNEigQ_I/AAAAAAAAALM/20YrjJ6cM78/s72-c/Parkour+Aracaju.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-7880109525672729125</id><published>2010-02-19T19:29:00.005-03:00</published><updated>2010-02-19T21:41:16.838-03:00</updated><title type='text'>E o ano realmente começou!</title><content type='html'>Oi meu blog!!!&lt;br /&gt;Nossa! Como eu tava com saudades disso daqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais de um mês sem postar nada e pode acreditar que não era por falta do que escrever! Assuntos houveram aos montes, o problema estava na falta de tempo mesmo! É que esse começo de ano está sendo cheio de novidades, mudanças e muito trabalho! Tem tanta coisa que eu preciso desabafar, tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A ansiedade e preocupação com o Encontro Nordestino;&lt;br /&gt;- Os 10 dias junto ao Aaron (depois conto quem ele é);&lt;br /&gt;- Os planos para se levantar a ABPK;&lt;br /&gt;- A criação do "Pulo do Gato";&lt;br /&gt;- O novo emprego;&lt;br /&gt;- Os novos treinos em Aracaju...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah velho! É bom estar de volta!&lt;br /&gt;Vou tentar conter minha ansiedade e tratar cada assunto com o seu devido valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais, que eu seja-bem-vindo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-7880109525672729125?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/7880109525672729125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=7880109525672729125' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7880109525672729125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7880109525672729125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/02/e-o-ano-realmente-comecou.html' title='E o ano realmente começou!'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-2011806592965073440</id><published>2010-01-10T13:29:00.007-03:00</published><updated>2010-01-14T10:11:13.876-03:00</updated><title type='text'>Isso que é old school?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S0oCi4NGqZI/AAAAAAAAAIo/9Wc10H9JMDk/s1600-h/edieduddu.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 233px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S0oCi4NGqZI/AAAAAAAAAIo/9Wc10H9JMDk/s320/edieduddu.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425151499347339666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nunca somos os mesmos. Foi uma das primeiras lições que o Parkour intelectualmente me ensinou. Cada treino, por mais simples, cada vitória, mesmo pequena, me elevavam um degrau rumo aos objetivos que, no inicio, nem eu mesmo sabia quais eram. Uma escada de aprendizados que ainda hoje não consigo visualizar onde termina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse foi o começo. Cheio de erros e com alguns muitos acertos. Uma época feliz e que me traz nostalgia do clima que era sentido e vivido no Brasil e até nordestemente falando. Muitas pessoas passaram bons e maus bocados ao meu lado e tantas outras passaram o mesmo distando a quilômetros dele. O Orkut e o Youtube eram os atalhos que nos unia e fazia com que eu, mesmo longe pra caralho, me sentisse parte de uma &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“unidade”&lt;/span&gt;. Eu estava ligado, de certa forma, a pessoas que perseveravam e galgavam os meus mesmos degraus. É... no inicio tudo era tão melhor.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eu buscava entender nos vídeos como meu corpo deveria se movimentar. Afinal de contas, era um mundo novo, cheio de variáveis e minha compreensão era muito infantil para dar a base que necessitava. Os vídeos e a experiência dos antigos era uma cartilha de sabedoria que fazia brilhar intensamente a direção que eu queria seguir. Me traziam a mensagem de que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Hoje aqui... amanhã lá!”&lt;/span&gt;. Eu sabia que, um dia, nós (que começávamos agora) seriamos o horizonte de novos iniciantes, e que eles, assim como eu fiz, se empolgariam com a idéia de se tornar um &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“ícone”&lt;/span&gt;. Mas eu gostava mais da internet nos meus primeiros tempos de Parkour.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passar do tempo fez com que eu perdesse o gosto pelos vídeos. Até ouvir o que certas pessoas têm a dizer se tornou algo nocivo pro meu crescimento. Os vídeos que antes circulavam acompanhados de frases como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“qualquer ajuda é bem vinda”&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“sua opinião me ajuda a crescer”&lt;/span&gt;, hoje, infelizmente trazem &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“assista, comente, avalie e subscreva”&lt;/span&gt;. Assim mesmo, frio, grosso e no imperativo. Uma ordem. As pessoas só querem saber de tornarem-se vistas, elogiadas e famosas. Se você assiste, ela ganha “views”. Se você comenta, ela ganha uma massagem no ego. Se você avalia, as estrelinhas do youtube sobem. Se você subscreve, ela ganha um público cativo e fama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter a fama, ou melhor, buscar a fama talvez tenha se tornado o atual objetivo de porque algumas pessoas fazem um vídeo (não sou maluco de generalizar jamais!). A invasão de demos, showreels, prévias, e tanta papagaiada conseguiu subir a cabeça dos praticantes de Parkour e fazer com que o ego falasse mais alto que a necessidade de crescimento pessoal. Vale tudo por um espaço aos holofotes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que estou sendo bonzinho por não ter comentado ainda a nova onda de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“inspirar através das frases”&lt;/span&gt;. Ah... Essa é a melhor! Todos nós viramos filósofos de bar. Os nomes dos vídeos deixaram de ser &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Treino com os amigos do Sul”&lt;/span&gt; para ser substituído por &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“A arte sentida no meu coração!” (aka The Art Of My Heart! Porque no inglês fica gringo!)&lt;/span&gt;. Cara... Que profundo! Não te dá uma vontade de chorar? Eu choro... na maioria das vezes não sei se por raiva ou nojo.  Apenas frases de impacto; algumas muitas retiradas do último livro auto-ajuda que leu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aprendi que o que busco com o Parkour já está dentro de mim. Não preciso mais de novos referenciais imediatos. Não preciso saber da nova moda dos Europeus (o moletom dos ingleses, a camisa listrada e os girinhos pole-dance do Oleg, as tiaras do Vigroux e do Ilabaca...). Eu já sei andar, sei correr, sei subir um muro... não era essa a base que eu buscava para seguir adiante? E ainda por cima eu estou rodeado de amigos maravilhosos; pessoas com quem terei espaço para conversar e trocar idéias o resto da minha vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me entristece porque antes eu gostava muito de assistir vídeos. Ainda gosto muito, é verdade, mas é difícil encontrar um que não esteja mascarado com a necessidade de autopromoção. Os dos conhecidos eu ainda faço um esforço porque ajuda a matar a saudade e, mesmo podendo não ser mais o objetivo de alguns deles, eu ainda sou chato de fazer meus comentários da mesma forma que fazia a 3 anos atrás. E tem também os daquelas pessoas do meu coração. Os que eu tenho a certeza de que meu tempo ao assistir não estará sendo desperdiçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah Fábio... Eu não podia escrever essa postagem sem tocar no seu nome. Lembra quando a gente digladiava-se por horas no msn a respeito dos vídeos brasileiros? Enquanto eu defendia &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“O importante é mostrar como está a movimentação e obter o auxilio que precisa; ou então registrar um bom momento que viveu”&lt;/span&gt;, você gritava comigo que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Se vai fazer, porra, faz bem-feito! Para de tremer o caralho da câmera! Aprende a editar fora do movie maker! Bola um roteiro legal!”&lt;/span&gt;. Dizia que todo praticante de Parkour deveria estudar também para ser um bom editor. A gente chegou até a ficar chateado um com o outro umas vezes, tá lembrado? QIUOUPQIOUWPIOQUOWUOPQUWPIUOQIOPWUIOP!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah meu amigo... Eu me pergunto o que você faria agora. Quantas novas maneiras de se empurrar a cara de uma pessoa na lama você iria criar para destilar sua ironia e sarcasmo em cima dessas pessoas que possivelmente corromperam o seu espírito de treino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estou bem comigo. Quanto mais subo degraus, menos à vontade me sinto com essa publicidade. Adoro estar rodeado com os amigos e gravar os momentos de diversão. Quando a gente se separa, por vezes, até fico querendo chorar ao assistir as boas recordações que produzimos. E durante a virada de ano eu conversei com esses mesmos amigos de como será maravilhoso mostrarmos para os nossos filhos e netos essas coisas: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Olha o Gustavo noob no 1º Encontro Nordestino de Parkour!”&lt;/span&gt;... &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Caralho, como o cabelo do Edi tava feio na virada de 2009!”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus treinos têm sentimento. Minha arte é viva e minha sede pelo equilíbrio é justa. Mas não é maior nem superior a de ninguém e muito menos eu quero fazer disso uma arma para ser reconhecido em meio à multidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quero que você me avalie. Que faça comentários de como posso melhorar e que me subscreva em sua vida como um amigo que está ao seu lado já há um bom tempo. A idolatria, a fama e as estrelinhas? Coloca nos seus bolsos. Você é tão merecedor dela quanto eu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-2011806592965073440?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/2011806592965073440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=2011806592965073440' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/2011806592965073440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/2011806592965073440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2010/01/isso-que-e-old-school.html' title='Isso que é old school?'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/S0oCi4NGqZI/AAAAAAAAAIo/9Wc10H9JMDk/s72-c/edieduddu.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-4296634372686115259</id><published>2009-12-09T02:12:00.006-03:00</published><updated>2009-12-09T13:32:09.309-03:00</updated><title type='text'>Ímpeto!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_h4BuNhcu9yc/ShbGO4vBowI/AAAAAAAABJs/OubAVGvE82A/s400/mariobros-01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_h4BuNhcu9yc/ShbGO4vBowI/AAAAAAAABJs/OubAVGvE82A/s400/mariobros-01.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Se você já leu dicas em inglês sobre movimentação já deve ter se deparado com a palavra &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“momentum”&lt;/span&gt;. Não vou negar: nunca compreendi direito o sentido dessa palavra e muito menos o que ela na prática significa. Desde a época da ginástica eu tentava achar um termo brasileiro que traduzisse a intenção dela e não conseguia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, enquanto estudava minha própria movimentação, a resposta simplesmente brotou do nada: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ímpeto&lt;/span&gt;. Uma palavra tão pouco utilizada, marginalizada em nosso vocabulário, e que é responsável pela fluência perfeita almejada pelos praticantes de Parkour. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico. Se a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;fluência&lt;/span&gt; é o objetivo do tracer, o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;ímpeto&lt;/span&gt; é a força que atua alimentando o seu flow. É um pouco complicado de entender. Demorei um tempo até que ficasse claro em minha cabeça, mas acho que usando o Super Mario eu exemplifico melhor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembra de uma fase onde o chão é coberto por tartarugas de espinho que aquele sol maldito fica jogando de cima da nuvem? Mario não é capaz de matá-las pulando em cima e nem pode tocá-las sem morrer. Então a fase traz pontos específicos onde uma estrela cai do céu e te dá imunidade contra as tratarugas. Para passar, você pega a primeira estrela, corre que nem o cabrunco, atropela todas as desgraçadas, e tem que pegar a próxima estrela antes do efeito da anterior acabar. Se demorar, hesitar, ou pensar duas vezes, não dá tempo e o poder de invencibilidade acaba. Uma corrente que deve ser mantida a todo custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tente se imaginar por um segundo durante uma corrida de 100 metros rasos. Você tem cada passo garantido (ou é idiota de errar o chão?) e por isso é capaz de imprimir em sua movimentação o máximo de explosão que o seu corpo pode ceder a ela. Cada músculo é ativado com o propósito de te impulsionar a frente. Seus pés trabalham em uníssono com o objetivo de te jogar adiante. Sua mente tem o foco de te fazer alcançar a linha de chegada no menor tempo.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;BINGO! &lt;br /&gt;Isso é o ímpeto!&lt;br /&gt;Isso é o momentum!&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo que me ajudou muito a entender esse conceito foi o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;treino de passadas&lt;/span&gt; (passos largos em corrimãos, muros...). Antes eu corria em direção ao obstáculo e já realizava a primeira passada travando a velocidade com o músculo da coxa. O medo de errar o local do pé fazia com que meu próprio corpo lutasse contra a movimentação planejada. Em condições como essa, onde você se torna seu obstáculo, o sucesso é muitas vezes comprometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei definir se o bloqueio do ímpeto é algo mais físico ou mental. O que já sei é que o menor pensamento de falha, a menor negatividade que eu tiver, ou o milésimo de segundo de hesitação que manifestar, refletirá na forma como meu corpo irá se movimentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho obtido bons resultados em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“liberar o meu ímpeto”&lt;/span&gt; através de treinos de manutenção de velocidade: ultrapassar obstáculos de modo a conservar ou aumentar a velocidade, e evitando, ao máximo, reduções de marcha. Com isso tenho conseguido até eliminar aqueles passinhos irritantes que às vezes fazemos para consertar a perna que iniciará determinada movimentação. Se você treina seu ímpeto você fica pronto pra agir da forma que seu corpo se encontrar. Detalhes se tornam apenas detalhes e não mais os responsáveis pelo seu acerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolva um senso critico de movimentação. Analise fisicamente e cruelmente a movimentação de outras pessoas. Ache os “erros” que elas cometem durante seus percursos e imagine o que deveriam ter feito para melhorá-lo. Ultimamente eu gasto muito tempo observando meus parceiros de treino e apontando para eles o motivo de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“não estar indo muito longe”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“não conseguir alcançar determinado lugar”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“travar o flow”&lt;/span&gt;... É como tocar uma ferida com o dedo. E, em sua maioria das vezes, a resposta que tenho como retorno é &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“eu nunca tinha parado pra pensar nisso”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois pense! Grave seus próprios percursos e analise-os da mesma forma clínica e cruel. Se não achar a solução do problema, não se desespere. Compare sua movimentação com a de alguem que atinge o objetivo que você pretende alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que é óbvio, mas eu no momento enxergo melhor que o que diferencia o meu êxito do meu fracasso são os erros e vícios que eu mesmo criei. O corpo é meu e a culpa é minha. Se aprender a achar esses meus erros e tiver a atitude coerente para consertá-los... E o limite? Onde está o limite?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpa! Não resisti! É que criar frases de impacto é a nova moda!&lt;br /&gt;HUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUHUA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-4296634372686115259?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/4296634372686115259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=4296634372686115259' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4296634372686115259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4296634372686115259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/12/impeto.html' title='Ímpeto!'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_h4BuNhcu9yc/ShbGO4vBowI/AAAAAAAABJs/OubAVGvE82A/s72-c/mariobros-01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-2346919408185223068</id><published>2009-11-20T23:10:00.004-03:00</published><updated>2009-11-20T23:42:18.390-03:00</updated><title type='text'>525.600 minutos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SwdM89rq1YI/AAAAAAAAAIg/8yvSXRAlluY/s1600/how.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SwdM89rq1YI/AAAAAAAAAIg/8yvSXRAlluY/s320/how.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5406374487915156866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz 10 dias que fiz aniversário e ainda não fui ler as mensagens que recebi no orkut. No ano passado eu lembrei de desativar esta opção, mas atualizando o profile, ou sem querer, eu devo ter recolocado. Isso me fez comparar o duddu de quatro anos atrás e o que hoje eu vejo no espelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre amei aniversários. Esperava o ano inteiro pelo 10 de novembro, dava dicas aos meus pais e familiares das coisas que eu gostaria de receber, não chegava ao cumulo de anunciar para todos o “hoje é meu aniversário”, mas amava receber telefonemas, mensagens fonadas, cartões... Até o cantar dos “parabéns pra você” era foda pra mim. Um rito de passagem. Uma celebração de pessoas dizendo que me amam. Um retorno de tudo aquilo que devotei a elas o ano inteiro. Um feedback que meu ego precisava para saber e mesurar o quanto eu era querido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu deus como eu era tolo e egoísta! Não posso dizer que o Parkour me fez mudar nesse aspecto, mas posso dizer que a convivência com as pessoas que ele trouxe pra minha vida sim. Minha consciência de quem eu sou, e do meu papel no mundo e sociedade foi muito influenciado por elas. E logo eu que sempre me vi como fortaleza onde somente eu sabiamente escolheria os rumos a tomar. Pois é, quanta balela... Hoje enxergo que muito do que sou é reflexo das boas companhias (sim, apesar de tudo vocês são boas companhias) que eu tive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto que estou perdendo o foco do meu texto; deixar o fluxo da consciência e minhas memórias tomarem conta dos meus dedos não deve ser algo legal de se ler, então voltarei ao meu aniversário. Ele não significa mais nada do que significava há quatro anos. Tá lá no meu orkut mais de uma centena de recados e a única certeza que tenho é que a esmagadora maioria me desejou felicidades pela convenção social (e o lembrete de datas do orkut).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus amigos me desejam coisas boas todos os dias. Meus pais e irmãos demonstram amor por mim todos os dias. As pessoas que me cercam me tornam uma pessoa melhor todos os dias. Porque diabos então eu precisaria de um dia para ser lembrado e homenageado? Nesse momento eu só consigo escutar a voz do Edi gritando “capitalismo” na minha cabeça... hahahahhaha! A cada dia estou mais certo disso. Vivemos em um mundo altamente capitalista onde o peso de datas festivas faz engordar as fatias de lucro dos mercados. Não me sinto bem sendo manipulado dessa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz quatro anos que deixei de dar presentes a meus pais nos aniversários e dia dos pais. Minhas irmãs sempre cobram a caixinha enrolada numa fita, e pior, elas ainda contabilizam quantas eu já estou devendo. HAHAHAHHAHAA! Mas eu faço questão de tentar fazer dos 365 dias do ano deles, um aniversário. Eu as vezes não consigo. Sou burro pra caralho. E embora não pareça, eu acho que tenho muito problema em demonstrar sentimentos pras pessoas que gosto. Tenho mudado esse traço de personalidade, mas ele ainda se encontra meio rude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem não acreditar, mas isso é muita verdade! O duddu que se apresenta nos eventos de Parkour e pros novos amigos é ainda um projeto. Estou em uma mudança de valores constante desde que o Parkour entrou na minha vida e acredito que uma conversa de 10 min com minha mãe revelam isso pra qualquer um... ahauahuahuahuahuahuhuahua!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fugi do tema de novo... eta cabrunco! É hoje! ¬¬&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, se você é um dos scraps que eu não respondi, não pense que eu não dei bola pra ele... tenha certeza! Cada um sabe o impacto que causa na vida do outro e eu mesmo nunca imaginei estar cercado por pessoas (que não fossem familiares) por quem eu estaria disposto a me sacrificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma data é apenas uma data. E esse duddu não precisa mais de um dia festivo onde alguns terão a obrigação de dizer o quanto ele é especial. A verdade é que esses “alguns” já  fazem todo o meu ano ser especial. &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;“NO DAY BUT TODAY!&lt;br /&gt;MEASURE YOUR LIFE IN LOVE!”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Rent - Os Boêmios)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-2346919408185223068?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/2346919408185223068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=2346919408185223068' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/2346919408185223068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/2346919408185223068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/11/525600-minutos.html' title='525.600 minutos'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SwdM89rq1YI/AAAAAAAAAIg/8yvSXRAlluY/s72-c/how.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-2690557276496312592</id><published>2009-10-19T01:58:00.005-03:00</published><updated>2009-10-19T13:49:25.346-03:00</updated><title type='text'>A Criança Interior</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Stv2ZsFggQI/AAAAAAAAAIY/_HDhfSMF-Zo/s1600-h/200809050333368.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 209px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Stv2ZsFggQI/AAAAAAAAAIY/_HDhfSMF-Zo/s320/200809050333368.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394175899897725186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As coisas que acontecerem nas últimas semanas parece que foram premeditadas para me obrigar a fazer essa postagem. Eu sou um cara bobão, com espírito criança... porém todo esse ar infantil não modifica a minha realidade em que vivo: um mundo que é, por sua natureza, adulto. Não tenho contato diário com crianças e, muitas vezes, passo um bom tempo sem conversar com uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a virada esportiva, eu tive a oportunidade de orientar muitos iniciantes, mas nenhum deles me deu tanto prazer como a tropinha de seus 11 anos que, subitamente, parecia ter brotado ao meu lado. Eles são os parceiros de treino perfeitos! Topam de tudo, conversam com naturalidade, não sentem pudor ao toque, treinam porque se sentem bem e fazem questão de que cada momento empregado no treino seja em prol de seu próprio objetivo (diversão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse dia em específico, eu lembro que por diversos momentos os papéis se inverteram: eles é que me instruíam e mostravam o que eu devia fazer pra me divertir como eles. Cheguei várias vezes a entregar a liderança do percurso para eles só pra ver o grau de macacadas que iriam aprontar! Huaahuahuahu! E foi muito legal! Tive que me arrastar no chão, galopar os corrimãos mais baixos e não saltar os maiores (porque obviamente eles não alcançavam) e tomar rotas que eu provavelmente não escolheria. O meu “guia” de tempos em tempos olhava pra trás com aquela cara de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“deixa eu ter certeza que ele está me seguindo mesmo afinal ele é um adulto...”&lt;/span&gt;, e eu até agora lembro da cara de espanto dele ao constatar que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“é... ele ta mesmo fazendo tudo que eu faço...”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passou e aquela lembrança voltou comigo pra Aracaju. Os treinos por aqui estavam da mesma forma: pouco motivados, sem caras novas e com as pessoas infelizmente só se dedicando ao Parkour de final de semana. A realidade daqui, inclusive, não contribuiu muito para que a campanha do “One Giant Leap” em Aracaju fosse tão boa como poderia ser, mas eis que o evento produziu um fruto único: crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elas, que estavam no parque passeando com os pais, se misturaram aos poucos iniciantes daquele dia e me obrigaram a largar o treino avançado para me dedicar as suas traquinagens. O local era um tanto perigoso para treinarem (uma árvore única que alcança uns 5 metros de altura) então por isso eu me desloquei com o grupinho para uma área mais neutra. O “tio”, que constantemente era dito pra mim, me deixava muito feliz e me fez sentir novamente aquela sensação da virada esportiva. Conversei com elas e após ver que eu estava lidando com novos praticantes em potencial, tomei a decisão de trazer os treinos de iniciantes do GT para Aracaju. Estamos partindo para a quarta semana com um treino semanal, e embora eles sejam poucos e nosso tempo a principio curto, é o suficiente pra nos divertirmos juntos e aprendermos uns com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou aproveitar o espaço e o tema e registrar dois acontecimentos que ocorreram durante os treinos do GT por aqui e que eu quero me lembrar sempre e sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Léo é um menino de 12 anos, classe média-alta e super-protegido pelos pais. Ele me adicionou no msn do nada e colocou na cabeça que queria treinar parkour. Fiz um tratamento de choque dizendo que ele seria mais um que quando visse o quanto parkour é difícil iria largar de imediato. Engano brutal. Esse menino têm demonstrado uma vontade de aprendizado incrível e têm me ajudado muito no meu próprio entendimento de “o que quero com o parkour e como atingirei meus objetivos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando cheguei ao primeiro treino de iniciantes, o Léo e um amigo dele estavam pulando de um local um tanto alto e caindo com toda força no chão. De imediato tomei uma decisão: todos os treinos de iniciantes seriam descalços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não pense que foi fácil... saca só a conversa após o alongamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;- Bom pessoal, vamos começar. Mas antes queria pedir que vocês tirassem o tênis.&lt;br /&gt;- Porquê?&lt;br /&gt;- Porque treinar descalço vai te ajudar a conhecer melhor seu corpo e a não confiar no excesso de segurança que o tênis te dá.&lt;br /&gt;- Mas se eu tirar o tênis meu pé vai começar a doer e eu não vou conseguir fazer nada.&lt;br /&gt;- Léo, eu te garanto que você vai treinar numa boa e que essa dor será mais um motivo para você aprender a se movimentar sem fazer algo que machuque seu pé.&lt;br /&gt;- Mas você disse que ia treinar com a gente também e que não ia ficar só falando.&lt;br /&gt;- Ué, mas alguém disse que eu não vou?&lt;br /&gt;- Mas você vai treinar sem tênis também?&lt;br /&gt;- Exatamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sentei no chão e tirei o meu. Após ele ver que eu estava me igualando a ele, ele se sentou e retirou o dele. Achei muito interessante esse raciocínio e o questionamento. Me fez perceber que se naquele momento eu frustrasse a expectativa dele, as recomendações que fiz ao longo do treino não teriam sido tão bem absorvidas. Nos treinos vou sempre fazer o meu máximo pra me igualar. Antes de ser visto como “o instrutor” eu prefiro ser visto como “o colega”. Estar ali no meio, sofrendo em conjunto e compartilhando o mesmo trabalho é fundamental nesse processo de aprendizado em duas vias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo dia, após já termos treinado pra caramba, o Léo saiu com mais dois meninos para pedir água numa lanchonete. Quando fui atrás deles me deparei com o Léo atirando um copo descartável no chão e vindo ao meu encontro. Deu-se o outro diálogo:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;- Cara, eu só saio daqui quando você voltar lá, pegar o seu copo e jogar no lixo.&lt;br /&gt;- E porque eu tenho que fazer isso?&lt;br /&gt;- Porque a praça não deve ser culpada pela sujeira que você criou. Quando a gente chegou aqui ela tava limpa.&lt;br /&gt;- Todo mundo joga lixo na rua.&lt;br /&gt;- Mas a gente não vai jogar. Vamos fazer assim, todo lixo que a gente tocar a gente fica sendo responsável por ele e tem que dar um fim.&lt;br /&gt;- Então porque você não jogou no lixo aquele pedaçinho de papel que você pegou no chão no começo do treino?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu senti o chão sumir dos pés. Antes do aquecimento, eu tinha pegado no chão um papelzinho de uns três centímetros, li o que estava escrito e devolvi pro mesmo lugar. E agora? Como inspirar "o correto” se eu não fiz o correto? A única coisa que me veio a cabeça foi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;- É mesmo. Você tem razão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dei meia volta peguei o papel e joguei no mesmo lixo que ele já estava colocando o copo descartável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando a situação mais tarde, vi que essa foi a melhor postura que eu poderia ter tomado. Apesar de ser mais velho e mais experiente, eu não posso pensar em ser superior a eles, pois na maioria do tempo eles estão vidrados em tudo que eu faço. E se eu for irredutível ou tentar mascarar os deslizes que cometer... como diabos terei autoridade suficiente para cobrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rosto do Léo ao ver que “tinha me pego” era bem do tipo &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“olha, ele também erra”&lt;/span&gt; e melhor ainda, era &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“olha, eu posso falar porque ele ouve o que eu falo”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vou tentar manter o máximo possível essa postura flexível. Claro que o controle da situação deve ser mantido, e as vezes precisarei ser rígido, mas tô aprendendo aos poucos que não preciso ser rude e fingir que sou perfeito para ser respeitado ou inspirar alguém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomara que o Léo nunca leia essa postagem, se não ele vai ficar se achando o rei da cocada preta! HUAHUAHUAHUHUAHUAHUAHUHUAHUUHHAHUHUAHUAHUA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e meu sobrinho nasceu!&lt;br /&gt;Gabriel, aprenda logo a engatinhar para que o tio possa te ensinar a subir uns muros!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-2690557276496312592?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/2690557276496312592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=2690557276496312592' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/2690557276496312592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/2690557276496312592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/10/crianca-interior.html' title='A Criança Interior'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Stv2ZsFggQI/AAAAAAAAAIY/_HDhfSMF-Zo/s72-c/200809050333368.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-2168414986224871863</id><published>2009-09-13T02:27:00.007-03:00</published><updated>2009-09-13T12:54:12.345-03:00</updated><title type='text'>Barriga Verde</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SqyO8SeoL-I/AAAAAAAAAIQ/AoQyetnQ8qE/s1600-h/alface.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 283px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SqyO8SeoL-I/AAAAAAAAAIQ/AoQyetnQ8qE/s320/alface.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380832821204496354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me sinto extremamente idiota por fazer essa postagem no blog, mas... vamos adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o dia 09/09/2009 (quarta passada) o meu corpo não sente o prazer de comer carne. Sim. Me converti ao vegetarianismo. Não pretendo fazer aqui apologia sobre o assunto e nem tenho intenção que outros me sigam. Quero apenas comunicar a minha decisão e acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É incrível como as poucas pessoas que já souberam disso, manifestaram-se de forma agressiva como se eu tivesse puxado uma coxa de galinha de suas bocas! Eu respeito a escolha delas em comer carne e da mesma forma espero que elas respeitem a minha de não fazer o mesmo. Vá questionar a puta que pariu! Livre arbitrio é salvo conduto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter conhecimento de muitos dos males (e benefícios) que a carne proporciona, me tornei vegetariano por princípios. Estudei bastante nos últimos dias e estou satisfeito com a decisão. Será mais uma batalha a enfrentar e já senti na pele que não é tão fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui educado em um mundo altamente carnal e praticamente todas as refeições do meu dia giravam em torno de carne. Nessa semana eu tive que rejeitar o Burguer King que tanto amava, a alcatra que minha mãe assava especialmente pra mim, e todos os pedaços de charque que ela colocou na sopa (que é tradição da sexta-feira desde que eu nasci).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sinceramente?&lt;br /&gt;Não quero pensar nas outras coisas que não farão mais parte da minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, durante a semana consumi vegetais que nem sabia existir: conheci uma folhinha verde chamada "couve" que é fora de série! E, nem eu acredito que vou falar isso agora mas... hoje comi uma carne de soja FENOMENAL feita pela minha mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim. Acabou o post. Tchau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso aqui é apenas um marco para que, futuramente ao reler essas linhas, eu me recorde de cada decisão importante que me fez quem eu sou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AHHH!&lt;br /&gt;Ainda em tempo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre me vangloriei por saber controlar meus instintos muito bem. É sério! Eu tenho uma capacidade enorme para suportar dor; eu aguento não cagar, acho que, durante uns 3 dias (e olha que diariamente, eu vou 3 vezes ao banheiro); e eu consigo fazer o xixi voltar pra bixiga mesmo quando as gotinhas já começaram a sair!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre achei que as pessoas que não largavam vícios por causa de tentação (não estou falando de dependência química) eram fracas de espírito e dignas de pena. Pois é. Chegou a hora de me colocar a prova e ver se realmente tenho uma força mental tão boa quanto acredito e se sou tão digno assim de minha própria admiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai meu deus que medo!&lt;br /&gt;Pizzaria... sopa de mocotó... coxinha... pastel... churrasco...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-2168414986224871863?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/2168414986224871863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=2168414986224871863' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/2168414986224871863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/2168414986224871863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/09/barriga-verde.html' title='Barriga Verde'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SqyO8SeoL-I/AAAAAAAAAIQ/AoQyetnQ8qE/s72-c/alface.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-6540885075081090328</id><published>2009-09-04T12:49:00.011-03:00</published><updated>2009-09-04T14:43:42.229-03:00</updated><title type='text'>O Treino do Caba Macho</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SqE4Hh0EE1I/AAAAAAAAAIA/nlUqa7zNQtM/s1600-h/nordestino.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 264px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SqE4Hh0EE1I/AAAAAAAAAIA/nlUqa7zNQtM/s320/nordestino.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377641132044063570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior dificuldade que vejo um iniciante enfrentar no Parkour é a falta de uma condição física que dê suporte a tudo que ele deseja aprender. Acredito que não adianta espírito, garra, ou motivação se você não tem tendões, músculos e articulações para entrar na batalha ao seu lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cerca de quatro meses atrás, senti que meu corpo não estava no ponto que eu precisava para alcançar meus próximos objetivos. Resolvi que era o momento de tomar uma atitude com relação a isso e, então, entrei numa academia. Malhei dois meses e foi uma experiência legal. O trabalho localizado e intenso tornava meu corpo mais forte e eu somente tinha que aprender a reutilizar essa força nos treinos de Parkour. Um dia talvez eu faça uma postagem mais complexa sobre isso, pois foi o suficiente para eu chegar a algumas conclusões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, uma questão mais ética do que física martelava em minha cabeça. Sentia que o treino indoor numa academia era não só uma prisão como uma negação dos valores que eu buscava no Parkour. Eu estava condicionando minha evolução física a uma rotina chata, presa a um espaço e a aparelhos, e que retirava toda felicidade que eu sentia quando meus músculos começavam a queimar. É muito diferente você sentir essa sensação quando ela é inesperada do que quando ela é justamente o objetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que o lema &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Quer ficar forte para o Parkour? Treine Parkour!”&lt;/span&gt; não é uma verdade absoluta. Treinos e rotinas físicas são ótimas ferramentas para evolução e autoconhecimento. Mas, no meu caso, prefiro que isso aconteça longe de uma academia. Por vezes eu me sentia um trapaceiro, já que tenho o objetivo utópico de cada dia ser menos dependente de instituições, pessoas e medicamentos; e a academia era justamente mais uma variável nesse rolo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a todo essa confusão, fui apresentado à nova loucura do Ibyanga: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Treino do Caba Macho&lt;/span&gt;. É uma rotina física pra ajudar nos treinos de Parkour e que, apesar de não ter sido criada com nenhum embasamento cientifico ou biológico, é filhadaputamente útil e eficaz se você for responsável e comprometido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O treino se encaixou como uma luva em minha, então, atual situação. E assim... é macabro! Muito estressante tanto físico quanto mentalmente! E no meu caso, que o realizo 80% das vezes sozinho, torna-se um fardo ainda pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É meio estranho escrever em palavras algo que só sabe quem sente, por isso vou ressaltar alguns pontos aleatoriamente aí em baixo e se tiver vontade de entender do que se trata, faça um teste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias de braço são assustadoramente mais estressantes que os de perna. Climbar uma vez é fácil. Fazer 50 já pesa um pouco. E logo em seguida fazer 100 puxadonas te destrói! Isso tudo se você já não estiver reclamando do sangue e dos calos abertos nos polegares durante as “puxadonas fechadas”. As flexões são somente 100, mas depois de tudo que você já passou... cada uma pesa uma tonelada! Eu sempre tive uma boa condição física da parte superior, mas terminar o treino de braço é sempre um desafio que se eu pensar duas vezes antes de encarar, eu acho que desisto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os de perna começaram como um desafio enorme, mas com o passar do tempo meu corpo se acostumou. É que eu não tinha hábito de correr e o início dele é com no mínimo cinco quilômetros de corrida. A parte mais chata são as 100 precisões, pois como a perna já está “afetada” dá um certo trabalho realizar cada precisão perfeitamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comum com os dois dias, tem as porras dos abdominais estáticos. São os dois minutos mais sofridos de todo o treino, e embora tudo no momento conspire pra que eu não os complete, sempre eu dou um jeito de tirar força do cu e terminar (fico imaginando músicas alegres e coisa inusitadas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou me estendendo demais e essa postagem era pra ser bem curta. No momento diminuí minha rotina: faço ele somente quatro vezes por semana pra deixar tudo mais equilibrado com os treinos de Parkour.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... a maior dificuldade do treino na maioria das vezes não é somente “chegar ao final”, mas “chegar ao final” sabendo que dentro de 24 horas você estará se fudendo novamente. A preguiça pro treino do outro dia começa ainda durante a execução do que você ainda não terminou... é incrível! HAHAHAHAHAHHHAHAHA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bjo pro Ítalo (nosso caba-macho-mor), Edi, Aaron (nosso caba-macho gringo), Ricardo Farias, Paulo, Marcelo, os cearenses e todos aqueles que de uma forma ou de outra sofrem comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/naoNYTA3Ejg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/naoNYTA3Ejg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"; center; width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-6540885075081090328?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/6540885075081090328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=6540885075081090328' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6540885075081090328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6540885075081090328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/09/o-treino-do-caba-macho.html' title='O Treino do Caba Macho'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SqE4Hh0EE1I/AAAAAAAAAIA/nlUqa7zNQtM/s72-c/nordestino.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-1331570239211432012</id><published>2009-08-14T00:10:00.010-03:00</published><updated>2009-08-14T14:22:05.782-03:00</updated><title type='text'>Thomas Couetdic &amp; Kazuma</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SoTbuovQQGI/AAAAAAAAAH4/ayrRHJxma7I/s1600-h/pkgen_640x467.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 186px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SoTbuovQQGI/AAAAAAAAAH4/ayrRHJxma7I/s320/pkgen_640x467.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369658249988554850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pergunta que ouvi mais de uma vez no Encontro Brasil-França foi: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“E aí? Você ainda odeia gringo?”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos colocar os pingos nos “i”. Eu jamais falei isso. Apenas não nutro, por pessoa alguma, senso de adoração. Um psicanalista poderia catalogar essa minha postura como “orgulho, inveja ou apatia”, mas asseguro que não se trata de nenhum dos três. É que desde pequeno aprendi a não ter ídolos. Aprendi a admirar as pessoas, sem precisar idolatrá-las. E um ídolo pra mim é algo meio divino, as pessoas o adotam como modelo da perfeição e se esquecem de que aquele é apenas outro ser humano, como ele mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é assim que eu escolho começar uma postagem falando sobre &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;o Kazuma e o Thomas&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa característica de não bajulação era muito presente no grupo com quem eu me encontrava e estabeleceu a conexão na medida certa que precisávamos para construir um elo saudável para a troca de experiências. Pra se ter uma idéia a lembrança mais forte que tenho do Thomas é ele dizendo: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Duddu, o Belle se casou, mas mesmo se não tivesse, você não teria chance porque ele não é gay.”&lt;/span&gt;. E a do Kazuma seria ele pegando na minha mão e a gente andando que nem duas amigas no recreio em pleno shopping.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenha calma... já vou postar o que você quer ler... mas o blog é meu então sente aí e espere... ¬¬&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior parte do dia do Thomas é com uma peste de uma moeda na mão e fazendo-a sumir e reaparecer das mais variadas formas possíveis. O engraçado é que ele faz com tanta vontade de melhorar e te pede tanta opinião que você acaba adquirindo gosto pela coisa e aprende vários truques bacanas. Já o Kazuma é o homem das pernas mais bonitas que eu já vi. Menino, quando eu o chamei de “coxudo” e expliquei o que significava... PRONTO! Aí foi que ele começou a forçar mesmo! Parecia um desfile: de cueca, de toalha, de sunga, de toalha rasgada na bunda... hhuahuahuahuahuhuahuahuhu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deixa tudo isso pra lá e vamos ao que interessa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São duas pessoas ALTAMENTE OPOSTAS quando o assunto é Parkour. Eu buscava pelos pontos em comum e não os encontrava. Se definisse o Kazuma como um Tigre dentes-de-sabre, o Thomas seria um... um... gatinho do Shrek (bonitinho, fofinho mas que sabe cumprir perfeitamente o seu papel).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que é tosco fazer comparações quando o assunto é Parkour mas é que era muito estranho! Pra não ficar citando os nomes deles alternadamente, eu vou escrever minhas impressões sobre cada um em blocos separados e você que se vire pra entender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Thomas é um cara muito tranqüilo. No início eu achava que ele estava com vergonha da gente porque ele ficava muito calado. Depois que já estávamos mais íntimos, eu pude ver que aquele era um traço de sua personalidade e que, por sinal, refletia em seu modo de treinar Parkour. Ele é extremamente calculista, perfeccionista e concentrado. E não pense que aquela mimosidade toda é sinônimo de fragilidade não... ele é muito forte! Forte ao ponto de durante os workshops conseguir fazer 2 vezes a quantidade de nossos esforços e sem cansar. O resultado não poderia ser outro: os treinos que o Thomas nos convidava a fazer exigiam mais equilíbrio mental do que físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Brasília ele me falou: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Não importa se é a primeira repetição ou a última, você tem que manter a mesma atenção e vontade. Tente esquecer o mundo a sua volta e se concentre no que você está ali pra fazer”&lt;/span&gt;. Estávamos em um grupo de 10 pessoas fazendo um treino de precisão. A meta era contabilizar 10 pontos, sendo que cada ponto só era ganho quando TODAS as 10 pessoas acertassem a precisão consecutivamente. A distância eu acredito que era cerca de 9 a 10 pés com desnível. Não era tão difícil assim, mas a pressão psicológica por saber que o grupo inteiro iria se prejudicar caso eu errasse me preocupava muito. Acho, inclusive, que eu fui um dos que mais falhei. Mesmo que todos ali soubessem que pouco importava “finalizar o jogo”, aquilo era um treino de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“agora é minha vez, não posso falhar”&lt;/span&gt;. Meu psicológico vacilava às vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cara, a concentração do Thomas é imensa! Naquela tarde treinamos essa precisão (somente ela) por cerca de 2 ou 3 horas... eu vou chutar que fizemos 500 precisões. Dessas 500 eu vi ele errar 2. DUAS! E isso quando estávamos no final. Quando o pé dele escorregou do murinho, ele olhou pra mim e disse: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Droga! Errei a primeira”&lt;/span&gt; e eu respondi: “&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Eu sei! (seu filho da puta!)”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora isso ele é um cara que consegue se satisfazer com pouco. Quando visitamos a Lagoa, no RJ, ele enfezou em um percurso que envolvia 4 passadas em desnível. Era uma seqüencia um tanto arriscada mas que eu o vi repetir umas trocentas vezes. Cada hora ele fazia questão de incrementar algo: uma posição melhor de mão, um jeitinho mais legal de encaixar o pé... e nisso se a gente deixasse ele ia noite adentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando questionado sobre o Parkour Generations e Belle, a impressão que me ficou (embora ele não tenha dito com todas as letras) é que o trabalho deles com a PKGEN é praticamente o que todo mundo esperava que o Belle houvesse feito, e ele não fez. O Thomas não o criticava, ao contrário, falava muito bem dele e dizia que ele sabe viver sua vida. Não é porque ele é o “criador” do Parkour que é obrigado a dedicar a vida a isso. Ele tem outros objetivos, quer fazer outras coisas e ninguém tem nada a ver com isso. E é nesse ponto que o olho do Thomas brilha. Ele protege e defende a iniciativa do PKGEN com unhas e dentes. Dá pra notar que não é porque ele faz parte, mas porque o cara quer viver pra servir aquela causa e manter os princípios da atividade vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando o senhor Couetdic de lado, vou escrever agora sobre o senhor Rognoni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra começar nunca o chame de Steve Rognoni. Ele é revoltado com o nome que os pais lhe deram e por isso quando ficou mais velho escolheu o seu próprio: Kazuma (extraído de um anime). Ah... nem falei que os dois são fanáticos por animes né? Pois são. Voltando: Se o Thomas é o cara &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“eu-quero-fazer-bem-feito”&lt;/span&gt; o Kazuma é o cara &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“foda-se-eu-quero-é-chegar”&lt;/span&gt;. Fazia muito tempo que eu não via alguém se jogar de cotovelo em um muro ou chapar o pé com toda a força no chão. As precisões dele pareciam que iam tirar o planeta de órbita, porém a força da perna do cara segurava qualquer impacto. O cara quando se movia parecia uma locomotiva: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“o que tiver na frente eu passo por cima... ou derrubo!”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os workshops que passava se focavam mais nessa questão da agressividade. Normalmente ele nos fazia cansar no inicio e então, do nada, enquanto o grupo todo (ele inclusive) se encontrava no chão fazendo flexões, olhava pra gente com aqueles olhinhos puxados e dizia: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Vamos continuar fazendo as flexões, mas estão vendo aquele muro e aquela arvore? Quando eu der o sinal a gente corre, sobe o muro, salta de lá de cima, volta correndo, faz essa rotina 5 vezes seguidas, assim que terminar sobe de novo, salta pra arvore, volta pra cá, faz outra vez...”&lt;/span&gt; Você tá entendendo? Essa criatura queria nos matar! Eu só via o Zico urrando que nem um animal e o Thiago Lima se esborrachando no chão de tão exausto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas havia um propósito. Ele nos disse que fazer um percurso em condição física normal é muito fácil, mas que Parkour lida com a movimentação continua mesmo em cima do desgaste físico. Se você aprende a se mover quando o seu corpo pede pra parar, aí sim você está fazendo algum progresso. Eu tive diversas vezes problemas em concentrar minha respiração e o que tanto o Kazuma quanto o Thomas berravam a todo momento era: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Você ainda consegue respirar, então você não está tão cansado!  Diminua o seu ritmo, mas JAMAIS pare”&lt;/span&gt;. Cara, quando o Kazuma via você parar... ele corria e te dava uns empurrãos ou te enchia de soco e beliscão (Lissescão como ficou conhecido)! oO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse espírito guerreiro de manter a movimentação, não importa o esforço empregado, foi uma das maiores lições que aprendi e que faço questão de recordar a cada novo treino que faço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Kazuma, apesar de ministrar alguns workshops, não faz parte do Parkour Generations. Na verdade, de grupo nenhum. O PKGEN meio que tomou as rédeas do Parkour mundial nas mãos e disse: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Nós iremos guiar vocês pelo caminho da luz”&lt;/span&gt;. Já o Kazuma é daqueles que defende que as próprias pessoas devem encontrar esse caminho e não uma instituição o apontar. Ele tem o sonho de construir um Parkour Park em uma fazenda e anunciar: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Tracers do mundo todo, aqui vocês podem treinar sem serem incomodados! Venham! Se hospedem! Passem o tempo que quiser! E tragam dinheiro pro churrasco!”&lt;/span&gt;. Eu fiquei de cara quando ele falou isso.  O cara é um fofo. Pelo que descrevi é meio fácil concluir que ele não é muito fã do ADAPT né? (Enquanto o Thomas defende o programa ferrenhamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah eu vou parar de escrever por aqui... tem um bocado de outras coisas mas eu num sou fi di rapariga pra escrever tudo não. Quando a gente se vê de novo você liga um USB na minha testa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... e eles não fedem e bebem muita água!&lt;br /&gt;Bjos&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-1331570239211432012?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/1331570239211432012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=1331570239211432012' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1331570239211432012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1331570239211432012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/08/thomas-couetdic-kazuma.html' title='Thomas Couetdic &amp; Kazuma'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SoTbuovQQGI/AAAAAAAAAH4/ayrRHJxma7I/s72-c/pkgen_640x467.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-5952738599004131006</id><published>2009-08-01T22:32:00.003-03:00</published><updated>2009-08-02T02:48:11.103-03:00</updated><title type='text'>De Volta Ao Real</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SnTt0xAMlaI/AAAAAAAAAHo/E6Yw-L_0ZNU/s1600-h/OgAAAGC2CPMlnAlYTPa8JagjWvph85-hPPH0bLpcJeUKo4dlNjEmU54TZ31-v3qGHiMd8LffB_fKupihBRKGi3kWvf8Am1T1UBGIAsAw1dkJHGrwEW50iF2Y6KQM.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 180px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SnTt0xAMlaI/AAAAAAAAAHo/E6Yw-L_0ZNU/s320/OgAAAGC2CPMlnAlYTPa8JagjWvph85-hPPH0bLpcJeUKo4dlNjEmU54TZ31-v3qGHiMd8LffB_fKupihBRKGi3kWvf8Am1T1UBGIAsAw1dkJHGrwEW50iF2Y6KQM.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365174546868245922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu estava sentindo falta... falta mesmo. Até podia ter atualizado o blog antes, mas acho que o turbilhão de informações que minha cabeça recebeu ultimamente ia criar posts altamente desconexos e que até mesmo eu quando os lesse daqui a algum tempo não iria compreender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Do dia 06 até o dia 26 de Julho, eu estive na maior viagem que já fiz em minha vida. Saca só o trajeto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aracaju – Salvador&lt;br /&gt;Salvador – São Paulo&lt;br /&gt;São Paulo – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Rio de Janeiro – Belo Horizonte&lt;br /&gt;Belo Horizonte – Brasília&lt;br /&gt;Brasília – São Paulo&lt;br /&gt;São Paulo – Salvador&lt;br /&gt;Salvador – Aracaju&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem eu sei como suportei. O estresse tanto físico quanto mental era evidente do meio da excursão pro final e tudo que eu pensava era em voltar pra casa.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em contrapartida vivi momentos maravilhosos. Como se não bastasse o fato de poder visitar os maiores picos do parkour brasileiro, o GT estava unido novamente (com exceção do Jarbas). Eu acho incrível como moramos tão longe uns dos outros e nos damos tão bem pessoalmente. A sensação é de que não houve intervalo de um encontro pro outro; meio que um “pause” que é apertado quando nos separamos e é reapertado quando nos reencontramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a viagem, ainda tivemos como companheiros de jornada o Kalebe, o Vítor, o Luiz Martinez e os franceses Thomas e Kazuma. Como pode ver, eu tive uma oportunidade de ouro pra aprender com tanta gente com tanto pra passar adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O roteiro começou com o “Encontro Brasil-França”, depois passamos três dias no Rio de Janeiro, seguimos pra Belo Horizonte e ficamos um dia por lá, e depois partimos pro evento “Partour” que aconteceu em Brasília.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Brasil/França” foi uma surpresa pro GT porque a aceitação do público ao evento foi maciça. O espaço tornou-se até minúsculo para a quantidade enorme de pessoas que compareceram (estimo que umas 400). O Kazuma e o Thomas se incomodaram um pouco (tá... não foi só um pouco) com a quantidade de praticantes e infelizmente o esperado Workshop só rolou para aqueles que estavam no pé deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fico feito um passarinho que caiu do ninho nesses eventos. Não sei pra onde olho, não sei com quem eu falo, não sei pra onde vou. São muitas pessoas que eu gostaria de passar horas conversando ou treinando, mas o tempo é minúsculo pra tudo que tenho vontade. Então sempre volto pra casa com essa sensação de “ainda não foi o suficiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é uma sensação indescritível ter ao alcance de um abraço todas aquelas pessoas que significam algo pra mim. Esse encontro, em particular, marca minha trajetória por ter me dado acesso à pessoas que à muito tempo eu queria conhecer. Destaco, em especial, o Kako no meio delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Belo Horizonte...  os Pkmaxianos! São pessoas incríveis, onde eu deposito um carinho enorme. Em minha vivência, eles servem não somente como referência para o Parkour, mas também como seres humanos. Eu lamento do fundo da alma estar tão cansado no dia que passamos em Minas. Não estava bem, minha cabeça doía, meu corpo estava fadigado das mais de 10 horas de carro e sem dormir. Isso pra não reclamar do esgotamento físico proporcionado pelo workshop do Thomas no dia anterior. Então, até peço desculpas aos mineiros pelo “Duddu Zumbi” que aportou na terra deles. Lá, eu, Bacon, Gustavo e Leo ficamos hospedados na casa do Arthur. Foram momentos de muita conversa, risadas e comilanças (meu deus, me senti um rei!). Arteba, meu querido, valeuzão por tudo de coração!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rumo a Brasília, pegamos estrada pela noite e foi uma canseira sem fim, cerca de 12 horas novamente em um carro e com o Kalebe cantarolando as músicas mais chatas do planeta enquanto eu tentava dormir. Eu estava com tanto sono e anestesiado que nem os beliscões do Kazuma me causavam mais dor. Pegamos o evento já na metade então só deu pra aproveitar o segundo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cara, eu precisava desse dia em Brasília! Fomos recebidos de braços abertos pelo BRTracer e eu não fazia idéia de como os brasilienses eram legais. É que todo contato que tive anteriormente com eles, me passava uma impressão meio fria, inflexível, rígida e sem sentimento. Com exceção do Miih e do Alex Pires, eu tinha impressão que aquela cidade era um criadouro de pessoas chatas. Engano gigantesco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A começar pelo Santigas, que se revelou pra mim (ui!) uma pessoa extremamente legal. O jeito caladão dele sempre me causou aquela sensação de “não sou bem-vindo aqui” e por isso eu antes mantinha uma certa distância. Burrice. O cara é um amor de pessoa e eu realmente fiquei impressionado de como não tinha percebido antes. Valeu de coração por tudo meu velho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu podia citar de um por um: O Leandro que eu não conhecia e que de cara me apaixonei! O Miih... mas esse nem vale a pena falar nada (s2). O famoso Breno que tanto eu ouvia falar (melhoras no pé, rapaz!). O Manoel que é um monstro fofinho! O Maurício, que é um cara que um dia eu vou perder a amizade por jogar um pedra na cabeça! O Belém... ah o Belém... o cara que sempre que encontro arruma um jeito de colocar perguntas em minha cabeça que perduram por semanas, meses e tem algumas que até estão completando aniversário em Setembro (hauhauauauhu!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu revi o Butuí! O Beto! O Pedrinho Thomas! O outro Pedrinho! Os meus amados Renatto, Racir e Pedro de João Pessoa! A Poli! O Alex! Conheci o Bernardo! Ah cara... vou parar por aqui! Se eu te esqueci não é porque você não é importante é porque eu tô com sono... A Sofia!! Tá vendo que é sono, mesmo? Eu jamais esqueceria a Soso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta a Sampa, o Thomas pegou o avião dele e eu o meu. Eu teria ainda mais 5 dias em Salvador até voltar pra casa. Lá, eu fui com o Gustavo na Coordenadoria de Esportes falar sobre o Encontro Brasileiro e já deixamos algumas coisas encaminhadas. No final de semana pude participar de mais um Acamparkour. Dois dias acampados numa faixa de terra que divide o Rio do Mar. São momentos de muito relaxamento mesclados com muito treino exaustivo e “cortante” por dentre os mangues. São horas que valem cada minuto! E só tenho a agradecer ao Guga, ao Fred, ao Joe e ao Fallux (mesmo esse faltando o acampamento todas às vezes) pelos momentos fodas que eu passo naquela terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é isso. Estou de volta a minha casa. Treinando que nem um cavalo. Esperando as aulas da faculdade começarem. Em busca de um emprego. E vivendo a minha vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez que o Parkour se manifesta no meu dia, seja em lembrança, seja em treino, seja em internet... eu sinto que ele contribui significativamente pra me tornar a pessoa melhor que irá acordar em minha cama no próximo amanhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E essa sensação é impagável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: A vivência com o Thomas e o Kazuma merece um post especial, por esse motivo me abstive de comentar sobre eles. Assim que minhas idéias se ordenarem novamente, eu volto pra tentar colocar em palavras o que consegui absorver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-5952738599004131006?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/5952738599004131006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=5952738599004131006' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5952738599004131006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5952738599004131006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/08/de-volta-ao-real.html' title='De Volta Ao Real'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SnTt0xAMlaI/AAAAAAAAAHo/E6Yw-L_0ZNU/s72-c/OgAAAGC2CPMlnAlYTPa8JagjWvph85-hPPH0bLpcJeUKo4dlNjEmU54TZ31-v3qGHiMd8LffB_fKupihBRKGi3kWvf8Am1T1UBGIAsAw1dkJHGrwEW50iF2Y6KQM.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-8635134919104017104</id><published>2009-07-01T16:55:00.006-03:00</published><updated>2009-07-01T17:27:54.354-03:00</updated><title type='text'>Um passo certo com o tênis certo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Sku_R2u3qlI/AAAAAAAAAHg/5F2cEHQ64P0/s1600-h/rainha.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Sku_R2u3qlI/AAAAAAAAAHg/5F2cEHQ64P0/s320/rainha.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353582895530748498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A foto ficou boa, né? Se não gostou, por favor... Minta! Eu até coloquei umas pétalas de flor pra ela ficar bem enfeitada e colorida! Isso tudo porque esta é uma postagem de celebração! Eu tenho vários motivos pra comemorar, e quem me conhece sabe que eu extrapolo na gayzice quando estou feliz. Ah... E eu também falo pelos cutuvelos! Então “senta que lá vem história” (imagine uma espiral de preto e branco rodando no seu monitor):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outubro do ano passado o Rinoceronte Diamarante, mais conhecido como Pop, me presenteou com esse tênis da foto: Um rainha VL-2500. O novo vício (leia: moda) do Ibyanga era utilizar essa peste de tênis. Eu era um dos únicos que não havia aderido. O fato é que ele apesar de ter uma aderência foda, não amortece bosta nenhuma e eu estava acostumado com meus Olympikus Tube, Mizunos e Asics (não pense que sou rico, tudo é herdado do meu irmão). A absorção deles era assombrosa! Pra ter uma idéia tem um que você até pode colocar umas pastilhas extras de amortecimento... vai ver o tênis é projetado pra saltar de prédio mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao Pop e ao tênis da foto... ele me deu esse tênis de presente. Eu sei que você já leu isso, mas eu quero repetir porque significa muito pra mim. Acontece que eu não conseguia treinar com essa coisa no meu pé. Eu tentava e depois de uns 10 minutos o pé reclamava. Meu calcanhar sofria muito e teve até uma vez que eu bati tão forte que fiquei sem conseguir encostar o pé no chão durante 1 semana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que eu ia pra Maceió eu levava o tênis. Eu queria mostrar pro Pop que eu valorizava o presente e que estava treinando com ele. Tudo mentira... porque quando eu voltava pra Aracaju eu jogava essa bosta pra longe e voltava pros meus amortecedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia ele veio pra cá, pegou o tênis em suas mãos, deu graças novamente, e disse: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Que triste... eu dou meu tênis pro cara e ele não usa. Se você não quiser eu pego de volta! Esse solado não tá gasto e isso é sinal de que você não treina com ele”&lt;/span&gt;. E era verdade. Afinal, eu só usava o tênis pra enganá-lo e ele não ficar triste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquela época coincidiu com a vinda do idiota do Gustavo pra cá, e como eu já relatei naquele post-carta-de-amor, eu resolvi mudar o modo de encarar meus treinos e impactos. Treinei descalço por um tempo e naturalmente esse tênis se tornou um amigo. Acho que hoje poderia escrever um livro sobre ele. Aprendi lições valiosas como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Controlar e confiar no mecanismo natural de absorção de impactos do meu corpo.&lt;br /&gt;- Eu amo meu calcanhar.&lt;br /&gt;- Meu dedão do pé é quem me equilibra no balance.&lt;br /&gt;- Aprender o limite entre o “eu consigo” e o “vale a pena?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você o calça a impressão é que colocou uma camada fina de borracha pra proteger seu pé contra vidros e espinhos. Mas somente isso. Você sente cada pedra, cada desnível, cada mudança de terreno e cada dedo tocando o chão. Eu tive que aprender a me livrar daquela superficialidade toda dos tênis fodões e notei de imediato que a falta do conforto reduziu meu nível de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“monstruosidades”&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei a fazer coisas menos impressionantes e a focar em &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“besteiras”&lt;/span&gt; corriqueiras do treino de qualquer tracer. Eu não fazia mais nada admirável por sua grandeza, mas contabilizava pequenas vitórias em cada precisão de 8 pés amortecida com segurança. Na verdade isso é algo muito monstruoso, eu que antes não dava o devido valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fred de Salvador quando veio aqui em casa me perguntou: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Você não guarda os seus tênis antigos não? Pois eu guardo. Sinto prazer em lembrar de como cada um deles me ajudou a evoluir e de quanto eu mesmo evolui.”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois esse rainha é o meu primeiro troféu.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;EU ACABEI COM ELE, POP!&lt;br /&gt;USEI ATÉ O FINAL!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que você está tão orgulhoso de mim quanto eu mesmo.&lt;br /&gt;Não vejo a hora de comprar outro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Feliz Aniversário Adriano Pop Diamarante.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-8635134919104017104?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/8635134919104017104/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=8635134919104017104' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8635134919104017104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8635134919104017104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/07/um-passo-certo-com-o-tenis-certo.html' title='Um passo certo com o tênis certo'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Sku_R2u3qlI/AAAAAAAAAHg/5F2cEHQ64P0/s72-c/rainha.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-5673349353680203585</id><published>2009-06-10T23:22:00.005-03:00</published><updated>2009-06-10T23:38:39.116-03:00</updated><title type='text'>Parkour Aracaju no Cinform</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SjBrFBrFwuI/AAAAAAAAAHQ/ujP1Q7tmLdY/s1600-h/Cinform1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 243px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SjBrFBrFwuI/AAAAAAAAAHQ/ujP1Q7tmLdY/s320/Cinform1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345890491781464802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SjBrM6NRG0I/AAAAAAAAAHY/gU5M2xEIl4Y/s1600-h/Cinform2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 110px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SjBrM6NRG0I/AAAAAAAAAHY/gU5M2xEIl4Y/s320/Cinform2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345890627216284482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tão legal quando um jornalista tenta entender o que você quer transmitir não é? Todo mundo quando cede uma entrevista na hora de conferir o resultado fica com as pernas bambas. O medo de terem distorcido sua palavra é gigantesco. Esse tipo de reportagem é aquela que eu acho extremamente saudável pro parkour, sem contar que é uma mão na roda pra apresentá-lo à comunidades locais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sugiro que as pessoas usem e abusem desse artificio. Jornal impresso é muito lido e normalmente serve otimamente para divulgar que a atividade existe em seu estado (me alegro muito em saber que a maioria dos oficiais militares lêem jornal impresso). E se vocês derem a sorte de pegar um jornalista como o Ben-Hur (velho, brigadão por tudo!) o resultado não tem como ser melhor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-5673349353680203585?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/5673349353680203585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=5673349353680203585' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5673349353680203585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/5673349353680203585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/06/parkour-aracaju-no-cinform.html' title='Parkour Aracaju no Cinform'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SjBrFBrFwuI/AAAAAAAAAHQ/ujP1Q7tmLdY/s72-c/Cinform1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-6020501639884637516</id><published>2009-06-07T12:04:00.008-03:00</published><updated>2009-06-07T14:56:31.804-03:00</updated><title type='text'>Sims e Nãos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SivltBXUGiI/AAAAAAAAAHI/3QUT0FGQcDI/s1600-h/137580-Erro+de+Processamento+1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 226px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SivltBXUGiI/AAAAAAAAAHI/3QUT0FGQcDI/s320/137580-Erro+de+Processamento+1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344617944428321314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe a diferença de um para o outro?&lt;br /&gt;Nunca havia procurado uma resposta pra essa pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em minha cabeça, o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"não"&lt;/span&gt; sempre foi a escolha sábia e o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"sim"&lt;/span&gt; a cômoda. No ensino médio eu não precisava ter uma justificativa para marcar que o item era &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"verdadeiro"&lt;/span&gt;, mas precisava estar muito seguro e com as idéias muito bem alinhadas para dizer que ele era &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"falso"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que falar de influência externa?&lt;br /&gt;Numa conversa entre amigos é muito melhor para sua imagem optar em concordar com o que ele diz, mas é preciso muita bravura pra dar a sua cara ao tapa e dizer &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"não acho", "não concordo" e "não quero"&lt;/span&gt; para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que é por ter dado minha cara a tapa muitas vezes que meu grupo de amigos é seleto. As pessoas simplesmente não gostam de receber &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"nãos" &lt;/span&gt;e eu sempre fui uma pessoa que sentia um certo prazer em distribui-los. Ser criticado, e principalmente quando você espera um elogio é algo que pode destruir um relacionamento. Minha família, com o tempo desenvolveu um escudo contra mim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Só pergunte a opinião do duddu se não for se chatear com o que ele pode vir a te dizer".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por diversas vezes eu vi minhas irmãs, antes das festas, perguntarem &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"como estou vestida?"&lt;/span&gt; pra todo mundo... menos pra mim. (É que como eu tenho intimidade eu uso adjetivos como "mendiga, palhaça, pata choca, mulher de vila..."). huahuahuaua!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é com prazer que em todas vezes que algo de importante estava pra acontecer com elas, eu as via se dirigir a mim e falar:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"Duddu, preciso de sua opinião/conselho".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é uma forma de egoísmo?&lt;br /&gt;Eu escolho sempre ser verdadeiro comigo mesmo e não necessariamente pensando na pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No parkour é comum pedirem minha opinião sobre uma movimentação ou um video. E quando eu não conheço muito bem a pessoa, eu já cheguei ao cúmulo de perguntar:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"olha, você quer que eu fale o que vai te agradar ou o que eu estou pensando?".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se responde que quer o primeiro eu falo tudo que achei legal, se responde o segundo eu falo tudo que achei legal e despejo a lista (normalmente grande) de coisas que achei ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi essa a forma que aprendi a lidar com essa caracteristica humana de sempre buscar a aprovação. Pelo menos assim eu não me sinto "mentiroso" (e quem me conhece sabe o quanto odeio essa palavra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sabia que tinha tanto a falar sobre esse assunto!&lt;br /&gt;E olha que nem cheguei ao meu objetivo inicial!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como visto acima o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"não"&lt;/span&gt; pra mim sempre foi um amigo. Ele é o reflexo externo de meu senso crítico, de quem eu sou mentalmente e absolutamente. Mas tanta negatividade podem trazer consequências... er... negativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos meses ocorreram uma sucessão de fatos que me fizeram repensar meu comportamento. A quantidade de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"nãos"&lt;/span&gt; que eu chego a dizer diariamente me assusta. E com a ausência de um simples &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"sim"&lt;/span&gt; eu deixei, em 23 anos, de passar por experiências que teriam sido valiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convite pra ir com amigos a um show que não gosto.&lt;br /&gt;Convite para se encontrar com amigos que eu não via a anos.&lt;br /&gt;Convite para ficar bêbado com amigos do lado.&lt;br /&gt;Convite para sair com aquela menina  que dava mole e eu nem ligava.&lt;br /&gt;Convite para ir com amigos a um puteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu posso, verdadeiramente, viver diariamente uma disciplina que me incentiva a enfrentar obstáculos, se eu usava o &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"não"&lt;/span&gt; para me esquivar deles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não estou dizendo que passarei a dizer &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"sim"&lt;/span&gt; a tudo. Mas é que muitas vezes perdemos essas oportunidades por comodidade. Não queremos sair de nossa rotina ou contrariar o nosso dilema interno de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"eu gosto disso e não gosto daquilo"&lt;/span&gt;. Como vou saber se gosto de algo sem ter provado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"pior"&lt;/span&gt; das hipóteses, em todos os 5 exemplos que eu coloquei ali em cima, por pior que o local ou a noite fosse, eu estaria ao lado deles: amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma nova experiência que coloca meu corpo e mente a prova. Não vou jamais fazer algo que vá me prejudicar integralmente. Eu sou o meu bem mais precioso. Mas a todas oportunidades que a vida e meus amigos fornecerem, se eu estiver certo que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;não trará um mal irreparável&lt;/span&gt;, eu vou me jogar de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes tenho medo de escrever abertamente desse jeito no meu blog porque são transformações pessoais e experiências que eu compartilho sem saber aonde irão me levar. É uma exposição? Sim, é. Mas eu não me sinto (ainda) incomodado com ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, por favor, nunca tome o que ler aqui como verdade. Eu vou errar muito e vou acertar outras vezes. Dessa vez eu apenas quero ter certeza de que deixei a porta aberta para que as coisas aconteçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Agradeço, em especial, ao Edi, Pop, Leleo, Bata, Ítalo, Diogo, Jean, Ísis, Bacon, Gustavo, Fred, Cintia, Monique, Ingrid, Kako, Fábio Gomes, Sayuri e ao Jim Carrey.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-6020501639884637516?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/6020501639884637516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=6020501639884637516' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6020501639884637516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6020501639884637516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/06/sims-e-naos.html' title='Sims e Nãos'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SivltBXUGiI/AAAAAAAAAHI/3QUT0FGQcDI/s72-c/137580-Erro+de+Processamento+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-1653877402982678916</id><published>2009-05-20T14:39:00.006-03:00</published><updated>2009-05-20T23:47:42.859-03:00</updated><title type='text'>"No Pain, No Gain"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.no-pain-no-gain.com/images/comic/cover.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 341px; height: 439px;" src="http://www.no-pain-no-gain.com/images/comic/cover.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo o título do tópico, eu pensaria: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Agora ele vai contar o quanto tem treinado pra evoluir”&lt;/span&gt;. Mas não. Esse é um daqueles posts chatos que não se focam em meu treino físico, mas sim no que anda passando por minha cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu odeio clichês. Não suporto papagaismos e só falto morrer quando modas como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Isso é Mara”&lt;/span&gt; ou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Ronaldo”&lt;/span&gt; ganham o boca-a-boca ao meu redor. Pra mim isso é o resultado de uma mente que se deixa influenciar facilmente sem apresentar o mínimo de senso crítico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No Parkour não é diferente. Logo a princípio, antes mesmo de ser apresentado aos aspectos da prática que realmente me apaixonariam por ela, eu aprendi que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho que sofrer.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“No Pain, No Gain”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho que ser útil.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Etre Fort Pour Etre Utile” &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tenho que me cuidar.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Etre et Durer”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que pra pessoas que não tem uma direção a seguir, esse mundo de frases feitas se torna uma bíblia. Eu, particularmente, nunca dei bola; sempre entrou por um ouvido e saiu pelo outro. No máximo, incorporei algo do conteúdo que achei útil, mas isso sem a supervalorização da frase.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Duas delas são oriundas do método natural de Georges Hébert. O cara era um visionário e o seu pensamento de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“ser forte, ser útil e durar”&lt;/span&gt; ajudou a nortear tanto o rumo da educação física moderna quanto os princípios do parkour em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, eu me recordava de já ter visto a &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“No Pain, No Gain”&lt;/span&gt; em algum lugar. Quando a ouvi no parkour, fiz uma pesquisa e constatei que ela é o pilar para várias outras atividades físicas como: halterofilismo, fisiculturismo, bodybuilding, circo, ginástica artística e rítmica e qualquer outra onde a busca por resultados seja a propulsão para se treinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana passada, durante a aula de “Literatura Norte-Americana III”, um cara chamado Benjamin Franklin disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“A indústria não precisa de um desejo, e aquele que vive de esperança é o que morre mais rapidamente. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;THERE ARE NO GAINS, WITHOUT PAIN&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Caminho Para a Riqueza (1758)&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cara foi filho de um vendedor de velas que tinha 17 filhos e que por isso o pai só pôde lhe pagar dois anos de educação. Com certeza esse cara tinha uma infinidade de experiência para compartilhar por ter saído desse cenário social e se tornado o criador do “American Dream” e o pilar da independência americana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o que me chamou muito a atenção foi o desvirtuamento que a frase de Benjamin sofreu com o tempo. O &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“pain”&lt;/span&gt; a que ele se referia não tinha muito a ver com “dor, sofrimento, repetições infinitas e cansaço físico” a que hoje nos referimos. É comum em atividades como o halterofilismo você se deparar com atletas que vão parar em hospitais por conta do esforço empregado. oO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que a intenção de Franklin era inspirar as pessoas a deixar a preguiça de lado e construir um mundo melhor pra si mesmo com as próprias mãos; e não entrar em um processo doentio em busca de resultados (onde em muitas vezes se perde o prazer de cada passo que constitui essa busca). E por isso, termos como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“dedicação, vigília e prontidão”&lt;/span&gt;, ao meu ver, seriam uma tradução melhor para &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“pain”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao que remete ao parkour, a desvirtuação da frase é ainda um pouco pior. Eu já me deparei com tracers que se cortam, quebram ossos, batem canela por falta de prudência e quando você olha pra eles, com um sorriso amarelo, eles soltam a pérola: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Velho, é assim mesmo, no pain, no gain”&lt;/span&gt;. Quanta irracionalidade desse fi du cabrunco!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso que sou ferrenhamente defensor dos &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“tracers pensantes”&lt;/span&gt;. Não me importa se pensam igual a mim, me importa que pensem! Essa política de muito copiar e pouco se analisar pra enfim tomar um partido, me irrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No twitter, o Rachacuca recentemente postou algo como &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Deixe para xingar o despertador depois de ter se levantado para o desligar”&lt;/span&gt;. É esse o significado do &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“No Pain, No Gain”&lt;/span&gt; que eu acredito me ser útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao sofrimento em demasia ou a idiotabilidade de se justificar falhas com frases, eu deixo para aqueles que precisam provar algo a alguém. No mais, o objetivo do meu treino é ser agradável a mim.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Com todo respeito aos masoquistas de plantão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Busquem frases para justificar sua busca e resultado, eu buscarei me respeitar e me divertir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-1653877402982678916?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/1653877402982678916/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=1653877402982678916' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1653877402982678916'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1653877402982678916'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/05/no-pain-no-gain.html' title='&quot;No Pain, No Gain&quot;'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-8931472222878522802</id><published>2009-05-06T00:36:00.010-03:00</published><updated>2009-05-06T12:57:50.443-03:00</updated><title type='text'>“Meu Pé, Meu querido Pé!”</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SgEPodr-r5I/AAAAAAAAAGo/yBGdPORkhvM/s1600-h/pe_473x600.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 252px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SgEPodr-r5I/AAAAAAAAAGo/yBGdPORkhvM/s320/pe_473x600.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332560621621653394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um ginasta perfeito é um ginasta que crava sua movimentação. Eu nunca fui um bom cravador. Por mais que treinasse, eu só conseguia terminar o movimento sem ser despontuado se plantasse o calcanhar no chão. Ou era isso, ou então eu dava um passinho pra frente (desconto de 0,10 por passada). No parkour, as precisões trouxeram de volta meu problema com cravamento. E agora?  E agora que arrume um outro otário pra chapar o calcanhar no concreto! Não tem mais o fofinho do colchão não, meu filho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na última viagem pra Salvador, a gente começou um treino depois da meia-noite. Eu estava alegremente brincando com meu mais novo vício: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;passadas&lt;/span&gt; (saltitos iguais aos do Bambi, imaginando que o chão são corrimãos). E então Fred e Fallux resolvem parar pra assistir a belissima cena que isso deveria ser. Ficamos durante um bom tempo os três analisando minha movimentação, até que o Fallux perguntou: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“você não usa o tornozelo?”&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou fazer uma pausa aqui pra explicar o que aconteceu com a minha cabeça. Sabe o filme que dizem passar na nossa mente quando vamos morrer? Pois nessa hora, eu vi um mosaico de vários movimentos meus que estão na lista de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“preciso melhorar”&lt;/span&gt;. E em todos eles eu notei que não uso o calcanhar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mortais de costas. Precisões. Amortecimentos. Passadas. Enfim, qualquer coisa que necessite de absorção de impacto ou geração de impulsão com os pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós três ficamos meio com cara de “????” porque isso é como caminhar... &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TODO MUNDO FAZ NATURALMENTE!&lt;/span&gt; Menos o abestalhado que tá digitando...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro dia, Fred e Fallux separaram um tempinho pra trabalhar exercícios de fortalecimento de pé comigo. Pra minha surpresa eu descobri que sou um Sr. Calça Frouxa! Minha resistência não chegava à metade da deles e minha flexibilidade na articulação do tornozelo é quase inexistente. Fizemos caminhadas usando somente a ponta do pé, depois só o calcanhar (sem tocar os dedos no chão), depois com a lateral esquerda, direita...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eu suava. Fazia caretas. Até derramar uma lágrima eu derramei (e olha que sou homem!)! Não sei se todo mundo tem tanto problemas pra andar desses jeitos como eu, mas é que doía muito mesmo. Só que era aquela dor de &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“está forçando muito, porra!”&lt;/span&gt;. Isso me fez ver que o fortalecimento dessa área com certeza ajudará na minha movimentação. Estou regularmente trabalhando em cima disso. \o/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Minha saída para a precisão antigamente:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SgEOdL5k2wI/AAAAAAAAAGQ/deUwwhseKn0/s1600-h/p%C3%A91.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 301px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SgEOdL5k2wI/AAAAAAAAAGQ/deUwwhseKn0/s320/p%C3%A91.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332559328356653826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Minha saída para a precisão agora:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SgEOs2Koc8I/AAAAAAAAAGY/FQ4z12_3Ozs/s1600-h/p%C3%A92.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 282px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SgEOs2Koc8I/AAAAAAAAAGY/FQ4z12_3Ozs/s320/p%C3%A92.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332559597400519618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ainda não tenho força pra sustentar o impacto do peso do meu corpo em cima do tornozelo, e nem aprendi ainda a usar conscientemente o tornozelo na hora da precisão. Mas quando eu lembro de usar, eu notei que vou muito mais alto, mais longe e mais suave. É só uma questão de hábito e treinamento. Nada que muito suor e trabalho mental não dêem conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço enormemente aos debiloides lá de cima pela ajuda e preocupação. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-8931472222878522802?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/8931472222878522802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=8931472222878522802' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8931472222878522802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8931472222878522802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/05/meu-pe-meu-querido-pe.html' title='“Meu Pé, Meu querido Pé!”'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SgEPodr-r5I/AAAAAAAAAGo/yBGdPORkhvM/s72-c/pe_473x600.png' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-7882475676964630745</id><published>2009-04-29T20:39:00.003-03:00</published><updated>2009-04-29T20:58:59.196-03:00</updated><title type='text'>O Petróleo de Petrolina</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SfjmI_wSH2I/AAAAAAAAAGA/1EmyFPyYCeE/s1600-h/salvador.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 142px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SfjmI_wSH2I/AAAAAAAAAGA/1EmyFPyYCeE/s320/salvador.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330263201220271970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Descobri que meu tempo biológico para atualização do Blog é de 15 em 15 dias. Esse é o período certo onde sempre acontece alguma coisa que fica martelando na minha cabeça e é preciso cuspi-la pra fora dela em palavras. Quando eu ultrapasso esse tempo é porque ou estava emendando uma viagem atrás da outra ou a universidade pegou no pé. O meu atraso recente é devido à combinação dos dois. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixando minhas lamentações de lado, eu queria citar um recado que um dia recebi: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“É incrível como por qualquer besteira o duddu diz que o mundo dele virou do avesso!”&lt;/span&gt;. Não foram essas as exatas palavras, mas o sentido sim. Quem a disse foi o Arthur do PKMAX (Bjo Arteba!) cerca de dois anos atrás. Lembro também que o G1 (Morra, Jean!) deu umas risadinhas de deboche em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra mim, era uma época de aprendizado. Eu havia começado a questionar a atividade que praticava e a me libertar da prisão que a falta de informação me mantinha. Por isso era tão comum eu ser surpreendido por opiniões de pessoas que “abriam meus olhos” para uma realidade que eu nunca havia sequer imaginado. Pensando bem, nessa época eu jamais cogitaria a possibilidade de que esses dois (e tantos outros) pudessem vir a se tornar pessoas amigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três parágrafos de introdução para dizer que eu estou apaixonado pelo Jarbas. Eu acho que eu preciso aprender a resumir, né? HAUHUAHUAHUA! Mas como o Arthur diria: MAIS UMA REVOLUÇÃO! Acho que é por isso que eu não morro de amores por gringo. É que tem tanta gente foda ao meu lado, com quem tenho horrores a aprender, que eu acho desperdício de energia pensar no Brasil afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No feriado da páscoa, eu, Jean e o Jarbas fomos modinhar em Salvador. Nos encontramos com o Gustavo, Tchuke, Fallux, Fred e outras pessoas que espero que não fiquem bravas por não citá-las. Minhas recordações do cenário baiano para o parkour não era lá esses chocolates todos, e por isso eu fui mais com a intenção de matar a saudade desse povo todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que surpresa agradável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O bom trabalho que os baianos têm feito no Costa Azul já rende frutos: eu fiquei impressionado com a quantidade de pessoas treinando seriamente, interessadas em evoluir e trocando experiências a torto e a direita. Aprendi muito com essas pessoas e a empolgação delas serviu como um “novo gás” para os meus treinos em Aracaju. Fui muito bem tratado por todos e espero ter conseguido retribuir o carinho da mesma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e o Jarbas velho?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mermão... Sei lá o que falar dele! Esse cara tem postagem no orkut desde 2005. E onde diabos ele se escondia? Petrolina deve ser onde a casa da peste fica... Só pode!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu primeiro contato com ele foi no último “Encontro Nordestino”, porém eu voltei pra casa com a sensação de “não aproveitei a presença do Jarbas”. Minhas condições físicas e mentais no evento não estavam as melhores e muita da diversão pra mim foi deixada de lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa viagem tinha esse carater de "resgate". Nossa... e eu acho que resgatei bem! Suguei o máximo de experiência dele que eu pude e é foda velho... o cara mora lá onde nem tem energia e computador ainda... tá... até tem... mas ele é dono de uma fibra e uma força de vontade invejáveis! Quando ele me dizia no msn “acordei hoje às 4 da manhã e treinei até as 6 antes do trabalho” parecia mentira. MAS NÃO É.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dedicação dele e o zelo pelo parkour são admiráveis. Depois de um ano de treinos em Aracaju eu estava ávido pra conhecer novas pessoas. O Jarbas levou três. Na primeira noite ele disse: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Conhecer e estar aqui com vocês pra mim já valeu a pena a viagem... o que vier é lucro!”&lt;/span&gt;. Até parece! Nós fizemos a viagem valer muito mais a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram horas de suor ao lado dele... e quando a gente se cansava... açaí pra repor as energias e voltar a treinar! Teve uma hora que eu comecei a rir da imundice que minha roupa tava e quando olhei pro Jarbas ele estava tão sujo quanto! HAAHUHUAHUHUHUHUAHUA! É um espírito de menino que contagia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia em que ele foi embora, ele me acordou às 6 da manhã, me deu a camisa que usava e se despediu. Eu tava meio grogue de sono e voltei a dormir (a gente sempre ia dormir tardão da noite batendo papos). E nesse dia em especial só acordamos ao meio-dia. Quando me levantei olhei pra mim e... CARALHO! EU TÔ VESTIDO COM A CAMISA SUADA DO JARBAS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais gay que isso pareça, significou muito pra mim. É mais um gigante digno de minha admiração e que eu tenho certeza que ainda renderá ótimos momentos de parceria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Camisas de parkour eu tenho várias... mas a do Oparra me faz pensar em quanto esse cara suou vestido nela e isso é uma inspiração e um orgulho que eu faço questão de registrar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-7882475676964630745?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/7882475676964630745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=7882475676964630745' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7882475676964630745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7882475676964630745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/04/o-petroleo-de-petrolina.html' title='O Petróleo de Petrolina'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SfjmI_wSH2I/AAAAAAAAAGA/1EmyFPyYCeE/s72-c/salvador.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-1654205604272068486</id><published>2009-04-04T02:49:00.002-03:00</published><updated>2009-04-04T03:08:03.406-03:00</updated><title type='text'>Survivors!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://fernandawulff.pbwiki.com/f/sociedade%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 285px;" src="http://fernandawulff.pbwiki.com/f/sociedade%5B1%5D.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca fui muito fã de história. Lembro que na escola de freiras onde tive minha formação básica, o aluno ganhava 2 pontos por comportamento e os 8 pontos restantes eram do resultado da prova escrita. Nessa matéria eu tinha comportamento ZERO e na véspera da prova decorava completamente o capítulo para tirar o meu 6 ou 7. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez meus colegas contaram isso para a professora e ela disse que se eu citasse a página completa eu nem precisava fazer a prova. Foi o primeiro (e acredito que único) 10 que já tirei nessa matéria. E assim cresci. Passei anos enrolando a mim mesmo e só vim descobrir que essa “merda” valia pra alguma coisa anos depois.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ainda hoje não consigo transformar os erros dos meus antepassados em acertos para o meu presente. Sou do tipo cabeça-dura que apanha na cara pra depois poder dizer: “ah... agora entendi”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os membros do Ibyanga, em sua grande maioria, são mestres no assunto. Ao menos quando querem usá-lo como apoio para as atitudes que tomam. É um tal de socialismo pra lá, democracia pra cá, anarquismo por baixo... Sempre que estamos juntos muita crítica é feita e várias delas fundamentadas em conceitos que não pertencem ao meu vocabulário. Eles me influenciaram a buscar compreender os diversos sistemas de governo existentes e a entender o que nomes como “Che Guevara”, “Rousseau” e “Hitler” querem significar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho lido cada vez mais sobre o assunto e hoje entendo um pouco melhor porque eles criticam tanto o método de governo brasileiro. O capitalismo encontra-se infiltrado em todas as relações sociais (parkour inclusive) e o conceito do “ter para ser” é evidente até em miudezas de nosso dia a dia. Você sempre se considera superior a alguém por deter algo que julga faltar a ele. Seja um conhecimento, uma habilidade ou um bem material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que eu tenho medo do homem. Tenho medo de não haver limites entre mim e as pessoas e mais medo ainda de que elas não tenham limites perante mim. Regras existem, basicamente, para melhorar o nosso convívio social. E eu lamento o desejo das pessoas que anseiam viver distante de um código de leis.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O ser humano é o mais maluco dos seres. Se o nosso sistema de sociedade não existisse, se hoje o governo caísse, se estivéssemos somente por nossa conta, EU ENTRARIA EM PÂNICO! Toda selvageria humana que é contida pelas regras e leis viria à tona! A propriedade privada cairia de imediato: Seríamos livres para ir aonde quiséssemos, mas reclamaríamos quando nosso espaço fosse invadido. Será que realmente haveria liberdade em um ambiente onde os limites não seriam mais respeitados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo viveria realmente próximo, e me cago de medo ao pensar no uso que daríamos a essa proximidade. Eu me relaciono super bem com as pessoas, mas preciso que elas mantenham-se em seus lugares para eu me sentir seguro! Numa terra sem lei tudo pode acontecer, principalmente se tratando de gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, ao menos no momento, me sinto totalmente incapacitado de lutar em um mundo onde tenha que cruzar o limite de alguém para atingir os meus objetivos. Não tenho dúvidas de que acharia uma forma de “sobreviver”, mas também tenho certeza de que a consciência por cada atitude tomada me faria perceber que não é dessa forma que eu gostaria de "viver".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu dependo de cada um de vocês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-1654205604272068486?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/1654205604272068486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=1654205604272068486' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1654205604272068486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1654205604272068486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/04/survivors.html' title='Survivors!'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-1329462797813878275</id><published>2009-03-20T15:03:00.002-03:00</published><updated>2009-03-20T15:21:05.022-03:00</updated><title type='text'>“Mas aqui não tem onde treinar...”</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/ScPbCQYX6yI/AAAAAAAAAF4/OtDQ6PASBJY/s1600-h/Mapa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 241px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/ScPbCQYX6yI/AAAAAAAAAF4/OtDQ6PASBJY/s320/Mapa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315332817030736674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que sugere, essa postagem não é sobre métodos de treino e muito menos para te ajudar a usar a imaginação. É mais pra abrir os olhos sobre um assunto que, roda e vira, me incomoda:&lt;br /&gt;A falta de conhecimento a cidade em que se vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu escuto o desabafo de muitas pessoas (amigos inclusive) de que estão cansados de sempre treinarem nos mesmos picos, fazer sempre as mesmas movimentações e deixar o parkour cair “na rotina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moro em Aracaju desde que nasci e sempre fui um cara caseiro. Meu conhecimento da cidade se resumia ao trajeto que fazia pra escola, pro cursinho e o quarteirão onde morava. Meus pais me diziam “Acorde pra vida! Você não conhece nada do mundo! É um Zé bobão!”. E de fato toda vez que eu precisava ir pra algum lugar que desconhecia era um sufoco. Tinha que fazer perguntas sucessivas para as pessoas, buscava pontos de referência pra me orientar e por vezes me atrasava para os compromissos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parkour modifica a visão que temos da cidade, correto?&lt;br /&gt;Mas do que adianta essa percepção se você nunca conheceu sua cidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando comecei, um dos primeiros pensamentos foi: “Moro no menor estado brasileiro, aqui não deve ter muito lugar pra treinar”. Procurei as praças clichês, treinei nos pontos óbvios e eis que chegou a minha vez de dizer: “cansei dos locais que tenho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu considero essa fase crucial para um tracer porque é o momento em que ele desperta pro interesse de conhecer VERDADEIRAMENTE a sua cidade. Aquele que ignora esse “chamado interior”, me desculpem a expressão, mas volta pra mesma merda. Se nega a possibilidade de evoluir tanto como praticante de parkour quanto como cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu era uma anta. Desconhecia completamente a realidade do que era a minha cidade. Vivia preso e protegido sobre o trajeto de vida que meus pais preparam para mim desde a infância. E acho que é nosso dever nos libertar-nos disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sempre que conheço alguém que mora numa região remota eu faço questão de dizer que sou praticante de parkour e pergunto se não existem algumas praças legais no local onde ela mora. Essa atitude já me rendeu ótimos frutos (além de instruir mais uma pessoa que futuramente poderia recriminar a prática).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A foto que encabeça essa postagem é a maior arma que já encontrei: Mapas rodoviários e urbanos. Ele foi retirado da lista telefônica de Aracaju e é minha arma secreta. Além de mostrar as ruas, ele assinala... Sabe o que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRAÇAS!&lt;br /&gt;Todas as da minha cidade além dos parques!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho como descrever o quanto minha visão ampliou e a quantidade de picos que ganhei. Será então que é justo você reclamar sem conhecimento de causa? Uma pessoa teve o trabalho de mapear sua cidade e colocar em forma de desenho tudo que você precisa pra ter locais ilimitados de treino. É irresponsabilidade sua não fazer proveito desse instrumento pro seu próprio crescimento. Ontem mesmo levei o mapa pra auto-escola e depois dela fui visitar um parque que nunca tinha ouvido falar. Treinarei nele hoje à tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah duddu, mas eu não tenho um mapinha...&lt;br /&gt;- Http://earth.google.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imprima, entre num ônibus e pense duas vezes antes de chorar no meu ombro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-1329462797813878275?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/1329462797813878275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=1329462797813878275' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1329462797813878275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1329462797813878275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/03/mas-aqui-nao-tem-onde-treinar.html' title='“Mas aqui não tem onde treinar...”'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/ScPbCQYX6yI/AAAAAAAAAF4/OtDQ6PASBJY/s72-c/Mapa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-3736616096658302407</id><published>2009-03-05T00:15:00.005-03:00</published><updated>2009-03-05T00:41:44.953-03:00</updated><title type='text'>Dicas para se treinar só I</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Sa9IEAFkN4I/AAAAAAAAAFw/d1c6BNlc20I/s1600-h/ibrp-031.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Sa9IEAFkN4I/AAAAAAAAAFw/d1c6BNlc20I/s320/ibrp-031.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309541719273125762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É pra falar a verdade?&lt;br /&gt;Eu amo meus treinos sozinhos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que você perde todo o apoio, chamego e conversa dos amigos, mas, pense pelo bom: "aquele momento é unicamente seu!". Na intenção de tirar melhor proveito desses momentos, eu percebi que instintivamente desenvolvi alguns artíficios. Vou listá-los sempre que lembrar para ajudar outras pessoas que passam pelo menos caso e para eu mesmo ter um registro. :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - No caminho para o local de treino faça das quadras pares um obstáculo. Cada quadra normalmente tem 200 metros (se eu não me engano). Na ida, brinque de que nas ímpares você tem que ir caminhando rápido e respirando compassadamente, e nas pares você tem que prender o ar e correr o máximo que puder. É engraçado porque quando eu estou numa quadra ímpar (a primeira por exemplo) eu já a percorro nutrindo raiva pela quadra par (a segunda). Daí quando ela chega o primeiro passo quando subo a calçada é "sai daqui sua desgraçada!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Trave duelos com o pico. Nesse caso, eu foco em algo que está dentro do meu limite físico, ou de algo que quero apurar a técnica. Por exemplo: uma precisão de 10 pés. Como ela é díficil pra mim, eu estabeleço que vou fazer somente 10 naquele momento. Cada precisão certa é 1 ponto pra mim, cada errada é um ponto pra precisão. Da primeira vez que treinei isso, o placar foi 0 x 10 pro pico. Não contenha a raiva, chame ele de filho da puta mesmo! Sempre volte e faça a competição no mesmo local. Quando eu consegui (meses depois) fechar um 10 x 0, eu quase choro de alegria! Se você perder 5 de cara, lute por cada uma das seguintes! E se perder a sexta, faça as últimas 4 pensando em lavar a sua honra e voltar pra casa de cabeça erguida. "Ao menos acertei uma! SEU FI DO CABRUNCO! VAI VER DA PRÓXIMA VEZ".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Não se limpe. Normalmente eu vou sem camisa, então sempre que rolo ou subo em árvores minhas costas ficam pretas. Percebi que as pessoas olham pra você (e te atrapalham) mais, quando você está com o cabelo certinho, cheiroso e com carinha de "minha mãe me arrumou". Se você estiver porco, suado e sujo, elas fazem menos piadinhas imbecis e se tocam que o que está fazendo é algo sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Saia de casa sempre com o pensamento: "Não volto até ter encontrado algo novo". É incrível como essa obrigação aguça a mente. O pior (ou melhor) é que você vai esquartejando o pico metro por metro e cada dia sobra menos coisa nova pra fazer. AÍ A COISA FICA BOA! Você vai se pegar analisando cada galho de árvore em busca do seu "ínedito daquele dia". E NÃO SE ENROLE! No desespero de não ter achado nada, re-olhe o local buscando as coisas mais simples e idiotas, normalmente são elas que você deixou passar em branco (mesmo treinando lá há anos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Mentalmente, no trajeto de volta pra casa (sempre volto caminhando e relaxando), tente pensar em situações em que poderia usar o parkour de forma útil. A de hoje eu imaginei que um ladrão poderia me abordar a qualquer momento (a rua era deserta) e eu iria dizer que não tenho grana nenhuma porque estava treinando parkour. Quando ele me perguntasse o que é isso (O SER HUMANO É CURIOSO PRA CARALHO!) eu ia explicar bem gaymente que é um esporte que treina a pessoa pra salvar outras pessoas. E que se naquele momento um cachorro corresse atrás da gente, eu teria como subir um muro e ainda ter força pra puxá-lo pra se esconder comigo. Moral da história: Ele ia achar o parkour algo tão nobre que não iria me matar. Seja bobo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Imagine sempre que você é o Jerry e o Tom quer te fuder. Na sua precisão ele colocou espinhos pra te furar se você errar (ENTÃO NÃO SE DEIXE ERRAR!). No local onde você apoia suas mãos nos climbs ele colocou uma chapa quente (CLIMBA E SAI RÁPIDO PORQUE QUEIMADURA ARDE!). Imagine essas situações idiotas. Vai ver como sua perícia aumenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que usar algum novo ou recordar de um antigo eu posto aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um treino de parkour só é ruim quando você não quer treinar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-3736616096658302407?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/3736616096658302407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=3736616096658302407' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/3736616096658302407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/3736616096658302407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/03/dicas-para-se-treinar-so-i.html' title='Dicas para se treinar só I'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/Sa9IEAFkN4I/AAAAAAAAAFw/d1c6BNlc20I/s72-c/ibrp-031.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-3190059862052857744</id><published>2009-02-17T12:10:00.004-03:00</published><updated>2009-02-17T19:23:41.117-03:00</updated><title type='text'>"Gustavo, eu te odeio!"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SZrTocoW_pI/AAAAAAAAAFY/soFv-lRZzbY/s1600-h/bebe_engatinhar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303784203015880338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 207px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 156px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SZrTocoW_pI/AAAAAAAAAFY/soFv-lRZzbY/s320/bebe_engatinhar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não consigo parar de repetir essa frase durante meus últimos treinos. Gustavo é um cara que durante muito tempo treinou descalço. Acho que durante mais ou menos 1 ano acompanhei os treinos com esse favelado e não tinha maturidade pra entender o porque dele se inserir em um meio que o excluia da esfera de "evolução rápida" que todo tracer sentia prazer em estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicando melhor, o Edi é capaz de fazer cat-leaps de "n" pés, eu de fazer sdcs grotescos; evoluímos de forma cavalar em pouco tempo e o gustavo... er... ficou na precisão descalça de 8 pés e nos flowzinhos curtos e compassados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Dezembro ele me deu um tapa na cara:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;"Gustavo, todo mundo que eu vejo a minha volta evolui a amplitude e "agressividade" na movimentação. E você está sempre na mesma. Nunca tenta um cat-leap mais distante, nunca vejo você se desafiando a fazer algo novo e mais complexo... não acha que está perdendo tempo em não forçar seu corpo um pouco mais não?"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta pra tanta ignorância minha veio em uma frase curta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;"Eu tenho todo o tempo do mundo".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa foi somente uma das muitas vezes em que essa, até então, minha ignorância foi quebrada pela sensatez desse baiano viado. Todo mundo que treina com um pouco mais de seriedade, almeja fazer isso pra sempre. Então por que eu tinha na cabeça esse pensamento de que as pessoas sempre deveriam apresentar algo que impactasse pra demonstrar o resultado dos treinos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho consciência de que nunca treinei por vaidade e muito menos pra provar a ninguem do que sou capaz. E depois de muito matutar cheguei a conclusão de que esse meu pensamento foi mais um legado que a ginástica olímpica implantou em mim. Um dos principais focos dos meus treinos não era ganhar as competições mas evoluir a dificuldade das combinações de movimentos. Na ginástica essa escala vai de "A" até "Super E". Cheguei a fazer combinações A, B, C e D. E meu orgulho era imenso ao galgar cada degrau desse alfabeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiz o mesmo com o parkour esse tempo todo e me fudi. Evolui muito rápido, confiei no meu passado muscular e mental e negligenciei treinamentos básicos que o Gustavo gastou 1 ano fazendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos cerca de oitos dias juntos nas ultimas semanas, inclusive três desses foram com ele aqui em aracaju treinando diariamente. Nesses tempo ele fez uma lavagem cerebral em mim, me transformou em um crítico tão grande em matéria de parkour quanto eu sou em matéria de ginástica por causa do curso de arbitragem que fiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabelecemos um flowzinho pra eu fazer. Coisa básica de iniciantes: "passa muro, passa mureta, passa mureta, corre, passa mureta". Fiz achando que estava abafando; flui dentre os movimentos, fiz o mais rápido que conseguia, mas no final a cara de reprovação que esse menino fez... da próxima vez eu peço um soco no lugar. Me apontou diversos erros tolos na minha movimentação: gasto de energia desnecessário, afobação, respiração, calcanhar, contração muscular errada, suavidade inexistente... Claro que não topificou, apenas abriu meus olhos pra enxergar isso tudo. Tentei fazer o mesmo percurso descalço e percebi melhor tudo aquilo que errava. Pisadas de rinoceronte... um verdadeiro Juggernaut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adquiri um senso crítico de mim mesmo que me vez enxergar mais erros do que acertos em minha movimentação. Uma frase que ele usou cai como uma luva agora: &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;"Fazer é fácil, quero ver você fazer leve!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o resto dos treinos, mesmo com ele de costas pra mim, eu sentia o "olhar de reprovação" pra tudo aquilo que eu fazia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei ao começo. Atualmente estou treinando descalço ou com tênis de futsal e tenho sofrido pra caralho. Meus pés estão doendo muito, minha panturrilha tá inchada, o gasto físico do corpo quando se treina com consciência do que se faz é muito maior do que treinar por treinar. Estou aprendendo a duras penas que o meu progresso foi muito rápido e descontrolado. Até andar na rua se tornou motivo de "o gustavo está me olhando!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;"Você já reparou como as pessoas andam? A ciência aponta o calcanhar como base da caminhada e os tênis de hoje em dia trazem proteção cavalar pra suportar esses impactos. E as pessoas, mal acostumadas, se apoiam nesse conforto agredindo seu corpo a cada passada. Quando começei a treinar respeitando meu corpo até minha forma de caminhar mudou. Cada passada na rua tem uma flexão de joelho para que o calcanhar não se sobrecarregue".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um texto antigo usei a seguinte frase: "O futuro do parkour assusta se você pensar em uma realidade onde as pessoas são auto-suficientes". Fico muito feliz em ver que existem pessoas como o Gustavo que vão lutar pra que esse futuro não se torne real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu por tudo, meu irmão! E volte sempre!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-3190059862052857744?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/3190059862052857744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=3190059862052857744' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/3190059862052857744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/3190059862052857744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/02/gustavo-eu-te-odeio.html' title='&quot;Gustavo, eu te odeio!&quot;'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SZrTocoW_pI/AAAAAAAAAFY/soFv-lRZzbY/s72-c/bebe_engatinhar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-4130221279424953221</id><published>2009-02-15T18:53:00.009-03:00</published><updated>2009-02-15T19:50:52.879-03:00</updated><title type='text'>Debate do 1º Encontro Paraibano de Parkour</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SZiQiWBFTiI/AAAAAAAAAFQ/667BzbGMVTI/s1600-h/deabte.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 286px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SZiQiWBFTiI/AAAAAAAAAFQ/667BzbGMVTI/s320/deabte.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303147480928833058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O debate do encontro paraibano de parkour contou com a participação do diretor da Aliança Francesa da Paraíba (que até poucos meses morava na França), Fernando Cunha (Professor de Educação Física da UFPB), Vant (diretor do Grupo Ethnos), tracers das mais variadas regiões da Paraíba, assim como eu (de Aracaju) e o Edi e o Ítalo (ambos de Maceió).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesa-redonda teve duração de pouco mais de 2 horas e aconteceu na Associação dos Bancários, João Pessoa/PB. Os assuntos não foram pré-definidos, portanto sempre que algum tópico encontrava-se “concluído” era feita a pergunta “podemos seguir adiante?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue abaixo as impressões mais importantes que tomei nota (não necessariamente discutidas nessa ordem):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;01 - Air Alert 3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Fernando Cunha é especializado em trabalho de preparação com atletas de vôlei e basquete, e, portanto foi questionado sobre o famoso programa de treinamento que é repassado por dentre os praticantes. O resultado obtido na discussão foi de que o programa da NBA não faz milagre. É um sistema utilizado por atletas de alto rendimento que passaram desde a adolescência por um treinamento de elite, e, portanto, possuem as fibras musculares e tendões mais desenvolvidos para se submeter ao programa. O máximo que pode ser utilizado pelos tracers são as idéias de exercícios e a padronização de rotinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;02 - CREF / Universidades&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor Fernando Cunha é militante de um movimento anti-CREF e ressaltou que futuramente os praticantes de parkour que se encarregarem de ministrar aulas pagas poderão sofrer com a repressão do órgão (assim como aconteceu com os mestres de capoeira e os professores de dança). Iniciativas como os workshops do PKGEN, e o ADAPT, podem ser passíveis de caça as bruxas no Brasil. O professor assegurou que assim como os mestres de capoeira, os praticantes que futuramente ingressarem no ramo de “dar aulas” podem alegar o tempo de prática como “formação” e lutar judicialmente (se chegar a esse extremo) para continuar a lecionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;03 - Abordagem ao iniciante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou de comum acordo que não existe uma fórmula mágica para abordar o iniciante. Cada ser humano é individual e terá suas dificuldades e facilidades. Como o contato primário do iniciante é, normalmente, com um outro praticante, o melhor a ser feito é orientá-lo para que ele perca a visão de que parkour é o que ele viu no filme/televisão/vídeo e que ele aprenda a enxergar o que precisa fazer com seu corpo para conseguir se movimentar livremente (perder peso, ganhar resistência respiratória, força de abdômen...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;04 - Associação / Organização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Paraíba está na iminência de criar a Associação Paraibana de Parkour, então a discussão sobre o tópico foi grande. Criar uma associação demanda muito gasto, quebra de cabeça, conhecimento jurídico e empenho em troca de (a principio) pouco retorno. No caso da Paraíba, eles já tiveram como receber apoio governamental e foram barrados por não possuírem um CNPJ. Então, para eles, a necessidade da associação é maior. Porém, para os grupos e estados que não tem tantos contatos em prefeituras e órgãos (Vant, que é um dos coordenadores do parkour em PB, por liderar a “cultura de rua” da cidade, conhece toda sorte de incentivos públicos) chegamos à conclusão de que é melhor nos organizarmos localmente, em iniciativas pequenas e um dia, se necessário também, evoluir para algo imenso como uma associação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;05 - Aliança Francesa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vant conseguiu o apoio da AF de João Pessoa (cessão de camisas) e o diretor dela (presente no debate) levantou alguns pontos sobre o assunto. A AF não é somente um curso de francês no Brasil. Ela tem interesse voltado para toda manifestação francesa no país e está presente em quase todos os estados brasileiros. O diretor, inclusive, encorajou a mim e ao Edi a buscar as alianças francesas de nossos estados, pois elas normalmente apóiam com facilidade esse tipo de eventos. Existe uma comissão julgadora de onde a verba de patrocínio da aliança será utilizada, mas desde que o pedido de apoio seja feito com antecedência ao evento, a chance de sucesso é grande. Ele disse ainda que futuramente encontros de parkour podem se tornar encontro de alianças (e facilitado pela ação conjunta delas) e que até a vinda de alguma “autoridade francesa” para engrandecer o evento pode ser arranjada com maior facilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;06 - VO2Max&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o professor foi avisado com antecedência sobre o debate, ele buscou informações e a ver vídeos sobre o parkour. A análise dele foi de que o parkour (como deveria ser treinado) é uma atividade altamente aeróbica (foco na resistência) com seus momentos distintos de trabalho anaeróbico (foco na explosão muscular). Então ele salientou a necessidade de nós, praticantes, aumentarmos o Vo2max constantemente. VO2max é a taxa máxima que o organismo de um indivíduo tem de captar e utilizar o oxigênio do ar que está inspirando para gerar trabalho. Quando questionamos como isso pode ser melhorado, ele respondeu que através de corridas com percursos determinados e com o aumento gradativo destes. O ritmo de corrida também influencia diretamente nessa taxa porque quanto mais seu corpo trabalha sem parar, mais oxigênio você precisa respirar para supri-lo. O resultado dessa discussão foi que hoje em dia a maioria dos treinos dos praticantes são voltados para a movimentação em si (manobras com trabalho, principalmente, anaeróbico) e a parte da corrida é, muitas vezes, negligenciada. O ideal é que um tipo de treino jamais substitua o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;07 - Ramificações oriundas do parkour (Puro, Estético e Competições)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como todo esporte ou atividade que compõe a chamada “cultura de rua”, inúmeras variantes surgirão com a o parkour disseminado a cada dia mais. Cada cabeça funciona de uma forma e busca um objetivo diferente. O cenário paraibano não é dominado por tricksters e free-runners, então o conceito de “parkour puro” é aceito com facilidade por lá. Estendamos a conversa para o cenário mundial e nacional para definirmos o que a propagação de cada idéia reflete no cenário da prática. O resultado obtido foi que “existe espaço para todos”. O que falta é cada nova vertente saber limitar-se ao seu espaço e não tomar posse do espaço do semelhante. Assim como o futebol de areia não participa da regulamentação do futebol de campo, cada “nova disciplina” deve buscar sua firmação sem apoiar-se ou atrapalhar a disseminação da outra. Do contrário, se as novas disciplinas não aprenderem a respeitar que, o que se faz é diferente do que o parkour em si prega, os puristas irão continuar a falar e a gerar discussões em defesa do parkour puro. A definição de parkour no debate ficou clara: objetividade, fluência e livre movimentação corporal com o propósito de ser o mais rápido e prático possível. Qualquer coisa pregada de modo a ferir esse conceito deveria ser chamada por outro nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A discussão sobre competição praticamente não existiu pela unanimidade de opinião: não é o foco do parkour, nunca será, e se alguém criar algo do tipo, deixou de ser parkour.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;08 - Parkour em Lisses&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor da aliança francesa visitou Lisses na época em que o parkour surgia e deu umas palavrinhas de como isso se sucedeu. Disse que as crianças não tinham opção de diversão, a cidade era muito parada e os jovens facilmente ingressavam na marginalidade. A atitude dos fundadores do parkour foi de levar para aquela comunidade algo que eles poderiam fazer sem precisarem de um espaço construído pra eles, um apoio governamental ou mesmo aprovação dos pais. Comentou ainda que o parkour nasceu de forma espontânea para dar liberdade e aliviar a atmosfera “cinza” e monótona que cercava os jovens de Lisses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;09 - Necessidade de Intercâmbio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficou definido como algo imprescindível para a propagação do parkour e a própria melhora individual. O próprio pessoal da Paraíba se impressionou com a “cara nova” que os visitantes deram aos seus locais de treino e com as diferenças sutis de foco durante os treinos. A troca não acontece de um lado somente e da mesma forma, os visitantes puderam aprender com a forma de treino paraibano. O resultado foi tão satisfatório que, Eu, o Edi e o Ítalo conseguimos meio que arrastar alguns praticantes do Paraibano para o Nordestino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos também sobre o crescimento que esses intercâmbios provocaram no parkour nordestino nos últimos dois anos e que a tendência é que eles aconteçam cada vez com mais freqüência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10 - Impactos e Equipamentos de segurança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reafirmamos a necessidade do tracer depender cada vez menos de suportes e equipamentos para se locomover e então o professor da UFPB levantou uma discussão sobre se não era negligência dos praticantes fazer descaso do uso de aparelhagem de proteção individual. Vários praticantes manifestaram opinião que iam desde o uso de cutuveleiras aos tênis da moda com amortecimentos exagerados. O resultado atingido foi de que o parkour necessitaria de proteção individual se os riscos oferecidos ao iniciante fossem os mesmos que são apresentados aos veteranos. Como o desenvolvimento físico e mental é gradativo e o processo de descoberta do parkour por parte do iniciante deveria ser constante e consciente (e essa consciência deve ser implanta no iniciante pelos veteranos), o uso de equipamentos passa a ser desnecessário. Um iniciante não deveria precisar de proteção individual contra impactos (por exemplo) justamente por não precisar se colocar em situações em que a gravidade dos impactos aponte para uma proteção auxiliar. O fortalecimento dia após dia, e o ganho de atenção meticulosa é que deve substituir qualquer apetrecho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;11 – Alongamentos e Aquecimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente no evento tinha dúvidas sobre a eficácia de alongamentos, aquecimentos e se havia necessidade real de fazê-los antes dos treinos. O professor explicou que somente o fato de você provocar um estimulo ao seu corpo já faz com que seu cérebro se prepare pros exercícios que virão. O sistema muscular é ativado e descargas energéticas são disparadas internamente. O aquecimento, principalmente, serve pra aumentar a irrigação de sangue no músculo (pois esse vai precisar de toda fonte de oxigênio disponível) e o alongamento, principalmente, lubrifica as articulações (que serão prejudicadas se estiverem secas ao receber os impactos). Fora isso, o alongamento estende o músculo para que as fibras se desentrelacem, e não provoque danos com o rigor das contrações. Algumas pessoas argumentaram que leram em textos que alguns estudos mostraram diminuição na performance muscular após alongamento durante o treino. O professor disse que existe uma corrente em estudo dessa teoria, mas que ela se restringe a somente diferenciar os benefícios e prejuízos de se treinar alongamentos estáticos sem aquecimento prévio, e vice-versa. O resultado da conversa é que é imprescindível alongamento e aquecimento antes dos treinos para evitar lesões e ter um aproveitamento muscular assegurado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;12 - Percursos Planejados / Percursos Programados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse debate foi realizado logo após traçarmos o que consideramos ser parkour. Os praticantes foram questionados até qual ponto seus treinos são “de parkour” e quando eles passam a se tornar “para o parkour”. Após diversas opiniões, concluímos que a grande maioria dos praticantes treina “para o parkour’. Esses treinos, em sua maioria, são de repetição, tentativa e erro, análises de técnicas e percursos pré-estabelecidos. O parkour em si lidaria com uma situação de deslocamento real e natural, com direito a terrenos diferentes, situações inusitadas e onde a única garantia do praticante seria a habilidade de moldar sua movimentação aos obstáculos que surgissem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-4130221279424953221?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/4130221279424953221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=4130221279424953221' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4130221279424953221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4130221279424953221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/02/debate-do-1-encontro-paraibano-de.html' title='Debate do 1º Encontro Paraibano de Parkour'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SZiQiWBFTiI/AAAAAAAAAFQ/667BzbGMVTI/s72-c/deabte.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-6985731040746292421</id><published>2009-01-15T11:46:00.002-03:00</published><updated>2009-01-15T12:07:51.278-03:00</updated><title type='text'>Ainda Em Recuperação</title><content type='html'>Essa postagem não é feliz e meu punho ainda hoje não sarou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já são 2 meses desde o vagabundo do tic-tac no RJ e a dor continua. Hoje menos, mas com melhora ao passo de tartaruga. O diagnóstico do ortopedista foi "entorse grave" e o tratamento levaria de 3 a 5 semanas em semi-imobilização. Uma entorse ocorre quando você força uma articulação à uma movimentação que ela não foi projetada. Mas, como boa anta que sou, eu não me submeti ao tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também ele queria que eu fizesse o que? De Novembro a Janeiro é a epoca de acontecerem os encontros e eventos pelos quais esperei o ano todo; e o homem de branco lá queria cortar uma asa minha???? Era o certo. E por isso eu sou uma anta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me coloquei na posição de "eu consigo imobilizá-lo mentalmente" e o tiro saiu pela culatra. Vou explicar. Eu saia para os treinos com o pensamento de "só irei treinar perna", mas sempre aparecia um landing errado, uma corrida exagerada, um obstáculo inesperado, e lá estava eu, metendo a mão machucada na parede ou chão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso prova o quanto eu ainda tenho que aprender sobre meu próprio corpo. Sou total dependente do meu lado direito e sem ele sou apenas uma marionete sem as cordinhas. Não tenho o domínio de movimentação que costumava ter e isso me fez questionar muito o meu processo de adaptação (que nesse caso eu achei que seria muito legal e não foi).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos a 2 semanas do encontro paraibano e 3 semanas do encontro nordestino. Daqui pra lá programei muitas sessões de gelo e anti-inflamatórios. Ah... e já que eu descobri que não sou uma pessoa regulada, vou diminuir os treinos de parkour e somente focar na manutenção de minha condição física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que fica aquela sensação de "não estou evoluindo" mas um certo baiano me disse uma vez que tenho uma vida inteira pela frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bjo Gusta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-6985731040746292421?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/6985731040746292421/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=6985731040746292421' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6985731040746292421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6985731040746292421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2009/01/ainda-em-recuperao.html' title='Ainda Em Recuperação'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-981554599894265810</id><published>2008-12-09T23:59:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T00:00:06.457-03:00</updated><title type='text'>Socorro, eu quero ir pra BH! [2]</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://ednene.files.wordpress.com/2008/07/ladrao1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 225px; height: 267px;" src="http://ednene.files.wordpress.com/2008/07/ladrao1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A minha antiga empresa (a que estava fechando e tals) foi arrombada ontem a noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui chamado por ela e pela policia hoje porque eu havia sido o ultimo chefe do setor de informatica deles. Minha sala tinha 7 computadores, levaram os dois que eu chamaria de "o coração da empresa" (servidor do programa de banco de dados e o servidor de internet). Tá tudo parado. O caos. Eu não tenho dúvidas de que sou apontado como suspeito. Vejamos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O cara escalou uma parede de uns 4 metros. (Todos sabem que faço parkour).&lt;br /&gt;- O cara passou pelo buraco do ar-condicionado. (O que diz que tem minha estatura e é magro).&lt;br /&gt;- O cara arrombou todas as portas do andar, menos a do CPD. (Eu aidna conservo a minha chave).&lt;br /&gt;- Dentre 7 computadores ele escolheu os de maior estrago. (Quem sabe disso mais do que eu?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha sorte é que ele deixou marcas de mão e pés e com isso eu me livro fácil com o teste de digitais. Passei boa parte do dia por lá e com certeza eles vão me chamar novamente e novamente. Minha mãe disse que se der a louca em mim e eu viajar pra BH de última hora isso só piora minha situação, porque irão me chamar pra depor ou sei lá o que e eu estarei fora do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei ainda o que pensar nem que decisões tomar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-981554599894265810?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/981554599894265810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=981554599894265810' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/981554599894265810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/981554599894265810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/12/socorro-eu-quero-ir-pra-bh-2_09.html' title='Socorro, eu quero ir pra BH! [2]'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-7125250629837896384</id><published>2008-11-28T00:05:00.006-03:00</published><updated>2008-11-28T00:38:18.010-03:00</updated><title type='text'>Socorro, eu quero ir pra Bh!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://xs433.xs.to/xs433/08484/lastscan864.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 388px; height: 385px;" src="http://xs433.xs.to/xs433/08484/lastscan864.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Desde que começei a treinar parkour estabeleci metas, situações e lugares que queria alcançar, viver e conhecer. Fui pro Rio, São Paulo, Brasília... descobri o nordeste e conheci o interior do meu estado. Porém a oportunidade de "treinar até o corpo não aguentar com o pkmax" ainda não tinha surgido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e o Edi começamos a campanha de "infernizar a vida do Rachacuca por um encontro mineiro no final do ano". O plano deu certo e ele seria em setembro. Quis o destino que as mudanças na ABPK acontecessem, o encontro brasileiro em Floripa cancelado, e o mineirinho que seria "O DIA D" se tornou um gigantesco EBPK.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí como sorte de nordestino é sempre das melhores, recebo esse papel aí em cima. Uma convocação da justiça do trabalho para a audiência do processo contra minha empresa. Ah sim... eu estou desempregado faz 20 dias. O dono da empresa venceu as eleições para prefeito em um municipio de Sergipe e decidiu não mais levar o negócio adiante. Cara... MUITA RAIVA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu dinheiro já tava semi-reservado desde o começo do ano. Bastava eu me apertar um pouquinho mais e teria a grana pras passagens. E o tribunal me faz uma dessa? Colocar minha audiência pro dia do EBPK? Atrapalhou tudo véio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ia sair de Sergipe dia 05 e voltar dia 15. Tava tudo dando certo... até a faculdade não teria aula dentre esse período. Enfim... bola pra frente. Vou tentar recorrer dessa data na justiça. Sei lá, dizer que vou estar doente nesse dia, ou ver se eles permitem que eu deixe um tutor-legal pra me representar judicialmente. Mas em último caso irei checar o preço das passagens até o último momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O foda é que indo pra passar mais de 5 dias (como eu iria fazer) o preço reduz em quase 50%. Não consigo achar passagens por menos de 1000 reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica aí dividida com vocês minha frustração.&lt;br /&gt;Ah... e é tudo culpa do Nikolas!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-7125250629837896384?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/7125250629837896384/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=7125250629837896384' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7125250629837896384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7125250629837896384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/11/desde-que-comeei-treinar-parkour.html' title='Socorro, eu quero ir pra Bh!'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-6538649119135614324</id><published>2008-11-23T16:12:00.002-03:00</published><updated>2008-11-23T16:15:47.679-03:00</updated><title type='text'>1º Encontro Recifense de Parkour</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SSmr1py02lI/AAAAAAAAAE8/Q6IMYIrDmLs/s1600-h/blog.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SSmr1py02lI/AAAAAAAAAE8/Q6IMYIrDmLs/s320/blog.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271933777054325330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Enfim consigo tempo para retomar o blog. Muito eventos que jogaram minha vida de pernas pro ar e vou tentar ao máximo postá-los em ordem cronológica. Então bem-vindos ao túnel do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias 1 e 2 de novembro, o Ibyanga pegou estrada pra conferir o 1º Encontro Recifense de Parkour. Na mala, muita vontade de treinar e a certeza de que mataríamos saudades nossas de vários amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização do Veron e do Son fizeram total diferença!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto alto do evento foi sem dúvida o workshop realizado no domingo (dia 2). Ficou para mim, edi, veron e demais &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;byangas, o encargo de montar e monitorar a estrutura de andaimes e os workshops.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Edi ficou com um workshop de fluência, equilibrio e coordenação motora, Veron com a parte de criatividade dentro de percursos por andaimes e eu com um combo de rampa/ultrapassagem de barreira/fenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma senhora experiência para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada oficina contava com cerca de 25 praticantes e foi barra manter aquela galerinha focada nos objetivos que traçamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos aos recifenses pelo encontro e esperamos pelo do próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibyanga, putz... melhor viagem do lado deles até hoje!&lt;br /&gt;Com direito a "perdidos à meia-noite no centro de recife".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo nosso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-6538649119135614324?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/6538649119135614324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=6538649119135614324' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6538649119135614324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/6538649119135614324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/11/1-encontro-recifense-de-parkour.html' title='1º Encontro Recifense de Parkour'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SSmr1py02lI/AAAAAAAAAE8/Q6IMYIrDmLs/s72-c/blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-8526672395303706011</id><published>2008-10-26T11:11:00.005-03:00</published><updated>2008-10-26T11:44:14.218-03:00</updated><title type='text'>Ford Focus 2008</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SQR7kjxRhTI/AAAAAAAAAE0/-phHbYvD-Bg/s1600-h/DSC08311.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261466132682999090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SQR7kjxRhTI/AAAAAAAAAE0/-phHbYvD-Bg/s320/DSC08311.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um dia de trampo perdido, amigos de maceió em aracaju, reencontro com amigas do meu tempo de ginástica, e até reencontro com amigos que eu ainda nem sabia possuir... putz... foi bom!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa coisa de "se apresentar" nunca foi um problema pra mim... até porque com meu histórico de criança (peças teatrais, quadrilhas, folguedos...) eu sempre gostei de arte. O que me preocupava era o pouco tempo que tinhamos para elaborar algo bom, num estalar de dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podia ter contado com um apoio melhor. O fato de eu conhecer as meninas (de quando elas eram seleção brasileira e eu da sergipana) ajudou muito o entrosamento de todos. Isso pra não mencionar toda a equipe que esteve nos suportando durante o processo criativo e ensaio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação não foi a melhor do universo. A estrutura era instável e a fumaça impedia a visão de mãos e pés. Pra completar, os pontos da minha canela foram abertos durante o ensaio. Porém, dentro de todos os imprevistos, a dor, o pouco ensaio e a pressão em se realizar algo legal... caramba... nos saímos super bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com direito a choro da promoter do evento e tudo mais!&lt;br /&gt;HUAHUHUAHUAHUAHUAHUAHUHUAAHUAHUHUAHUAU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, agradeço gigantemente aos meninos por terem suportado meu mau humor (quando se trata de responsabilidade digamos que eu vire... um porre!), ao Bata, Tayra e Bruna pela visita inesperada, por todo o suporte de Vera, Lambão e DJ Wandel... e é claro... as meninas da ginástica rítmica que definitivamente fizerama diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um prazer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aZn6lYtwZL8"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=aZn6lYtwZL8&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-8526672395303706011?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/8526672395303706011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=8526672395303706011' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8526672395303706011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8526672395303706011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/10/ford-focus-2008.html' title='Ford Focus 2008'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SQR7kjxRhTI/AAAAAAAAAE0/-phHbYvD-Bg/s72-c/DSC08311.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-1830901075639682892</id><published>2008-10-21T15:56:00.005-03:00</published><updated>2008-10-21T16:39:30.529-03:00</updated><title type='text'>2º Encontro Baiano de Parkour</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SP4mDXHC1fI/AAAAAAAAAEs/SB0F-W2q5oY/s1600-h/encontro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259683254000342514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SP4mDXHC1fI/AAAAAAAAAEs/SB0F-W2q5oY/s320/encontro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No dia 10 de outubro, enfrentei 6 horas de ônibus com a perna suturada pra acompanhar de perto o encontro dos baianos. Eu poderia lamentar meu machucado e dizer que não aproveitei como gostaria, mas abraçar o Gustavo, rever rostos amigos e acompanhar a evolução do parkour do nordeste faz qualquer esforço valer a pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não irei detalhar o evento para não ter que me extender mais do que gostaria; vou apenas comentar os altos e baixos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu compareci ao 1º encontro baiano e GRAÇAS AOS ORIXÁS o cenário de Salvador agora é outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2007 me senti em meio a uma guerra de gangues, onde pessoas com os mesmos ideais se digladiavam por uma sombra ao sol. Com felicidade, me certifiquei de que isso é passado. Hoje, os tracers baianos pensam um pouco mais no coletivo e se não tomam sempre a melhor escolha pra solução dos problemas, ao menos eles tentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização do Vini foi primordial para o sucesso do evento.Logo no primeiro dia tivemos a palestra de um educador físico salientando aspectos vitais ao que remete o parkour como atividade física, e ainda uma mesa-redonda com os próprios praticantes a respeito de filosofia, métodos de treino e evolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente o melhor pico de Salvador estava interditado justamente naquele final de semana. Mas nada que um pouco de criatividade e disposição não fosse capaz de resolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, nem tudo são flores e acarajés (que por sinal o da Bahia não tem igual no nordeste!). Erros acontecem para que não sejam repetidos, mas o ser humano é burro e ainda assim consegue se estrepar duas vezes no mesmo lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto que odiei no encontro de 2007 foi a dispersão do grupo em uma mata fechada. Tivemos bastante problemas com isso ano passado e desde o momento em que ficou decidido visitar o mesmo parque, eu temi pela repetição. E assim aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez ainda foi pior, não só o clima do evento foi interrompido como a necessidade de intervenção policial foi necessária. E eles estavam com a razão. Baixei a cabeça pros homens fardados pois mesmo eu sem fazer nada de errado, estava com um grupo de pessoas fazendo algo errado (digamos que tumulto, gritaria, brincadeiras de crianças em uma mata fechada circundada por favelas não seja uma atitude sábia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora esse deslize, que foi mais da organização (estão ouvindo Fallux, Gustavo, Vini e Fred???) do que dos próprios praticantes (eles têm culpa, mas a situação favoreceu ao erro), o clima foi muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me renderam ótimos momentos e recordações.&lt;br /&gt;Algumas vezes eu ficava de longe observando a movimentação do pessoal e senti prazer com o que vi. Notei a falta da participação de mais cidades baianas, e sei que por lá temos ótimos praticantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperamos o terceiro, né?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a melhora do primeiro pro segundo foi tão assombrosa, só posso esperar boas coisas para 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acarajé pra vocês!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-1830901075639682892?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/1830901075639682892/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=1830901075639682892' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1830901075639682892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1830901075639682892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/10/2-encontro-baiano-de-parkour.html' title='2º Encontro Baiano de Parkour'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SP4mDXHC1fI/AAAAAAAAAEs/SB0F-W2q5oY/s72-c/encontro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-7173250363382214632</id><published>2008-10-19T18:07:00.004-03:00</published><updated>2008-10-19T18:12:54.398-03:00</updated><title type='text'>Sem Artigo Definido</title><content type='html'>AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!&lt;br /&gt;É postagem fora do padrão mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas semanas sem escrever nada por aqui... exatamente o tempo em que minha perna tava fudida! Não fiquei parado durante esse tempo e muita coisa aconteceu. Porém, são assuntos para tratar nos posts seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante saber agora é que na quinta-feira eu tirei meus pontos (eu mesmo, porque nenhuma pessoa vai ter mais carinho por mim do que eu mesmo) e hoje foi o meu primeiro treino pra valer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando eu digo "hoje" eu quero dizer AGORA!&lt;br /&gt;Tem 5 minutos que cheguei, tô ainda com o suor escorrendo mas queria postar aqui ainda nessa euforia!!! Muito tempo que não sinto isso!!!!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha perna ainda tá um cocô, mas consegui forçar meu corpo até alguns extremos! Deixei a parte técnica um pouco de lado, diminui (muito!) a velocidade dos movimentos, e pra compensar essas perdas, botei pra fuder na intensidade de repetições e esforço realizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menino... nem sei se tem palavra pra descrever minha felicidade! Sério mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ônibus, na hora de puxar a cordinha pra descer, meu ombro tremia!HUAHUAHUAHUHUAHUAUAHUAUAUAHHUAHUAHUAHUAHUHUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu começei a rir e o povo devia pensar que eu era doido!&lt;br /&gt;Agora mesmo enquanto escrevo o meu triceps tá chuchando!&lt;br /&gt;(nem sei se vão entender essa palavra!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAS DANE-SE!&lt;br /&gt;ME SINTO VIVO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã vou custar a acordar pro trabalho... tá doendo tudo!AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não... eu não estou drogado!&lt;br /&gt;Teve uma hora em que precisei subir degrau por degrau de uma escada, suspenso pelos dois braços. Meu corpo inteiro pedia pelo amor de padi Çiço que eu soltasse! :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mofio, é muito bom forçar a extremos!&lt;br /&gt;Terminei o percurso, mas os ultimos degraus eu subi urrando de dor, com os músculos me xingando de filho da puta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois deitei no gramado e fiquei lá.... fudido!&lt;br /&gt;AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, desejo o mesmo pra vocês!&lt;br /&gt;Bjos e bjos vou tomar meu banho!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-7173250363382214632?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/7173250363382214632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=7173250363382214632' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7173250363382214632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/7173250363382214632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/10/sem-artigo-definido.html' title='Sem Artigo Definido'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-8628596689526673680</id><published>2008-10-04T18:57:00.020-03:00</published><updated>2008-10-04T19:55:44.764-03:00</updated><title type='text'>A Resposta Imediata</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SOftYDLsaCI/AAAAAAAAAEU/LznEvEa1vLE/s1600-h/machucado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253428487777970210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SOftYDLsaCI/AAAAAAAAAEU/LznEvEa1vLE/s320/machucado.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alguém aí se lembra sobre o que foi meu último post, mesmo?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha insatisfação em ter mania de sempre checar o local de treino, né?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu havia resolvido que iria maneirar nessa preocupação toda com o obstáculo, e que ia parar de ser neurótico quanto as falhas estruturais deles... NEM VOU MAIS!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora a pouco sai pra treinar nas ruas, sem local pré-definido, e depois de uns 50 minutos encontrei um local legal pra fazer subidas de muro. E lembra que eu falei que tinha medo de subir o muro e a borda dele soltar?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em meus quase 3 anos de parkour, eu estava acostumado a dizer com orgulho que nunca havia me machucado... agora não posso mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chequei as paredes de 1 por uma, inclusive dei tapinhas, forçei...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DA PRÓXIMA VEZ EU DOU UMA MARRETADA NAQUELA PESTE!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O muro tinha 2 metros e quando apoiei o peso do meu corpo nele, um bloco de concreto de cerca de uns 7 quilos cedeu e caiu junto comigo. Tudo foi muito rápido, e eu não consigo determinar o que de fato aconteceu durante a queda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Já no chão, eu tinha o bloco (era bem grandinho) em cima de minha perna esquerda. Tirei e percebi que ela estava dormente. Fiquei aliviado porque conseguia mexer os dedos e o tornozelo, então não houve fratura. Daí a minha calça começou a empapar de sangue.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comprimi o ferimento sem olhar, mas o sangue continuava a escorrer. Umas pessoas na rua vieram me dar socorro e eu pedi um pano pra estancar o sangue. Cortei uma camisa e dei um nó no local machucado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O socorro chegou e eu fui pro hospital.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O rasgo foi de aproximadamente 3 cm, mas com profundidade pra deixar o osso a amostra e romper as pestes dos vasos que não paravam de sangrar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estou com 3 pontos na canela, um hematoma roxo pouco abaixo do tendão de Aquiles e uma verdadeira laranja no tornozelo. Nem consigo caminhar. mimimi.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sou bem macho pra dor e mantenho a calma em situações assim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Minha preocupação maior, no entanto, era (e ainda é) o Encontro Baiano de Parkour. Estava escalado pra ministrar um workshop com os meninos e ainda não sei o que vou fazer. Vou de todo jeito, mas boa parte da diversão já está comprometida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pois é... mais um aprendizado...&lt;br /&gt;E se antes eu me achava neurótico com segurança: HAUAHUHUAUAUHAHUHUAUAHUHAHUA! &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;"MACACO VELHO NÃO METE MÃO EM CUMBUCA!"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-8628596689526673680?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/8628596689526673680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=8628596689526673680' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8628596689526673680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8628596689526673680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/10/resposta-imediata.html' title='A Resposta Imediata'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SOftYDLsaCI/AAAAAAAAAEU/LznEvEa1vLE/s72-c/machucado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-4278131967047977598</id><published>2008-10-02T15:20:00.006-03:00</published><updated>2008-10-02T23:43:47.686-03:00</updated><title type='text'>A Desconfiança</title><content type='html'>Já vou começar dizendo que não sou cagão e muito menos psicótico com falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;..&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá... eu menti um pouquinho.&lt;br /&gt;Digamos que eu tenho aprendido a ser menos medroso e menos complexado com erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não sei aonde quero chegar com essa postagem, mas vou escrever o que pipocar na minha mente; quem sabe assim eu entenda melhor o que de fato anda me incomodando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente já sabe que minha base de força, flexibilidade, velocidade foi lapidada durante 6 anos com a ginástica olímpica. Lá, aprendi a confiar cegamente no meu corpo; a ter noção espacial; aprendi que uma vez aprimorada uma valência física, você conseguirá utilizá-la instintivamente; e outras 'cositas mas' como andar de cabeça pra baixo e que salto sobre o cavalo causa terríveis canelite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao meu foco...&lt;br /&gt;Eu só quero falar do "confiar cegamente no meu corpo".&lt;br /&gt;Se você não for extraterrestre vai saber que isso é uma mão na roda pra qualquer atividade esportiva. Eu sou capaz de entender minha atual condição física e determinar se meu objetivo tem chance de ser atingido ou não com sucesso naquele momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusive muitas vezes quando minha mente falha:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Puta que pariu isso vai ser foda e eu não vou conseguir!".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu corpo automaticamente parte pro ataque:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Eu já tenho a força, a explosão e a flexibilidade... Porra! Arrisque que eu faço minha parte!".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O problema todo é que minha mente e corpo dialogam &lt;strong&gt;DENTRO DE MIM&lt;/strong&gt;! E o que devo fazer quando o meio externo interfere nessa comunicação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa explicar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu treino parkour.&lt;br /&gt;Uma atividade onde brinco de quebra-cabeça com o ambiente ao redor. Eu estruturo uma figura (trajeto mental), escolho as melhores peças (obstáculos reais) e inicio a ação (trajeto físico).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trajeto mental e o físico muitas vezes diferem um do outro. Eu imagino que vou realizar determinada ação, mas o meu corpo dá uma de maluco e responde ao obstáculo de forma diferente. Quando me dou conta do que fiz, eu já tô lá na frente... fazendo outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha das peças que montarão a minha imagem é que me causam dor de cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que sou capaz de escalar um muro de 3 metros de altura. Mas e se a borda daquela desgraça estiver solta? E se a galha em que eu me pendurar estiver oca e me deixar cair?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se... e se... e se?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O obstáculo real está lá independente do que meu corpo é capaz de fazer ou do que a minha mente é capaz de maquinar. Se eu acertar tudo e o meio não fizer a parte dele... eu me fodo! Não tem colchão pra me segurar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes eu não tenho essa confiança cega em mim, porque justamente não depende só de mim! Aí sabe o que eu faço? Pareço uma patricinha em liquidação de shopping: Checo falha por falha, textura por textura, os defeitos de fabricação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu treino muito com o Edi de Maceió.&lt;br /&gt;Tudo bem que ele é um doente mental. Pensa pouco e age muito. Já eu, só consigo agir muito depois de pensar muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu preciso entender que nem sempre posso ter o controle total da situação. Orientar meu corpo a lidar com o imprevisto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me sinto o pior dos amigos por já ter deixado minhas desconfianças e falhas respingar no Edi. Na última viagem pra Recife havia um sdc cat-leap bem perigoso, com inúmeros fatores que poderiam induzir ao erro. Mas o vagabundo tava confiante e CATAPUM! FEZ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, abestalhado, ao invés de encorajá-lo, só sabia dizer:&lt;br /&gt;"Você checou o corrimão? A pegada tá firme? A borda escorrega?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que eu me preocupe com ele...&lt;br /&gt;É que se ele morresse a gente estaria em outro estado e isso estragaria minha viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É incrivel... huauhauhuhauhauhauha!&lt;br /&gt;Até em locais que treino semanalmente, eu costumo checar as pegadas, as texturas e os locais de aterrisagem a cada treino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que muita gente vai dizer que estou certo em fazer isso. E que muitos são inconsequentes enquanto treinam justamente por não fazer o mesmo. Mas é extremamente chato você depender de checks-in para adquirir confiança em seu potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou anotar aqui na minha agenda:&lt;br /&gt;"Largue de tanta frescura pois se existe um deus no céu, ele não conspira pra que você caia!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamo que vamo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-4278131967047977598?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/4278131967047977598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=4278131967047977598' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4278131967047977598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/4278131967047977598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/10/desconfiana.html' title='A Desconfiança'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-323975571233578172</id><published>2008-09-22T15:21:00.020-03:00</published><updated>2008-09-22T16:51:38.715-03:00</updated><title type='text'>O Estar Vivo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SNfnVDUwMaI/AAAAAAAAAEE/xJdHx9ssi5A/s1600-h/DSC02193.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248918239579222434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SNfnVDUwMaI/AAAAAAAAAEE/xJdHx9ssi5A/s320/DSC02193.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;"Porque sentir pena de alguém que pode escapar das formalidades? Ele não precisa fingir estar interessado nas pessoas a sua volta. Consegue imaginar como seria liberal viver isento de todas as comodidades entorpecentes da sociedade? Não tenho pena, eu invejo." (Dr. Greggory House)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...lembrando que: apenas a colocação no espaço já é algo interessante." (Diogo Granato)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto em comum entre as duas citações?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FORMIGAS!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descobri que sou um amante dessas danadas.&lt;br /&gt;Ao lembrar de minha infância é comum me deparar com a imagem do magrelinho de óculos ajoelhado em frente a um formigueiro por horas. E recentemente, sem notar, eu voltei a ser essa criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz dois meses que um formigueiro tenta co-existir com um ponto de ônibus. Como minha condução demora cerca de 30 minutos para chegar, eu meio que virei padrinho daquelas pequeninas. O bom de se analisar formigas é que as bichinhas sempre te surpreendem com lições memoráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia gastar linhas e linhas narrando nossas aventuras:&lt;br /&gt;- Os dias de chuva&lt;br /&gt;- O dia que levei açucar no bolso&lt;br /&gt;- O dia que as formigas vizinhas resolveram fazer visita&lt;br /&gt;- O dia que cheguei no ponto e algum malvado tinha desmanchado a casa delas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nenhuma lição seria maior do que o exemplo de vida que elas carregam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formigas devem ser os seres mais felizes da Terra. Quando ainda são larvas, o tipo de alimentação dada aos embriões determina a sua função na vida: Operárias, rainhas, soldados, obreiras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos de nós nos perguntamos diariamente o motivo pelo qual existimos? E o pior: quantos de nós passamos a vida inteira em busca de uma resposta que jamais chega?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invejo as formigas por saberem suas respostas desde sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coletar alimento, reproduzir crias, defender o importante, cuidar da vida... Cada uma delas, rainhas ou operárias, sabem o porquê de existirem. Elas se integram à vida de forma totalmente harmoniosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu o que faço?&lt;br /&gt;Vivo pra quê e porquê?&lt;br /&gt;Já que está aqui, dê uma pausa e assista:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=7iEhC1emj0o"&gt;http://br.youtube.com/watch?v=7iEhC1emj0o&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu o assisti a muito tempo atrás e percepções sobre ele ficaram gravadas em minha memória. Sabe o que aquelas pessoas são naquele momento?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formigas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por frações de existência, pequenos ou grandes momentos, elas parecem encontrar o motivo porque vivem. O ato de existir torna-se sólido ao ponto de quase ser capaz de segurar no colo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria não entrar no mérito do parkour, mas...&lt;br /&gt;Puta que pariu! É quase inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cerca de 2 anos e 8 meses sinto que iniciei minha metamorfose. A consciência de que eu sou, estou, existo é cada vez mais sentida em meus treinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me fez lembrar das aulas de psicologia.&lt;br /&gt;Após um novo aprendizado é importante que o ser humano ao invés de dizer &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"eu sei fazer isso"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; seja capaz de afirmar &lt;em&gt;&lt;strong&gt;"eu sou AQUELE capaz de fazer isso"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vitória alcançada, apesar de ter sido conquistada por você, é algo acessível a todos! Fico feliz em perceber que durante meus treinos (e cada vez mais fora deles) eu tenho conseguido ser AQUELE capaz de fazer algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não sou uma formiga completa.&lt;br /&gt;E possivelmente nunca serei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, estou certo de que carregar minhas descobertas nas costas, não como um fardo mas ferramenta de aprendizado, é o caminho que eu escolhi traçar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-323975571233578172?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/323975571233578172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=323975571233578172' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/323975571233578172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/323975571233578172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/09/o-estar-vivo.html' title='O Estar Vivo'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SNfnVDUwMaI/AAAAAAAAAEE/xJdHx9ssi5A/s72-c/DSC02193.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-1250434210241175868</id><published>2008-09-11T09:28:00.008-03:00</published><updated>2008-09-11T23:28:06.072-03:00</updated><title type='text'>O Novo Treino</title><content type='html'>A ginástica olímpica me fez extremamente técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta disso, sou capaz de perceber onde mãos, pés e dedos se encontram durante a execução dos movimentos. É uma habilidade bacana, faz com que eu realize as coisas de forma perfeita e desenvolva autocrítica nas situações de erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, 'atrapalha' no parkour.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu notei que estava acostumado a pensar no percurso como uma série de ginástica: Cada elemento era executado com TOTAL atenção voltada para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explicando melhor...&lt;br /&gt;Quando você sobe num tablado pra competir, os outros sentidos se apagam. Pode ter um incêndio ao seu lado, mas você somente o perceberá quando acabar o que foi fazer. Minha mãe morria de raiva porque eu nunca percebia os gritos de incentivo dela durante minhas séries.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O propósito do novo treino é me desconcentrar da obrigatoriedade do movimento e aproveitar melhor meus outros sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você era pequeno, o ato de caminhar não era o seu objetivo. O foco de sua atenção era o brinquedo fora do alcance, ou os braços do papai te chamando. Andar sob duas pernas era apenas a ferramenta utilizada para atingir a sua real intenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense agora em uma corrida seguida de precisão. Você não dá à corrida a mesma importância que dá à aterrissagem. Isso porque correr é algo tão natural para nós que sua execução não exige tanta concentração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é a isso que esse novo treino se propõe:&lt;br /&gt;Tornar os meus movimentos uma ferramenta, e não um fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho trabalhado isso de diversas formas, mas vou comentar apenas o aspecto que mais me trouxe resultados: TREINAR CANTANDO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecia ser simples.&lt;br /&gt;Eu traçava o percurso, escolhia uma música e tentava cantá-la sem interrupção enquanto realizava os movimentos. Músicas bobas. Do tipo "Parabéns Pra Você" ou "Atirei o Pau no Gato".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, de início eu percebi o seguinte quadro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"A-ti-rei o pau no ga... (executa o movimento) tô-tô!"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, durante a corrida (que já é algo natural) eu mantinha o controle sobre a letra, mas no momento da passagem pelo obstáculo, minha mente retomava o excesso de controle e me fazia esquecer do objetivo principal (continuar a música).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de alguns tempos exercitando, o diagnóstico se modificou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"A-ti-rei o pau no ga... (e faz o movimento pronunciando o TÔ-TÔ!)"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez, meu corpo já conseguia entender que a prioridade era a letra e não o movimento. O engraçado é que na hora da ultrapassagem a sílaba da música em que eu me encontrava ganhava uma tonicidade maior. Parecia que eu a estava tossindo, e por esse motivo, meu objetivo ainda não havia sido alcançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o treino de ontem, pela primeira vez eu consegui fluir pelos obstáculos sem quebrar a letra ou a melodia. Isso exige um grau de concentração muito bom e notei que auxilia muito no meu controle de respiração (que infelizmente é ruim). O único efeito colateral foi os grandes impactos nos amortecimentos, pois eu caia parecendo uma bomba de São João (mas nada que comprometesse o treino em si).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco mais tarde, resolvi executar o mesmo percurso sem cantar. A diferença foi grande. Enquanto executava cada movimento, eu era tanto capaz de determinar onde cada pessoa ao meu lado se encontrava como eu tinha tempo de programar a melhor forma de ultrapassar o próximo obstáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria deixar claro que o interesse com esse tipo de treino não é provocar uma situação de risco. Trata-se apenas de aprender a dar a cada etapa da movimentação a atenção necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico feliz em perceber que meu tempo de reação aos obstáculos melhorou muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí pra frente é só deixar a criatividade rolar:&lt;br /&gt;- Treinar flow sem soltar uma bolinha na mão.&lt;br /&gt;- Bater palmas durante uma subida de muro.&lt;br /&gt;- Tocar no nariz enquanto ultrapassa um corrimão.&lt;br /&gt;- Manter uma corda girando durante um percurso.&lt;br /&gt;- Tirar o boné num movimento e no próximo recolocá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou ver se um dia gravo umas sessões para exemplificar melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AH!&lt;br /&gt;Uma outra coisa interessante de se analisar é a reação das pessoas. Se antes eu era esquisito por fazer o que faço, o que imaginar de um esquisito que faz o que faz... cantando?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-1250434210241175868?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/1250434210241175868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=1250434210241175868' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1250434210241175868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1250434210241175868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/09/o-novo-treino.html' title='O Novo Treino'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-3822073380778434633</id><published>2008-09-08T18:27:00.011-03:00</published><updated>2008-09-08T18:48:58.978-03:00</updated><title type='text'>A Manobra</title><content type='html'>&lt;p&gt;O parkour que pratico é cheio de manobras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pode espernear, apertar o "x" ali do canto, me chamar de moda ou abrir seu caderno de decorebas. Até que encontre um motivo justo para o contrário, essa é a minha atual forma de pensar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Parkour protege o seu e o meu direito a liberdade.&lt;br /&gt;Então, como explicar porque nós, praticantes, nos importamos tanto em criar rótulos universais?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Olha que legal:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Duddu, me ensina a manobra "kong vault"?&lt;br /&gt;- Que moda! No parkour é MOVIMENTO!&lt;br /&gt;- Duddu, me ensina o movimento "kong vault"?&lt;br /&gt;- Agora sim! Você corre, coloca a mão...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Êpa êpa êpa!&lt;br /&gt;O que mudou?&lt;br /&gt;Sinto o cheiro fétido de hipocrisia no ar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança não foi apenas o "manobra" por "movimento".&lt;br /&gt;Eu consegui passar adiante uma lição desnecessária e que, por sinal, assegura a minha superioridade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é muito dificil justificar minha atitude:&lt;br /&gt;Essa frase-feita engrossa as páginas de uma bíblia imaginária, em que até mesmo tracers experientes às vezes dão uma lida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já parou pra analisar a idiotice presente nisso tudo?&lt;br /&gt;Uma porcaria de um movimento pré-fabricado com um guia de execução definido. Mas chamar de "manobra" é feio! Tem que falar "movimento" porque é chique!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se você condena "a manobra" saiba que está sendo hipócrita se aceita o termo "o movimento". Semanticamente (nesse contexto) o significado será exatamente o mesmo!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pegue seu dicionário ou sua gramática! Te desafio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês passado, minha irmã recebeu a carta de motorista. Para aprender a manobrar o carro, ela esteve em uma auto-escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERFEITO!&lt;br /&gt;Parkour é a auto-escola para manobrar o meu corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a questão toda é sobre movimentação, então o importante é me movimentar! Mas não vai arrancar pedaço se eu parar pra refletir um pouco sobre o que ouço as bocas falarem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A vida te fez um ser pensante! Não engula, sem antes questionar, esse conhecimento que tentam derramar em sua goela abaixo! Encha-se de "porquês" ou de "comos"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ultrapassar um obstáculo, tanto faz se eu me movimento por cima dele ou se manobro meus braços e pernas para realizar exatamente a mesma coisa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses nomes existem para facilitar a comunicação e o repasse de aprendizado.&lt;br /&gt;APENAS ISSO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Disse a mim mesmo que só postaria no blog quando sentisse picos emocionais:&lt;br /&gt;Alegria, tristeza, dúvida... é chato escrever contrariado.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-3822073380778434633?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/3822073380778434633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=3822073380778434633' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/3822073380778434633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/3822073380778434633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/09/manobra.html' title='A Manobra'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-8148376358021245385</id><published>2008-09-02T14:46:00.017-03:00</published><updated>2008-09-02T18:00:12.889-03:00</updated><title type='text'>O Sentimento</title><content type='html'>Amanhã completa 1 semana que não treino por causa de uma gripe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sensação é que existe um ser vivo em desenvolvimento no meu interior e toda energia que meu corpo fabrica é sugada por ele. Isso seria bastante estranho porque lembro-me de ter usado camisinha da última vez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas...&lt;br /&gt;Piadas à parte o assunto é sério.&lt;br /&gt;Ou ao menos deveria ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da gripe, o que de fato me faz sentir doente é a ausência dos treinos. Eles costumam ser constantes, e notei que essa falta causa efeitos colaterais como mau humor, indisposição, falta de criatividade e sensação de abafamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez diagnosticado o sintoma, o remédio: treinarei hoje a noite. Coisa leve, nada de cavalices, somente movimentar o meu corpo para alertá-lo de que continuo vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o engraçado é que agora não consigo parar de rir.&lt;br /&gt;Parkour exerce em mim um dos efeitos do gás hilariante do Coringa: sorriso congelado na cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Verdade! Eu treino rindo!&lt;br /&gt;É o momento de maior prazer que eu poderia me proporcionar. E por diversas vezes, durante o próprio treino, já formulei uma pergunta que fica sem resposta: &lt;strong&gt;"Que outra coisa eu gostaria de estar fazendo agora?".&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah... é o amor...&lt;br /&gt;Quem diria que uma atividade pudesse fazer despertar sentimentos que antes somente a música, a arte da animação e mais meia dúzia de motivos era capaz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente, meus últimos treinos têm sido voltados a esse amor. Pendurar-me não é mais somente ter meu corpo sustentado pelos braços; é visto e sentido como o trabalho romântico e conjunto de cada dedo da minha mão para não me deixar cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que dizer das passadas intermitentes entre o flow?&lt;br /&gt;Pilares do prazer. Cada pé, cada passo, cada fricção colabora com o todo. Meu corpo e o obstáculo trocam reverências para que eu siga adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando dá errado?&lt;br /&gt;O estimulo dado foi maior que o necessário ou a ausência dele se fez presente?&lt;br /&gt;CATAPOF! Lá estou eu no chão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sabe o que muitas vezes eu faço quando erro?&lt;br /&gt;Eu gargalho. Mas gargalho com vontade ao ponto das pessoas ao lado procurarem quem me contou a piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lindo ver que tracei um objetivo e ele não foi alcançado como eu gostaria. Eu não sou perfeito e esse erro serve de estimulo para os meus estimulos. É nobre rir da situação, concentrar-se e tentar de novo. Lembro que as vezes chego até a conversar obstáculo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"Ô seu fi do cabrunco eu quase acertei...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;perainda que você vai ver agora... "&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sentimentalismo todo só cresce e me faz crescer.&lt;br /&gt;E acho que é nessa hora que eu sou obrigado a agradecer a uma lista de pessoas especiais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tracers que são apaixonados pelo que fazem.&lt;br /&gt;- Tracers que mantêm seus blogs para que eu possa ler.&lt;br /&gt;- Tracers que sem saber são alvos de minha admiração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É provável que um dia uma dessas pessoas aí de cima leia essas linhas. Saiba então que você ajudou a construir esse meu amor e por isso eu o saúdo com o meu "muito obrigado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não... eu não sou gay.&lt;br /&gt;Apenas estou muito feliz porque vou treinar hoje.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-8148376358021245385?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/8148376358021245385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=8148376358021245385' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8148376358021245385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/8148376358021245385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/09/o-sentimento.html' title='O Sentimento'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7721550984039177386.post-1462738958175392362</id><published>2008-08-28T11:42:00.006-03:00</published><updated>2008-08-30T21:50:32.049-03:00</updated><title type='text'>O Início</title><content type='html'>Muitos já me perguntaram o porquê de eu não ter um blog. A resposta vinha sempre na ponta da língua: "não tenho necessidade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez mais (e está cada vez mais constante) eu sou obrigado a voltar atrás do que falo ou faço e redefinir o que realmente é importante para mim. E agora vejo que um blog será importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo?&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EU&lt;/strong&gt; sou algo constante em &lt;strong&gt;MINHA&lt;/strong&gt; vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma categoria se enquadram minha evolução como pessoa e o parkour. Manter um histórico da minha forma de pensar, as escolhas que fizer e as falhas que cometer será mais um dispositivo que terei para evoluir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para falar a verdade esse blog é um artifício contra a "solidão". Apesar de viajar muito, manter amizade com pessoas do Brasil inteiro e poder sempre contar com a ajuda delas, essa não é a minha realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha realidade é o estado em que vivo. E é isso que me faz sentir só. Aqui eu não tenho com quem conversar, não tenho com quem treinar da forma que gostaria e não tenho como levar adiante projetos que beneficiam o coletivo sem a existência desse mesmo coletivo. E o pior, não tenho como usurfruir dos conselhos, advertências e prazeres que somente seriam possíveis se tivesse ao lado pessoas engajadas no mesmo ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os poucos praticantes do estado mantêm uma política de que minha palavra é soberana e o que digo é a lei. Como atingir algum nível de evolução estando sempre "certo"? Isso explica porque eu estouro meu salário em viagens e sempre volto delas com a sensação de que "poderia ter aproveitado mais".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse blog, portanto, meio que funcionará como uma personificação:&lt;br /&gt;Um duddu virtual com o qual o duddu real poderá interagir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez exteriorizar pensamentos me ajude a corrigir falhas, ou na menor das hipóteses, sirva como um acervo de minha progressão em um percurso sem destino definido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi, meu nome Eduardo e eu sou um tracer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7721550984039177386-1462738958175392362?l=duddupk.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://duddupk.blogspot.com/feeds/1462738958175392362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7721550984039177386&amp;postID=1462738958175392362' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1462738958175392362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7721550984039177386/posts/default/1462738958175392362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://duddupk.blogspot.com/2008/08/o-incio.html' title='O Início'/><author><name>Duddu Rocha</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11156892239312433898</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='31' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_zGfHXeVhuek/SLgC5GXHb9I/AAAAAAAAABc/9FeZHqf5hnk/S220/duddu2.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry></feed>
